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Alison dos Santos melhora performance e leva bronze na Liga Diamante

Alison dos Santos melhora performance e leva bronze na Liga Diamante


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Quinto colocado no Mundial de Atletismo na semana passada, o velocista brasileiro Alison dos Santos, o Piu, melhorou sua performance e conquistou o bronze nesta quinta-feira (31) na prova dos 400 metros com barreiras na Liga Diamante, a principal do circuito da World Athletics (Federação Internacional de Atletismo), em Zurique (Suíça). Alison retornou às pistas em julho, na etapa da Polônia, após dez meses em recuperação de uma cirurgia no joelho direito.

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A prova de hoje (31) reeditou a final do Mundial de Budapeste (Hungria), com a diferença do brasileiro concluindo o percurso em terceiro lugar, em 47s62 –  68 centésimos mais baixo que o tempo obtido por ele há oito dias. Ao contrário do que ocorreu no Mundial, Kyron McMaster, das Ilhas Virgens Britânicas, segundo colocado no Mundial, bateu o norueguês Karsten Warholm, atual campeão,  em resultado definido com o auxílio da tecnologia photo finish (sistema de cronometragem altamente preciso, com reprodução em imagens da linha de chegada). McMaster venceu a disputa com o tempo de 47s27 e Warholm cruzou a linha de chegada em 47s30, ficando com a prata.

Campeão mundial nos 400m com barreiras no ano passado, no Oregon (Estados Unidos), Alison dos Santos havia disputado este anos apenas a etapa da Polônia da Liga Diamante, em julho, antes do Mundial de Budapeste. Na etapa da Polônia, que marcou o retorno do velocista às pistas, Piu faturou dois bronzes: o primeiro nos 400m rasos e outro nos 400m com barreiras, sua especialidade.  

Ciclo para Paris 2024

Há duas maneiras de os atletas assegurarem uma vaga olímpica nos Jogos de Paris: atingindo os índices estabelecidos pelos eventos no período de classificação ou pelo ranking mundial da World Athletics (sigla da Federação Internacional de Atletismo). A totalização de pontos começou a valer em 1º de julho e vai até 30 de junho de 2024. Nas provas individuais, serão permitidos até três atletas por país.

Segundo o Comitê Olímpico do Brasil  (COB), o atletismo nacional já carimbou as seguinte vagas:

Feminino

Marcha atlética 20km 

Masculino

Arremesso do peso

Marcha atlética 20km 

Maratona

100m rasos

110m com barreiras

400m rasos (2 atletas)

400m com barreiras

Salto triplo

Alison dos Santos melhora performance e leva bronze na Liga Diamante

Adesão ao Escola em Tempo Integral termina nesta quinta


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Termina nesta quinta-feira (31) o período para estados e municípios aderirem ao Programa Escola em Tempo Integral. Na prática, a adesão significa ter acesso à assistência financeira para a oferta de um projeto político-pedagógico que assegure o direito de crianças e jovens a uma formação integral de qualidade. “O objetivo é ampliar e diversificar oportunidades educativas, socioemocionais, culturais, artísticas, científicas, tecnológicas e esportivas”, informou o Ministério da Educação.

Dados da pasta mostram que, até a última terça-feira (29), 89% dos estados e 71% dos municípios haviam aderido ao programa. Até a data, as regiões Centro-Oeste e Sul eram as únicas a alcançarem 100% de adesão, seguidas pelo Nordeste (89%), Norte (86%) e Sudeste (75%). Em relação aos municípios, o Nordeste é a região que mais teve adesão (92%), seguido pelo Norte (76%), Sul (63%), Sudeste (59%) e Centro-Oeste (48%).   

Adesão  

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A adesão ao programa é voluntária aos municípios, estados e Distrito Federal e contempla toda a educação básica, da creche ao ensino médio, desde que sejam etapas prioritárias do ente federado. Para os municípios, essas etapas devem ser obrigatoriamente na educação infantil e no ensino fundamental. Já para os estados, a prioridade será o ensino fundamental e médio. Serão consideradas matrículas criadas ou convertidas a partir de janeiro de 2023 e novas matrículas para 2024.  

