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Corrida Nacional do Sesi supera 60 mil inscritos em segunda edição


Corrida Nacional do Sesi supera 60 mil inscritos em segunda edição

A segunda edição da Corrida Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi) ocorre na próxima sexta-feira (1º), o Dia do Trabalhador, em 36 cidades de 25 estados e do Distrito Federal. As provas iniciam em diferentes horários, que podem ser conferidos no site do evento, clicando na aba “Veja as localidades”.

São quatro categorias: cinco quilômetros, dez quilômetros, caminhada de três quilômetros e a Corrida Kids (novidade desta edição, para crianças até 13 anos). Esta última será realizada no Distrito Federal e mais oito estados: Acre, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e São Paulo. Os itens e alimentos que forem arrecadados no evento serão destinados a ações sociais para famílias em situação de vulnerabilidade.

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Segundo o Sesi, são mais de 60 mil participantes na edição 2026 da corrida, que tem o lema “Correr é para todos”. A inscrição foi gratuita para os atletas atendidos nos Centros de Referência do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), projeto que oferece modalidades esportivas a pessoas com deficiência da iniciação ao alto rendimento em todas as regiões do país.

Um dos inscritos deste ano é o operador de máquinas Robson Gonçalves de Oliveira, marcado pelo exemplo de solidariedade durante a Maratona de Boston (Estados Unidos), quando auxiliou um atleta norte-americano, que encontrava dificuldades para correr, a concluir a prova. Paulista de São Bernardo do Campo, ele participará da corrida em Sorocaba (SP), que reunirá cerca de quatro mil pessoas.

No ano passado, foram 35 mil participantes envolvidos nas atividades, em 23 estados, doando dois quilos de alimentos cada um. Na ocasião, foram arrecadadas 59 toneladas de mantimentos. Além disso, mais de quatro toneladas de resíduos das provas, como copos plásticos, guardanapos e embalagens descartadas, foram direcionados a cooperativas de reciclagem.

“No ano em que o Sesi completa 80 anos, essa ação reafirma nosso compromisso com a promoção da saúde, da inclusão e da qualidade de vida dos trabalhadores da indústria, de suas famílias e da comunidade”, afirmou o presidente do Conselho Nacional da entidade, Fausto Augusto Junior, em comunicado à imprensa.

“Quando a indústria investe em prevenção e o trabalhador adota hábitos saudáveis, o país ganha em produtividade e qualidade de vida. A Corrida Nacional demonstra esse compromisso. É a saúde ocupando as ruas e mostrando que uma indústria forte também se faz com gente saudável”, afirma Paulo Mól, diretor-superintendente do Departamento Nacional do Sesi, também via assessoria.

Libertadores: Flamengo segura empate com Estudiantes na Argentina


Corrida Nacional do Sesi supera 60 mil inscritos em segunda edição

O Flamengo conseguiu segurar um empate de 1 a 1 com o Estudiantes (Argentina), na noite desta quarta-feira (29) no estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, em partida válida pelo Grupo A da Copa Libertadores. O confronto contou com transmissão ao vivo da Rádio Nacional.

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Com o resultado o Rubro-Negro da Gávea fica em situação muito confortável em sua chave na competição continental, no papel de líder com sete pontos conquistados. Os argentinos são os vice-líderes, com cinco pontos.

Diante de uma das melhores equipes do futebol argentino, o time comandado pelo técnico português Leonardo Jardim não teve vida fácil. Apesar de abrir o placar ainda no primeiro tempo, com Luiz Araújo aos 32 minutos, o Flamengo encontrou muitas dificuldades para articular as jogadas de ataque, em especial após a saída de campo de Arrascaeta aos 20 minutos (o uruguaio sofreu uma queda que o deixou com muitas dores no ombro direito).

Após o intervalo o Estudiantes abusou das bolas lançadas na direção da área do Flamengo para buscar o empate. E a estratégia deu resultado logo aos nove minutos. Meza cruzou para Farías, que cabeceou para defesa parcial de Rossi. Com a bola viva na frente do gol, Carrillo empurrou para o fundo das redes.

A partir daí os argentinos aumentaram muito a pressão, mas o Rubro-Negro mostrou maturidade para segurar o empate até o apito final.