Programa

O Programa Escola em Tempo Integral foi instituído pela Lei 14.640/2023, publicada no Diário Oficial da União em 1º de agosto. A estratégia é induzir a criação de matrículas em tempo integral em todas as etapas e modalidades da educação básica. Coordenado pela Secretaria de Educação Básica do ministério, o programa pretende ampliar em 1 milhão o número de matrículas de tempo integral em escolas de educação básica de todo o país ainda em 2023. 

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Futsal abre portas e fomenta o futebol de meninas e mulheres no Brasil


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O que as goleiras Bárbara, Lelê e Camila; as zagueiras Rafaelle, Mônica e Kathellen, as laterais Tamires e Bruninha e as atacantes Geyse, Debinha e Marta têm em comum além de terem representado o Brasil na última Copa do Mundo feminina de futebol? Todas já atuaram no futsal – delas, somente Tamires não possui registro na Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS).

Tamires - seleção brasileira feminina - Copa Feminina - Terceiro jogo da Seleção Feminina Principal na Copa do Mundo Feminina (Melbourne): Brasil x Jamaica. Tamires

Tamires é uma das 11 jogadoras da seleção brasileira feminina de futebol que já atuaram no futsal – Thais Magalhães/CBF/Direitos Reservados

Não é coincidência. Uma das constatações do Diagnóstico do Futebol Feminino do Brasil, elaborado pelo Ministério do Esporte, é que 88% das jogadoras de futebol adultas em atividade no país praticaram futsal em algum momento da carreira. Quando o recorte se estende às atletas em categorias de base, a estatística é semelhante: 89% delas jogaram no salão ou ainda o fazem.

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“O futsal é uma das modalidades mais jogadas no mundo. Onde você vai, tem uma quadra. É de muito mais fácil acesso às meninas”, destacou Talita Queiroz, técnica das categorias de base do Magnus Taboão, de Taboão da Serra (SP), um dos principais times de futsal do país. “A modalidade trabalha muito a técnica, a tática, o tempo de bola, a tomada de decisão. Quem sai do futsal, chega muito mais preparado no futebol”, completou a treinadora.

Talita trabalha com as equipes sub-12 e sub-14 do Taboão, onde há meninas que, justamente, dividem-se entre salão e campo. Caso de Victória Morais, 13 anos, que também joga no sub-15 do São Paulo.

“Saio da escola, vou para o treino de campo [no São Paulo], aí tem o treino de futsal à noite. É bem corrido, cansativo, mas sei que, lá na frente, valerá a pena”, disse Victória, que não tem pressa para decidir qual modalidade seguirá carreira.

“Eu amo futebol em si. Campo e futsal. Não tem como escolher agora. Só quero jogar bola, ser feliz e fazer o que amo”, afirmou.

Isabella Fernanda, 12 anos, é mais uma a conciliar quadra e gramado. Ela nasceu em Boituva (SP), a cerca de 115 quilômetros de São Paulo. Além de treinar no sub-12 do Taboão, a jovem integra o projeto Meninas em Campo, na capital paulista, que leva futebol a garotas de 8 a 17 anos.

“Comecei no campo mesmo, na minha cidade. Éramos eu e mais uma menina, entre os meninos”, recordou a garota, que tem Tamires e Debinha como jogadoras favoritas e se empolgou ao saber que as duas passaram pelo futsal.

Ambiente seguro

Victória também começou a jogar bola entre os meninos, tanto no salão como no campo. Segundo Letícia Morais, mãe da atleta, o medo da filha sofrer preconceito por querer jogar futebol, inspirada pelo pai e o irmão, deixou a família em alerta, mas não faltou apoio.

“Quando ela iniciou, não tinha muito [categoria de] base feminina. Aqui em Taboão que ela passou a jogar com meninas, com nove para dez anos. Agora é que, no campo, que se vê esse trabalho de formação”, comentou Letícia.

O cenário ilustra outro dado trazido pelo diagnóstico, realizado após respostas de 1.090 pessoas ligadas ao futebol feminino no Brasil, entre atletas (base e adulto) e profissionais em cargos de liderança na modalidade. Nos últimos quatro anos, os programas financiados via secretarias ou diretorias relacionadas ao Ministério do Esporte (as chamadas “ações diretas”) tiveram 94.990 beneficiários, mas apenas 17.695 meninas ou mulheres, escancarando a predominância masculina.

“As políticas públicas são um meio pelo qual as meninas conseguem adentrar nos projetos. Mas apenas inseri-las em projetos não dá conta de desenvolver a modalidade. Tem que ter estratégias de permanência. Dentro disso, chamo atenção à necessidade de um ambiente seguro às meninas e mulheres no esporte com relação à assédio, violência e estupro”, alertou Silvana Goellner, professora da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), pesquisadora e ativista do futebol de mulheres.

A sondagem é um passo inicial da Estratégia Nacional para o Futebol Feminino, encabeçada pelo Ministério do Esporte e cujo decreto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de março. O intuito deste primeiro diagnóstico é nortear a criação de políticas e ações referentes à prática da modalidade, que chegou a ser proibida a mulheres no país entre 1941 e 1983.

Taboão - campeão da Copa do Brasil de Futsal Feminino 2022

O Taboão foi campeão da Copa do Brasil de futsal feminino no ano passado – Diego Alves/EC Taboão/Direitos Reservados

Futsal como opção

“Pela falta de oportunidade e de sistematicidade de campeonatos [de futebol], as mulheres tiveram, no futsal, a possibilidade de permanecer jogando bola. É uma outra possibilidade que, muitas vezes, é mais frequente pelo acesso às quadras, aos espaços, um menor número de pessoas [envolvidas] e maior facilidade para os campeonatos acontecerem, mesmo na informalidade”, explicou Silvana.

“Temos de olhar para os espaços público de esporte e lazer e ver quem os ocupa. Geralmente, são meninos e homens. As mulheres, muitas vezes, precisam negociar horário e acabam não ficando com os horários nobres. Isso é importante até para a gente pensar no futsal. É mais fácil se apropriar de uma quadra de futsal do que de um campo de futebol”, emendou a professora.

Talita, do Taboão, ressaltou que o salão não precisa ser um “trampolim” para o campo, pois a própria modalidade já traz uma possibilidade de carreira. Em 2022, os principais times do país criaram a Liga Feminina de Futsal (LFF), cuja segunda temporada está em curso – a equipe paulista, inclusive, lidera a competição. A Libertadores de futsal feminino é realizada desde 2013 (a exceção de 2020 e 2021, devido à pandemia de covid-19). O domínio é brasileiro, com oito títulos em oito edições.

“Hoje, a gente pode assistir ao futsal feminino na televisão. Temos uma liga, Copa do Brasil, Libertadores. Nosso futsal está mais abrangente, não é como antigamente, que você jogava o [Campeonato] Paulista e pronto. Claro que o campo enche mais os olhos, questão de salário, estrutura, mas hoje já temos meninas que querem o futsal para a vida delas”, finalizou a técnica.

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Pedidos de reaplicação do Encceja devem ser feitos até sexta-feira


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Participantes que, por problemas logísticos ou de saúde, não puderam fazer o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2023 têm até sexta-feira (1º) para apresentar pedido de reaplicação da prova.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a oportunidade é voltada “apenas aos participantes que tiveram problemas logísticos no domingo, 27 de agosto, ou que apresentaram sintomas de doenças infectocontagiosas na véspera da aplicação”.

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As solicitações devem ser feitas por meio do Sistema Encceja.

Conforme previsto no edital, nos casos em que o participante tinha suspeita de doença infectocontagiosa será necessário constar o nome completo do participante, o diagnóstico com a descrição da condição, o código da Classificação Internacional de Doença, além da assinatura e da identificação do profissional responsável pelo diagnóstico, “com registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), Ministério da Saúde ou órgão competente”.