Verdão empata

Quem também ficou no 1 a 1 na noite desta quarta foi o Palmeiras. Jogando no estádio Nueva Olla, em Assunção, o Verdão empatou com o Cerro Porteño (Paraguai) pelo Grupo F.

Com o resultado, o time de Abel Ferreira caiu para a vice-liderança da sua chave com cinco pontos. A liderança é ocupada pelo Sporting Cristal (Peru), que nesta rodada superou o Junior Barranquilla (Colômbia) pelo placar de 2 a 0.

Mirassol vence

A única equipe brasileira a triunfar na noite desta quarta na Copa Libertadores foi o estreante Mirassol. Atuando no estádio Municipal José Maria de Campos Maia, a equipe do interior paulista derrotou o Always Ready (Bolívia).

A vitória deixou o Mirassol na terceira posição do Grupo G com seis pontos conquistados, com possibilidades reais de avançar para o mata-mata da Libertadores.

Aprovada na Câmara, lei da Copa Feminina reconhece atletas pioneiras


Corrida Nacional do Sesi supera 60 mil inscritos em segunda edição

A pouco mais de um ano para a abertura do Mundial feminino no Brasil, o primeiro na América do Sul, um projeto de lei (PL) aprovado na Câmara faz reconhecimento inédito de atletas pioneiras da modalidade no país. Na noite de terça-feira (29), a Câmara aprovou por maioria o PL que estabelece a Lei Geral da Copa Feminina da Fifa 2027. Além de regulamentar direitos e deveres da União e da Fifa para a realização do Mundial, a proposta do Ministério do Esporte autoriza o pagamento do prêmio de R$ 500 mil a cada uma das cerca de 30 ex-jogadoras que disputaram o Torneio Experimental da Fifa (1988) e competiram na primeira Copa Feminina (1991) na China.

“Se em 2014 o Brasil reconheceu 51 campeões que levaram o Brasil ao topo do futebol mundial, agora damos um passo além ao valorizar quem ajudou a construir esse caminho mesmo sem visibilidade, apoio ou reconhecimento. Esse prêmio às pioneiras do futebol feminino é um gesto de justiça histórica e de compromisso com a igualdade e reafirma que o esporte brasileiro também se constrói com memória, inclusão e respeito às mulheres que abriram portas para as novas gerações”, disse o ministro do Esporte Paulo Hernique Cordeiro, referindo-se à Lei Geral da Copa Masculina Fifa 2014 que contemplou ex-jogadores campeões mundiais das Copas de 1958, 1962 e 1970.


China. FOTO DE ARQUIVO - Jogadoras da primeira seleção brasileira no aquecimento em 1988. Foto: Acervo Museu do Futebol/Divulgação
China. FOTO DE ARQUIVO - Jogadoras da primeira seleção brasileira no aquecimento em 1988. Foto: Acervo Museu do Futebol/Divulgação
Primeira seleção feminina brasileira em aquecimento antes de partida no  Torneio Experimental da Fifa (1988), na China – Acervo Museu do Futebol/Divulgação

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No caso de alguma das ex-atletas já ter falecido, a valor da premiação poderá ser destinado aos herdeiros legais. Relatora do projeto, a deputada Gleisi Hoffmman (PT/PR) ressalta o caráter de justiça histórica da medida. Por quase quatro décadas – de 1941 (governo Getúlio Vargas) a 1979 (Ernesto Geisel) – vigorou a proibição estatal da prática do futebol por meninas e mulheres no país.

“Se foi o Estado, em tempos de ditaduras, que proibiu o esporte por tanto tempo e gerou as dificuldades que vemos agora, nada mais justo do que promover, na democracia, as medidas de reparação”, defendeu a parlamentar.

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Hoffmann destaca ainda que o Mundial Feminino representa uma oportunidade estratégica para ampliar a visibilidade do futebol feminino, fortalecer a formação de atletas e consolidar políticas públicas voltadas ao esporte. Com a aprovação na Câmara dos Deputados, a proposta segue para o Senado Federal, antes da sanção presidencial.