É necessário anexar o documento em formato PDF, PNG ou JPG, no tamanho máximo de 2 MB.

A reaplicação ocorrerá nos dias 17 e 18 de outubro, datas em que está prevista a realização do exame para Pessoas Privadas de Liberdade ou Sob Medida Socioeducativa que inclua privação de liberdade (Encceja PPL).

Problemas logísticos

No caso de pessoas que tiveram problemas logísticos, o pedido para reaplicação do exame só terá efeito nas situações previstas em edital, o que abrange, por exemplo, desastres naturais ou falta de energia elétrica que prejudicaram a aplicação do exame. A situação deverá ser relatada por meio do Sistema Encceja.

“Quem faltou à aplicação das provas de todas as áreas do conhecimento em que se inscreveu – por motivos que não constam no edital – não poderá solicitar a reaplicação e deverá justificar a ausência, caso pretenda fazer a próxima edição do exame gratuitamente”, informa o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Desde 2002, o Encceja é aplicado gratuitamente com o apoio de estados e municípios. O objetivo é ajudar jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade adequada a retomar a trajetória escolar. O exame avalia competências, habilidades e saberes adquiridos no processo escolar ou extraescolar. As secretarias de Educação e os institutos federais o utilizam como parâmetro para certificar os participantes em nível de conclusão do ensino fundamental e médio.

O exame serve também de baliza à implementação de procedimentos e políticas para a melhoria da qualidade da oferta da educação de jovens e adultos, além de viabilizar estudos e indicadores sobre o sistema educacional brasileiro.

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CBF inicia reformulação na seleção feminina e demite Pia Sundhage


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A eliminação precoce do Brasil na Copa do Mundo levou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a dar início a uma reformulação nas seleções femininas – principal e de base. A mudança mais significativa foi anunciada na quarta-feira (30), quase um mês após a queda na primeira fase, com a saída da sueca Pia Sundhage, que dirigiu a equipe canarinha no Mundial de Austrália e Nova Zelândia.

A demissão foi confirmada em nota divulgada pela entidade. Segundo o comunicado, a nova comissão será apresentada “nos próximos dias”, para iniciar o trabalho visando a Olimpíada de Paris, na França, em 2024 e a próxima Copa, em 2027, ainda sem sede definida – o Brasil é um dos candidatos a receber o evento.

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O favorito ao cargo é Arthur Elias, técnico do Corinthians. Em meio às especulações sobre uma eventual saída do profissional para a seleção, o Timão se limitou a dizer, em nota à imprensa, que terá Arthur como treinador “em nossos próximos compromissos”. A equipe está envolvida com as semifinais da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro e a reta final do Campeonato Paulista. Além disso, em outubro, o time buscará o tetra da Libertadores Feminina, na Colômbia.

Altos e baixos

Pia assumiu a seleção feminina em julho de 2019 e a dirigiu em 57 partidas, com 34 vitórias, 13 empates e dez derrotas. A equipe anotou 139 gols e sofreu 42. O único título oficial da sueca a frente do time brasileiro foi o da Copa América do ano passado, na Colômbia.

O trabalho da treinadora começou recheado de expectativas, já que Pia era bicampeã olímpica comandando os Estados Unidos (2008 e 2012) e considerada uma das principais profissionais da modalidade. Em 2021, nos Jogos de Tóquio, no Japão, primeiro grande desafio da sueca no cargo, o Brasil caiu nos pênaltis para o Canadá, nas quartas de final – as canadenses conquistaram o ouro.

Na Copa América, as brasileiras venceram os seis jogos que disputaram e levantaram a taça pela oitava vez. A própria Pia, no entanto, reconheceu que o Brasil teria que apresentar um nível técnico superior para encarar adversários mais competitivos. De fato, a equipe evoluiu, com boas atuações no empate por 1 a 1 com a Inglaterra pela Finalíssima (duelo entre os campeões sul-americano e europeu), e no triunfo por 2 a 1 sobre a Alemanha, ambos fora de casa.

No Mundial, porém, a goleada por 4 a 0 sobre o Panamá, na estreia, foi o único momento de brilho. Na derrota por 2 a 1 para a França e no empate sem gols com a Jamaica, que culminaram na queda na fase de grupos, a seleção teve atuações ruins. A campanha decepcionante foi determinante para a passagem de Pia chegar ao fim, mesmo com um ano ainda de contrato pela frente.

Renovação

Uma das marcas do trabalho de Pia foi a busca por caras novas, tendo proximidade com as comissões técnicas da base. Ganharam espaço jogadoras como a lateral Bruninha (21 anos), a zagueira Lauren (20), a volante Angelina (23), as meias Duda Sampaio (22), Ary Borges e Ana Vitória (ambas 23) e as atacantes Kerolin (23), Nycole (22) e Aline Gomes (18), todas elas presentes entre as 26 convocadas para a Copa (considerando, também, as suplentes).

A saída de Pia não foi a única mudança no departamento feminino da CBF. Saíram, também, profissionais como Ana Lorena Marche (coordenadora de seleções), Mayara Bordin (supervisora), Bia Vaz (auxiliar da equipe sub-20) e Jonas Urias (técnico da sub-20).

A demissão de Jonas foi a que mais chamou atenção, já que o treinador, há um ano, levou o Brasil a um inédito terceiro lugar no Mundial da categoria, com atletas que passaram a ser convocadas para o time principal. Bruninha, Lauren e Aline Gomes, por exemplo, fizeram parte daquela campanha, assim como a zagueira Tarciane (20 anos) e a meia Yayá (21), também chamadas por Pia ao longo dos últimos quatro anos. Algumas das atletas, como Tarciane, lamentaram a saída do técnico em publicações nas redes sociais.

TV Brasil transmite competições dos Jogos da Juventude

TV Brasil transmite competições dos Jogos da Juventude

A TV Brasil acompanha as emoções dos Jogos da Juventude, evento promovido pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), de 1º a 16 de setembro, em Ribeirão Preto, São Paulo. Além de transmitir ao vivo em sua programação diversas modalidades do torneio, a emissora pública também fará cobertura jornalística sobre a competição em matérias e entrevistas exclusivas para o telejornal Repórter Brasil e o programa Stadium.

Realizada pela TV Brasil em parceria com o COB, a iniciativa é parte da estratégia da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), gestora da emissora de tevê, de investir em coberturas esportivas. O evento também terá cobertura da Agência Brasil e da Rádio Nacional, veículos públicos da EBC.

“A transmissão dos Jogos da Juventude está alinhada à nossa missão, como emissora pública, de valorizar o esporte e a juventude e, ao mesmo tempo, dar visibilidade a um evento importante, mas que não encontra espaço nas emissoras comerciais”, destaca o diretor-presidente da EBC, Hélio Doyle.

“Os Jogos da Juventude são um importante evento para o Comitê Olímpico do Brasil. É onde damos oportunidade para que os jovens atletas desfrutem de uma estrutura parecida com a de grandes eventos e tenham visibilidade. Ter a TV Brasil como parceira na transmissão dos Jogos da Juventude reforça o nosso trabalho no pilar de valorização da Imagem do Movimento Olímpico, fortalecendo a divulgação de modalidades, equipes e atletas”, disse Paulo Wanderley Teixeira, presidente do COB.

“Não temos dúvida de que alguns dos nomes que estarão nos Jogos Olímpicos Los Angeles 2028 e Brisbane 2032 vão aparecer na transmissão dos Jogos da Juventude”.

Rio de Janeiro (RJ) - As datas dos Jogos da Juventude foram definidas pelo COB e vai acontecer entre os dias 1º e 16 de setembro, em Ribeirão Preto (SP). Foto: Washington Alves/COB

Os jogos da Juventude acontecem entre os dias 1º e 16 de setembro, em Ribeirão Preto (SP). Washington Alves/COB

No dia 4, o público da TV Brasil vai conferir, às 10h, as provas de atletismo, modalidade que inclui corridas rasas, corridas com barreiras, revezamento misto, saltos, arremessos, lançamentos e combinadas. No dia 6, às 16h, será exibida a competição de judô, nas categorias super ligeiro, ligeiro, meio-leve, leve, meio-médio, médio, meio-pesado e pesado.