O projeto também disciplina a produção e distribuição de conteúdos audiovisuais, prevendo que a FIFA disponibilize material editado dos principais momentos das partidas em até seis horas após os eventos.


FOTO DE ARQUIVO - Seleção Brasileira de Futebol Feminino no jogo Brasil X Canadá no FIFA Series em abril de 2026. Foto: Henrique Barrios/MEsp
FOTO DE ARQUIVO - Seleção Brasileira de Futebol Feminino no jogo Brasil X Canadá no FIFA Series em abril de 2026. Foto: Henrique Barrios/MEsp
Vice-campeã olímpica em Paris 2024, a seleção feminina comandada por Athur Elias faturou em abril a primeira edição do Fifa Series, após vitória sobre o Canadá (1 a 0) na Arena Pantanal, em Cuiabá – Henrique Barrios/MEsp

Regras comerciais e bebidas alcoólicas durante os jogos

O texto permite a venda de bebidas alcoólicas nos estádios e locais oficiais, conforme normas sanitárias vigentes.

Um dos pontos mais debatidos foi a autorização para propaganda de bebidas alcoólicas durante transmissões e eventos oficiais da Copa, mesmo fora do horário restrito previsto atualmente na legislação brasileira.  A permissão se estende ainda à plataformas digitais, conforme entendimento já consolidado pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar).

O texto da Lei Geral da Copa abarca também regras sobre comércio nos locais dos jogos, proteção de marcas, patentes e acesso a imagens, garantindo segurança jurídica para a realização do torneio.

Legado e impactos sociais

A proposta da Lei Geral da Copa Feminina permite a decretação de feriados nacionais em dias de jogos da seleção brasileira. Os estados, municípios e do Distrito Federal também poderão instituir feriados e pontos facultativos nos dias de eventos em seus territórios.

O texto também abrange a área educacional: os calendários escolares deverão ser ajustados, de modo que as férias do primeiro semestre de 2027 coincidam com o período da competição, permitindo maior participação da população.

Direitos comerciais e organização da Copa Feminina

A proposta aprovada na Câmara dos Deputados fixa as regras de exclusividade para a Fifa e seus parceiros comerciais, no que diz respeito a imagens, marcas, sons e propriedades intelectuais relacionadas à competição. O projeto também garante ao governo Brasileiro o uso dos próprios símbolos em campanhas institucionais que não visem exploração comercial.

Quanto ao uso de imagens por emissoras não detentoras dos direitos de transmissão, o projeto regulamenta condições específicas. Elas poderão exibir trechos limitados de até 30 segundos por evento e até 3% da duração da partida em programas exclusivamente jornalísticos, sem associação comercial.

TV Brasil transmite jogos do Brasileirão Feminino nesta sexta e sábado


Corrida Nacional do Sesi supera 60 mil inscritos em segunda edição

A TV Brasil vai exibir dois jogos pela nona rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino 2026. Na sexta-feira (1°), o canal público transmite o confronto entre Santos e Internacional, a partir das 15h45. No mesmo horário do sábado (2), é a vez do duelo entre Bahia e Palmeiras.

O Santos recebe o Internacional em casa, na Vila Belmiro. O último jogo do clube, que está posicionado na 11ª posição da tabela, resultou em empate de 0 a 0 contra o Palmeiras, na segunda-feira (27).  O Internacional está na sétima colocação e venceu o Juventude por 1 a 0, no sábado (25).

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O Bahia vai enfrentar o Palmeiras na Arena Fonte Nova, em Salvador. O clube, que se destaca na quarta posição, perdeu para o Grêmio nesta terça-feira (28) por 2 a 0. O Palmeiras segue na vice-liderança mesmo após o empate com o Santos.

A exibição das partidas faz parte da estratégia da TV Brasil, a tela do futebol feminino, para ampliar a visibilidade da modalidade no país. Pelo terceiro ano consecutivo, o canal público exibe jogos da elite feminina.

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Também serão transmitidos os confrontos decisivos das Séries A2 e A3, a partir das semifinais. Além disso, o público poderá acompanhar as decisões das categorias de base pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20.