As modalidades de ginástica artística e judô ganham as telas da emissora pública no dia 7, às 14h. Já no dia 8, as transmissões da ginástica artística acontecem em dois momentos, às 10h e às 14h, com disputas por equipes, individual geral e por aparelhos.

Na semana seguinte, a TV Brasil exibe as provas de natação, nos dias 12, 13 e 14, às 9h. Os atletas competem nos estilos borboleta, costas, peito, livre e medley, além dos revezamentos em piscina de 25m ou 50m de extensão.

As finais de vôlei de praia vão ao ar ao vivo no dia 14, às 16h. E no dia 16, às 11h, a emissora pública faz a transmissão da etapa final do handebol.

Sobre os Jogos da Juventude

Com o objetivo de proporcionar aos jovens esportistas a experiência de participar de uma competição de grande porte, os Jogos da Juventude reúnem anualmente mais de 4 mil atletas, de 15 a 17 anos de todo o país. O torneio conta com mais de 2 milhões de estudantes das 27 unidades federativas (26 estados e o Distrito Federal) nas etapas classificatórias.

Neste ano, as provas acontecem em 17 instalações esportivas de Ribeirão Preto, primeira cidade do estado de São Paulo a receber o evento. As novidades desta edição são as entradas de águas abertas, esgrima, tiro com arco e triatlo. O atletismo também terá pela primeira vez provas de marcha atlética.

Em 2023, o programa esportivo dos Jogos da Juventude contempla um total de 18 modalidades: águas abertas, atletismo, badminton, basquete, ciclismo, esgrima, ginástica artística, ginástica rítmica, handebol, judô, natação, taekwondo, tênis de mesa, tiro com arco, triatlo, vôlei de praia, voleibol e wrestling.

Grandes nomes do esporte brasileiro já passaram pela competição, realizada desde o ano 2000. É o caso da campeã olímpica Sarah Menezes e da campeã mundial Mayra Aguiar, ambas do judô; dos mesatenistas Hugo Calderano e Bruna Takahashi; de Darlan Romani, Paulo André e Rosângela Santos, todos do atletismo; dos armadores Raulzinho e Tainá Paixão, do basquete; da nadadora Etiene Medeiros; e de Haniel Langaro e Tamires Morena, do handebol.

Serviço – Jogos da Juventude
– Atletismo – segunda-feira, dia 04/09, ao vivo, às 10h, na TV Brasil
– Judô – quarta-feira, dia 06/09, ao vivo, às 16h, na TV Brasil
– Ginástica Artística e Judô – quinta-feira, dia 07/09, ao vivo, às 14h, na TV Brasil
– Ginástica Artística – sexta-feira, dia 08/09, ao vivo, às 10h e 14h, na TV Brasil
– Natação – terça, quarta e quinta-feira, dias 12, 13 e 14/09, ao vivo, às 9h, na TV Brasil
– Finais Vôlei de Praia – quinta-feira, dia 14/09, ao vivo, às 16h, na TV Brasil
– Finais Handebol – sábado, dia 16/09, ao vivo, às 11h, na TV Brasil

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site https://tvbrasilplay.com.br/ ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.

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Estádio do Vasco permanecerá fechado para o público, decide Justiça


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A Justiça do Rio de Janeiro decidiu que o Estádio de São Januário, do Club de Regatas Vasco da Gama, na zona norte da cidade, continuará fechado para o público. A decisão é da Segunda Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio, que entendeu que a medida deve ser mantida até a realização de perícia por questão de segurança dos torcedores, de moradores da região e demais pessoas que circulam no entorno do local.

Por 2 votos a 1, foi dado parcial provimento ao recurso do Vasco da Gama para que o estádio realize as partidas com portões fechados. Para a relatora do processo, desembargadora Renata Cotta, a responsabilidade pela segurança do consumidor no ingresso e saída do evento é do clube mandante. “A segurança do evento e dos consumidores é um princípio fundamental do esporte”, destacou no seu voto.

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A magistrada relembrou os atos de vandalismo e desordem ocorridos no dia 22 de junho, após jogo do Vasco da Gama contra o Goiás em São Januário. Ela afirmou ainda que os jogos sem a presença de público, realizados no estádio demonstraram que a medida foi efetiva, uma vez que não houve incidente nas partidas realizadas após a implementação da medida.

A desembargadora Renata Cotta disse ainda que o cancelamento de planos de sócios torcedores, alegado no processo, não foi comprovado e que caberá ao juízo de origem, na primeira instância, avaliar as condições de segurança do estádio após a realização de perícia técnica no local.  

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Prazo de adesão ao Programa Escola em Tempo Integral termina amanhã


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O prazo para adesão de munícipios, estados e o Distrito Federal ao Programa Escola em Tempo Integral, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), terminará nesta quinta-feira (31). A adesão é realizada pela internet, no Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec). A participação dos entes federados é voluntária. 

Para os municípios, a participação nessa modalidade de ensino ampliado diz respeito obrigatoriamente à educação infantil, de crianças de zero a seis anos; e no ensino fundamental, do 1º ao 9º ano. Já para os estados, as prioridades serão os ensinos fundamental e médio.  

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Após essa etapa, que se encerra nesta quinta, no próximo período – de 1º de setembro a 15 de dezembro – os entes federados deverão pactuar com o MEC as metas e o recebimento de repasses federais.  

As regras e prazos para adesão e a pactuação de metas para a ampliação de matrículas em tempo integral, bem como os parâmetros para o cálculo do fomento de cada estado e município estão descritos na portaria 1.495/2023.

Ao longo de todo o processo de adesão e pactuação, as secretarias terão disponíveis tutoriais e atendimento para dúvidas via suporte técnico do programa, e pela Central de Atendimento do MEC: 0800-616161.  

Vagas de tempo integral 

O novo programa que expande as escolas em tempo integral contempla toda a educação básica, que se estende da creche ao ensino médio.  

Segundo o MEC, o programa tem como meta, já em 2023,  ampliar em um milhão o número de matrículas de tempo integral nas escolas de educação básica de todo o Brasil. Depois, até 2026, o objetivo é alcançar cerca de 3,2 milhões de matrículas.   

No cálculo da ampliação do número de vagas serão consideradas matrículas criadas ou convertidas a partir de janeiro de 2023 e novas matrículas para 2024. A criação de vagas priorizará as escolas que atendam estudantes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. 

Para expandir a oferta de jornada em tempo integral nas redes de ensino estaduais e municipais, o governo federal investirá R$ 4 bilhões. As transferências de recursos financeiros serão feitas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com depósito em conta corrente específica do governo local. 

Programa federal 

O Programa Escola em Tempo Integral é uma estratégia do governo federal para induzir a criação de matrículas em tempo integral em todas as etapas e modalidades da educação básica.  

A jornada ampliada na rede de ensino é considerada quando o estudante permanece na escola ou em atividades escolares por tempo igual ou superior a sete horas diárias ou a 35 horas semanais, em dois turnos. 

Com o programa, o governo federal pretende cumprir a meta 6 do Plano Nacional de Educação 2014-2024.

O programa prevê assistência técnica e financeira para a criação das matrículas em tempo integral para organização, gestão e implementação da educação integral.

Oferta de ensino

Para assegurar a qualidade da oferta do ensino em tempo integral, o Ministério da Educação estruturou o programa em cinco eixos – ampliar, formar, fomentar, entrelaçar e acompanhar articulando ações estratégicas em todo o país. 

De agosto a outubro de 2023, estão sendo realizadas etapas regionais do Ciclo de Seminários do Programa para debater princípios para a Política de Educação Integral em Tempo Integral e esclarecer dúvidas.

As etapas das regiões Centro-Oeste e Norte já ocorreram em agosto. A etapa Nordeste, em Recife (PE), está agendada para 27 e 28 de setembro; a do Sudeste, em Diadema (SP), em 4 e 5 de outubro; já a etapa da região Sul ainda terá data e local definidos, de acordo com o MEC.  