A equipe de profissionais que comanda as transmissões do Brasileirão Feminino conta com um time formado por mulheres. Integram o time a narradora Luciana Zogaib, as comentaristas Brenda Balbi e Rachel Motta e as repórteres Marília Arrigoni e Verônica Dalcanal.

As competições ganham ainda mais visibilidade por meio da parceria com os canais que formam a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que podem retransmitir a programação da TV Brasil em seus estados.

Feminino Série A1

A edição de 2026 do campeonato mobiliza 18 equipes que se enfrentam em turno único na fase de classificação. Os oito primeiros avançam para a segunda fase. As etapas a partir das quartas de final são disputadas no formato de mata-mata com duelos de ida e volta.

Os times reunidos no Brasileirão Feminino Série A1 são América (MG), Atlético Mineiro, Bahia, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Ferroviária, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Juventude, Mixto (MT), Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo e Vitória.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.

Serviço

Brasileirão Feminino Série A1 

Santos X Internacional – Sexta-feira (1), a partir das 15h45, na TV Brasil.

Bahia X Palmeiras – Sábado (2), a partir das 15h45, na TV Brasil.

TV Brasil na internet e nas redes sociais
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Inscrições para vagas remanescentes do Fies terminam hoje


Corrida Nacional do Sesi supera 60 mil inscritos em segunda edição

As inscrições gratuitas para as vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do primeiro semestre de 2026 terminam às 23h59 (horário de Brasília) desta quarta-feira (29). O período para os interessados se inscreverem começou no último dia 22.

Os interessados em participar do processo seletivo devem se inscrever, exclusivamente pela internet, por meio da página do programa, disponível no Portal Acesso Único ao Ensino Superior, na aba do Fies. É preciso fazer o login do portal Gov.br.

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Para saber o passo a passo completo para se inscrever de graça no Fies, acesse o link

O programa do Ministério da Educação (MEC) foi criado para ajudar estudantes a cursarem o ensino superior em instituições privadas participantes dos Fies.  Esses cursos devem, necessariamente, ter avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

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Quem pode se inscrever

De acordo com o edital com as que regras do processo seletivo de ocupação das vagas remanescentes do Fies podem se inscrever os candidatos que atendam, cumulativamente, aos seguintes requisitos: 

. participação em uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir de 2010; 

. média aritmética das notas nas cinco provas do Enem igual ou superior a 450 pontos;

. nota na redação do Enem superior a zero; 

. condições de atingir a frequência mínima exigida (70%) para o primeiro semestre de 2026 no curso escolhido.  

. renda familiar mensal bruta por pessoa de até três salários mínimos (R$ 4.863, em 2026); 

O MEC explica que o cálculo da renda familiar mensal bruta por pessoa é feito com base na soma da renda bruta de todos os membros do grupo familiar, dividida pelo número total de pessoas pertencentes ao referido grupo familiar.

Resultados

Após o período de inscrição, o MEC divulga os resultados e a classificação dos candidatos. 

O resultado da chamada única do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do primeiro semestre de 2026 será divulgado em 7 de maio.

Se for pré-selecionado na chamada única, o inscrito deve complementar sua inscrição na página do Fies.

Em seguida, entre os dias 8 e 11 de maio, o candidato deve validar as informações declaradas na inscrição diretamente na instituição de ensino superior privada, por meio da Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento da instituição.

Depois disso, ocorrerá a validação das informações no banco. O prazo para essa última validação é de até dez dias, contados a partir do terceiro dia útil, logo após a data da validação da inscrição pela CPSA, realizada na instituição de ensino para a qual o estudante foi pré-selecionado.  

Lista de espera

Quem não for pré-selecionado na chamada única será incluído automaticamente na lista de espera, cuja convocação ocorrerá no período de 15 a 29 de maio. 

O Fies realiza anualmente dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre de cada ano letivo, além de processos seletivos para vagas remanescentes.

Se ainda tiver dúvidas, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.

 

Censo: 17% de creches e pré-escolas têm itens básicos para funcionar


Corrida Nacional do Sesi supera 60 mil inscritos em segunda edição

Em todo o país, menos de duas em cada dez unidades de ensino infantil públicas tem todos os itens considerados básicos para o funcionamento adequado. Os dados são do Censo Escolar 2025 e estão disponíveis no portal de dados educacionais QEdu.

Ao todo, são considerados 11 itens de infraestrutura básica: prédio escolar, energia de rede pública, água da rede pública, banheiro, rede de esgoto, cozinha, alimentação para os alunos, coleta de lixo, acessibilidade, internet, biblioteca e/ou sala de leitura.

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De acordo com os dados, apenas 17% das creches e pré-escolas públicas detêm todos esses componentes, que são baseados em lei sancionada em março deste ano.

Um dos maiores entraves é dispor de bibliotecas ou salas de leitura. Do total das instituições, 64% ainda não contam com esses espaços. Além disso, 33% não usam água da rede pública e 4% não contam com rede de esgoto.

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Alimentação

Na outra ponta, a alimentação é item atendido em todas as escolas de educação infantil no Brasil.

Além dos itens básicos, são analisados elementos de infraestrutura específicos: banheiro infantil, jogos e brinquedos pedagógicos, materiais artísticos, parque infantil e área verde.

Considerados esses itens, apenas 12% das unidades públicas de educação infantil do país conseguem assegurar todos eles. Menos da metade das escolas conta com parque infantil (45%) ou com área verde (36%).

Jogos e brinquedos pedagógicos – quesitos importantes para as atividades educacionais nessa etapa de ensino – estão presentes em 83% das unidades.

Educação infantil

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (29), quando a plataforma QEdu passa a contar com dados referentes à educação infantil. É possível consultar dados dessa etapa de ensino em nível nacional, por unidades da Federação e municípios e fazer comparações.

“Educação infantil precisa estar no centro, a gente precisa falar mais sobre o que é educação infantil de qualidade”, destacou o diretor-executivo do Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Ernesto Martins Faria – cocriador do QEdu.

A inserção dos dados de educação infantil no portal QEdu faz parte de uma iniciativa conjunta do Iede, Fundação Bracell, Fundação Itaú, Fundação VélezReyes+, Fundação Van Leer e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Faz parte também da iniciativa a criação do indicador de atendimento em nível municipal. Esse marcador mostra que, em 16% dos municípios, ou seja, em 876 cidades brasileiras, pelo menos uma em cada dez crianças de 4 e 5 anos não frequentam creches ou pré-escolas.

Ministério da Educação

Procurado, o Ministério da Educação (MEC) informou, em nota, que vem “intensificando as ações para apoiar os municípios, responsáveis diretos pela educação infantil, na ampliação do acesso com qualidade a essa etapa do ensino”.

A pasta cita como um dos principais instrumentos o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade na Educação Infantil, que reúne mais de 2,5 mil entes federados.

“O objetivo é unir esforços em torno da expansão de vagas, da permanência de bebês e crianças nas creches e pré-escolas e da implementação de parâmetros nacionais de qualidade, sempre considerando as diferentes realidades territoriais e sociais do país.”

No texto, o MEC destacou ainda a que, por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), 886 unidades de educação infantil foram entregues e estão previstas 1.684 novas creches e escolas de educação infantil.

Outras prioridades são a retomada e a conclusão de obras paralisadas. Das 1.318 unidades de educação infantil que manifestaram interesse em retomar as construções, 904 foram aprovadas e 278 foram concluídas.

“Esses dados demonstram uma mudança de prioridade na gestão, com a ampliação dos investimentos recentes para dar mais condições aos municípios de abrir vagas, garantindo o atendimento pleno e atuando de forma proativa para superar as lacunas ainda existentes na educação infantil brasileira”, acrescentou o ministério.

Uma em cada 10 crianças de 4 e 5 anos não vai à escola em 876 cidades


Corrida Nacional do Sesi supera 60 mil inscritos em segunda edição

Apesar de a matrícula em unidades de educação infantil a partir dos 4 anos de idade ser obrigatória no país, ainda há crianças fora da escola. Em 16% dos municípios, ou seja, 876 cidades brasileiras, pelo menos uma em cada dez crianças de 4 e 5 anos não frequenta creches ou pré-escolas.

As desigualdades são ainda maiores quando é levado em consideração onde esses municípios estão localizados. Na Região Norte, 29%, o que corresponde a 130 municípios, têm menos de 90% das crianças matriculadas na educação infantil.