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Conselhos são incluídos na política sobre material didático


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O governo federal incluiu os conselhos de educação e escolares na nova regulamentação do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), política pública que avalia e disponibiliza obras literárias, pedagógicas e material de apoio às escolas públicas. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (30).

Além dos conselhos, que atuam como articuladores e mediadores das demandas educacionais, são integrantes do programa do Ministério da Educação (MEC), o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), as redes de ensino e escolas participantes, os professores e os produtores de recursos educacionais e seus representantes.

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A nova regra estabelece a conduta dos agentes integrantes do PNLD, com princípios como isonomia e impessoalidade, na execução não apenas da escolha dos recursos educacionais que melhor se relacionem com o projeto pedagógico de cada escola, mas também na capacitação e conscientização da comunidade escolar sobre a gestão desses recursos.

A resolução destaca a participação dos professores em todo o processo e traz como princípio a autonomia pedagógica no pluralismo de ideias e nas escolhas dos métodos.

Também foram estabelecidas as regras de atuação dos representantes de editoras e de produtoras de recursos educacionais na época do ano em que acontece a seleção do material, chamado Período Especial de Proteção da Escolha. Foram vedadas distribuição de brindes ou utilização de espaços públicos para a promoção e apresentação dos produtos educacionais.

Para a divulgação dos produtos foram estabelecidas diretrizes como formato e tamanho das publicações, que, na versão avaliativa, só poderão ser impressas até 31 de dezembro de 2025. Depois dessa data, o material de divulgação passará a ser exclusivamente digital.

A Comissão Especial de Apuração de Conduta (Ceac) foi mantida para analisar e apurar o descumprimento das normas estabelecidas pelo Conselho Deliberativo do FNDE. As penalidades para esses casos podem variar de uma advertência escrita à multa de 5% dos recursos educacionais distribuídos na região da unidade federativa, além da reparação ao dano causado. O representante do material didático também pode ter a participação no PNLD suspensa, por até 10 anos.

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Verdão recebe Deportivo Pereira para avançar à semi da Libertadores


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Após aplicar 4 a 0 no Deportivo Pereira na Colômbia na semana passada, o Palmeiras recebe o rival esta noite no jogo de volta das quartas de final da Copa Libertadores. Com a vantagem adquirida no primeira partida, os paulistas podem até perder por três gols de diferença que mesmo assim avançam no torneio, em busca do tetracampeonato. O duelo na Arena Allianz Parque, na capital paulista, às 21h30 (horário de Brasília), terá transmissão ao vivo na Rádio Nacional, com narração de André Marques, comentários de Mario Silva, reportagem de Maurício Costa e plantão de notícias com Bruno Mendes.

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Com a classificação às semifinais da Libertadores encaminhada, o Verdão pode jogar esta noite com um time misto, tendo em vista o clássico contra o Corinthians no próximo domingo (3) pelo Campeonato Brasileiro. Vice-líder no torneio, a equipe comandada pelo técnico Abel Ferreira quer se aproximar do líder Botafogo, com 11 pontos à frente na tabela. 

Entre os principais desfalques do Palmeiras diante do Deportivo Pereira estão o volante Gabriel Menino – suspenso após levar o terceiro cartão amarelo no jogo de ida das quartas – e o atacante Dudu, que sofreu lesão grave no joelho direito no confronto contra o Vasco, no último domingo (27), pelo Brasileirão. No lugar de Menino, o técnico Abel Ferreira pode escalar o meia colombiano Richard Ríos, e na posição de Dudu, há duas alternativas: John John e Kelvin. 

Estreante na Copa LIbertadores, o time colombiano precisa ao menos devolver o placar de 4 a 0 no Allianz Parque, para forçar a decisão da vaga na cobrança de pênaltis. No entanto, nas 23 vezes que disputou a Libertadores, o Verdão nunca sofreu um revés dessa magnitude tendo um placar tão favorável.