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O menor percentual é no sul do país, com 11% dos municípios com menos de 90% das crianças de 4 a 5 anos fora da escola.

Na Região Centro-Oeste são 21% dos municípios, ou 99; no Nordeste são 17% (304) e, no Sudeste, 13% (213). Os dados são referentes a 2025.

As informações são do novo indicador de atendimento escolar em nível municipal, elaborado pelo Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede) a partir de uma parceria com as fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A divulgação foi feita nesta quarta-feira (29).

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Matrículas em creches

O Brasil tem como meta estabelecida em lei, no Plano Nacional de Educação (PNE), ter pelo menos 60% das crianças de até 3 anos matriculadas em creches até 2036, além de atender a pelo menos 50% dessas crianças entre as populações indígenas, quilombolas e do campo.

Pelo novo indicador proposto, a maior parte dos municípios brasileiros, 81%, ou 4.485, registra taxas inferiores a 60% de crianças nessa faixa etária em unidades de educação infantil. Na Região Norte, está também o maior percentual – são 94% dos municípios com índices inferiores a 60%, ou 424 cidades. 

Nas demais regiões os índices são: 90% no Centro-Oeste; 83% no Sudeste; 81% no Nordeste e, 66% no Sul, com atendimentos inferiores a 60% das crianças de até 3 anos em creches. 

Educação infantil nas capitais

Entre as capitais brasileiras, aquelas que já conseguiram universalizar o atendimento de crianças de 4 e 5 anos em unidades de educação infantil, ou seja, atendem 100% dessas crianças são Vitória, Curitiba, São Paulo e Belo Horizonte.

Aquelas com os índices mais baixos de atendimento são Maceió, com 64,8%; Macapá, com 71,4% e, João Pessoa, com 73,4%.

As capitais com os maiores percentuais de atendimento de bebês e crianças com até 3 anos de idade são São Paulo, com 72,9% matriculadas em unidades de educação infantil, Vitória, com 66,7%, e Belo Horizonte, com 63%. Todas com atendimento acima da meta de 60% estabelecida no PNE para essa etapa nos próximos dez anos.

Os piores índices de atendimento estão em Macapá, com 9,1% das crianças atendidas; Manaus, com 12,8% e Porto Velho, com 16,9%.

Informações para os municípios

O novo indicador não é oficial, mas segundo as organizações responsáveis pela elaboração, traz principalmente informações municipais mais precisas que as disponíveis atualmente, que podem ajudar os municípios a garantir o acesso escolar.

São justamente os municípios, de acordo com a Constituição, os principais responsáveis pela oferta da educação infantil.

Saber quantas crianças estão fora da escola é importante até mesmo para que se possa fazer uma busca ativa, encontrá-las e garantir que tenham acesso a esse direito, diz o diretor executivo do Iede, Ernesto Martins Faria.

“Como a gente está falando de educação infantil, que é de responsabilidade dos municípios, precisamos dar uma resposta, para eles verem o cenário e fazer busca ativa de crianças que deveriam estar na escola e não estão. Então, precisam de um dado. Mesmo que possa ter alguma imprecisão, necessitam de um norte. Especialmente no cenário em que possivelmente muitos municípios brasileiros têm taxa de atendimento muito abaixo da desejada”, acrescenta.

Atualmente, segundo Faria, as bases de dados disponíveis para monitorar o atendimento nessa etapa de ensino apresentam restrições. O Censo Demográfico cobre todos os municípios, mas é realizado apenas a cada dez anos. Já a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc) produz dados anuais, mas limitados aos níveis nacional, de estados, regiões metropolitanas e capitais.

O novo indicador utiliza dados do Censo Escolar e projeções populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas pelo Datasus, para estimar a cobertura anual em creches e pré-escolas em todos os municípios brasileiros. Ele também busca maior precisão quanto à idade das crianças.

Oficialmente, os dados do IBGE divulgados em dezembro de 2025, referentes a 2024, mostram que 39,7% das crianças de 0 a 3 anos estavam matriculadas em escolas, e 93,5% daquelas de 4 a 5 anos.

Ter dados mais precisos em nível municipal mostra que a cobertura escolar pode estar ainda mais crítica em algumas localidades, que precisam de atenção.

“Ainda há algo muito relevante para se olhar em relação a atendimento. Especialmente para 4 e 5 [anos], que é obrigatória. Foi um avanço muito grande a gente mirar essa universalização, mas ainda há avanços muito importantes a se fazer que é entender que muitos municípios têm esse desafio de acesso”, afirma o diretor.

Ministério da Educação 

Procurado, o Ministério da Educação (MEC) informou que os indicadores oficiais utilizados pela pasta são “seguros, precisos e consistentes” tanto para monitorar o cumprimento das metas do PNE quanto para orientar a tomada de decisões de políticas públicas. O Ministério acrescentou que cruzamentos e análises são possíveis por causa da disponibilização das bases de dados públicas, como as do Datasus. 

Em relação à educação infantil, o MEC diz que vem “intensificando as ações para apoiar os municípios, responsáveis diretos pela educação infantil, na ampliação do acesso com qualidade a essa etapa de ensino”.

A pasta cita como um dos principais instrumentos o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade na Educação Infantil, que reúne mais de 2,5 mil entes federados. 

O MEC destaca ainda o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que desde o início da atual gestão, entregou 886 unidades de educação infantil, com investimento de R$ 1,4 bilhão.

O Novo PAC, segundo o MEC, ainda garantirá 1.684 novas creches e escolas de educação infantil, beneficiando 1.438 municípios, com investimento total de R$ 7,5 bilhões. Desse total, 821 unidades estão em execução.

Outra prioridade é a retomada e a conclusão de obras paralisadas e inacabadas. Das 1.318 unidades de educação infantil que manifestaram interesse em retomar as construções, 904 foram aprovadas e 278 foram concluídas. Ao todo, essas unidades têm potencial para gerar mais de 323 mil novas vagas em dois turnos, ou cerca de 161 mil vagas em tempo integral.

“Esses dados demonstram uma mudança de prioridade na gestão, com a ampliação dos investimentos recentes para dar mais condições aos municípios de abrir vagas, garantindo o atendimento pleno e atuando de forma proativa para superar as lacunas ainda existentes na educação infantil brasileira”, afirma.

Cruzeiro mostra poder de decisão para superar Boca na Libertadores


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Em uma partida complicada e muito disputada fisicamente, o Cruzeiro mostrou poder de decisão para derrotar o Boca Juniors (Argentina) pelo placar de 1 a 0, na noite desta terça-feira (28) no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, pelo Grupo D da Copa Libertadores da América.

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Após esta vitória a Raposa assumiu a liderança da sua chave na competição continental com seis pontos, mesma pontuação dos argentinos, que aparecem na vice-liderança. Mas podem acontecer mudanças na classificação, pois Universidad Católica (Chile) e Barcelona de Guayaquil (Equador) ainda entrarão em ação nesta rodada.

A equipe comandada pelo técnico Artur Jorge encontrou muitas dificuldades para enfrentar um Boca que mostrou muito espírito de luta e dedicação tática para fechar os espaços na defesa. Com isso, pouco foi criado na etapa inicial. E o lance de maior destaque antes do intervalo foi a expulsão do atacante Bareiro, que acertou o rosto do volante Christian aos 45 minutos.

Mesmo com um homem a mais o Cruzeiro continuou com dificuldades no segundo tempo. Apesar de manter mais a posse de bola, encontrava poucos espaços para agredir o gol adversário. Diante deste cenário Artur Jorge começou a realizar mudanças. E uma delas foi fundamental para o resultado final da partida. Aos 37 minutos Matheus Pereira tocou na medida para Kaio Jorge, que, dentro da área, tocou rasteiro para o colombiano Néiser Villarreal, que teve apenas o trabalho de escorar para o fundo do gol.

Brasileiro feminino: Grêmio derrota Bahia no fechamento da 8ª rodada


Corrida Nacional do Sesi supera 60 mil inscritos em segunda edição

Na partida que fechou a 8ª rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino, o Grêmio derrotou o Bahia por 2 a 0, na noite desta terça-feira (28) na Arena Cajueiro, em Feira de Santana.

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Os três pontos conquistados fora de casa deixaram as Gurias Gremistas com dez pontos, na 12ª colocação. Já as Mulheres de Aço permanecem com 15 pontos, na 4ª posição da classificação.

E o confronto teve uma protagonista, a volante Camila Pini, que marcou duas vezes em cobrança de falta, a primeira aos 11 da etapa inicial e a segunda aos 51 do segundo tempo.

Tênis de mesa: Brasil sai na frente no Mundial por equipes em Londres


Corrida Nacional do Sesi supera 60 mil inscritos em segunda edição

O tênis de mesa brasileiro estreou com vitória nas disputas feminina e masculina da fase de grupos do Campeonato Mundial de tênis de mesa por equipes, em Londres (Inglaterra). Nesta terça-feira (28), a seleção feminina liderada por Bruna Takahashi superou o Cazaquistão por 3 jogos a 1, no primeiro jogo do Grupo 5, que tem ainda República Tcheca, Cazaquistão e Mongólia. As demais integrantes da equipe Amarelinha são Giulia Takahashi (irmã mais nova e Bruna), Laura Watanabe e Victoria Strassbourger. 

O Mundial também começou bem para o escrete masculino, comandado pelo carioca Hugo Calderano, número 5 do mundo, com triunfo por 3 partidas a 1 sobre Porto Rico, pelo Grupo 4 (Hungria, Porto Rico e Uzbequistão completam a chave). O time Amarelinho conta também com Leonardo Iizuka, Guilherme Teodoro e Felipe Doti Arado.

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O Brasil volta à quadra mesta quarta (29). A partir das 13h (horário de Brasília), a seleção feminina encara a República Tcheca. Na sequência, às 15h30, o quarteto Amarelinho enfrenta a Hungria. Os jogos têm transmissão ao vivo online na conta da Federação Internacional (World Table Tennis) no YouTube.

A competição reúne ao todo 64 equipes em cada gênero (masculino e feminino), divididas em 16 chaves. Na primeira fase, todos os times jogam entre si dentro do grupo. A classificação à fase seguinte (mata-mata) seguirá critérios distintos até completar 32 seleções. Os grupos 1 e 2, que abarcam as oito equipe mais bem ranqueadas, já têm classificação assegurada no mata-mata.

A partir da chave 3 até a 16, somente os primeiros colocados seguirão para a fase eliminatória. O regulamento também prevê a classificação dos seis melhores segundos colocados. Já os demais oito segundos lugares disputarão uma etapa preliminar, da qual apenas quatro avançarão ao mata-mata.

Ao todo, 32 seleções disputarão a fase eliminatória, quando terão início as partidas individuais. O Brasil busca um título inédito no Mundial por equipes.

Resultados desta terça (28)

Chave feminina (Brasil x Cazaquistão)

Bruna Takahashi venceu Sarvinoz Mirkadirova por 3 sets a 0 (11/0, 13/11, 11/7);

Giulia Takahashi foi superada por Zauresh Akasheva por 3 a 2 (11/8, 7/11, 11/6, 5/11, 9/11);

Laura Watanabe derrotou Zhanelke Koshkumbayeva por 3 a 2 (11/4, 7/11, 11/9, 7/11, 11/9)

Bruna Takahashi voltou ganhou de Akasheva por 3 a 0 (11/6, 12/10, 11/6).

Chave masculina (Brasil x Porto Rico)

Hugo Calderano venceu Seven Moreno por 3 sets a 0 (11/4, 11/6, 11/5);

Leonardo Iizuka perdeu para Angel Naranjo por 3 a 1 (11/7, 8/11, 9/11, 9/11);

Guilherme Teodoro ganhou de Enrique Rios por 3 a 0 (13/11, 11/9, 11/7);

Hugo Calderano bateu  Naranjo por 3 a 0 (11/7, 11/3, 11/3).

Programação

Quarta-feira (29)
13h – Brasil x República Tcheca (feminino)
15h30 – Brasil x Hungria (masculino)

Quinta (30)
13h – Brasil x Mongólia (feminino)
15h30 – Brasil x Uzbequistão (masculino)