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Libertadores: Mirassol garante classificação antecipada para oitavas


Libertadores: Mirassol garante classificação antecipada para oitavas

O Mirassol fez história na noite desta terça-feira (19), pois, em sua primeira participação na Copa Libertadores da América, derrotou o Always Ready (Bolívia) pelo placar de 2 a 1 no estádio Tigo La Huerta, em Assunção (Paraguai), e garantiu a classificação antecipada para as oitavas de final da competição continental.

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Graças ao triunfo alcançado fora de casa, o Leão chegou aos 12 pontos, na liderança do Grupo G da competição. Desta forma, o time comandado por Rafael Guanaes pode ser alcançado apenas por Lanús (Agentina) ou LDU (Equador), que se enfrentam na próxima quarta-feira (20), o que garante aos brasileiros um lugar na próxima fase.

O Mirassol abriu o placar logo aos 10 minutos do primeiro tempo, quando o Always Ready vacilou na saída da defesa e a bola foi lançada na ponta esquerda para Carlos Eduardo, que rolou, no meio da área, para Shaylon, que escorou para o fundo do gol defendido por Baroja.

Após o intervalo, aos 30 minutos, o meio-campista Maraude chegou a empatar, mas seis minutos depois o Leão contou com o faro de gol do atacante Nathan Fogaça para garantir a vitória e a classificação.

Flu se complica

Outra equipe brasileira a triunfar nesta terça na Libertadores foi o Fluminense. Jogando no estádio do Maracanã, o Tricolor das Laranjeiras bateu o Bolívar (Bolívia) por 2 a 1 pelo Grupo C da competição.

Porém, mesmo com este triunfo o time comandado pelo técnico argentino Luis Zubeldía permanece em situação complicada no torneio continental. Após os três pontos alcançados nesta terça, o Fluminense assumiu a terceira posição com os mesmos quatro pontos do Bolívar. Desta forma, o Tricolor não depende apenas de si para avançar para as oitavas, mas precisa vencer e também torcer por um tropeço dos bolivianos na última rodada.

Na partida disputada no Maracanã, o Flu abriu o placar aos cinco do primeiro tempo com o argentino Lucho Acosta. Mas o Bolívar igualou aos 23 com Melgar. O confronto ficou muito truncado e o time das Laranjeiras só conseguiu garantir a vitória aos 25 da etapa final com o centroavante John Kennedy.

Empate na Bombonera

O terceiro brasileiro a entrar em ação foi o Cruzeiro, que empatou com o Boca Juniors (Argentina) por 1 a 0 no estádio La Bombonera, em Buenos Aires (Argentina). O resultado deixou a Raposa na liderança do Grupo D com oito pontos. A vice-liderança é dos argentinos, que têm sete pontos.

Comentaristas da EBC avaliam lista final de convocados da seleção


Libertadores: Mirassol garante classificação antecipada para oitavas

A convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo, realizada na última segunda-feira (18), no Rio de Janeiro, teve Neymar como centro das atenções. Em depoimentos à Agência Brasil, os comentaristas do núcleo de Esportes da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) analisaram a lista do técnico Carlo Ancelotti e discutiram a presença do atacante, que não vestia a Amarelinha desde outubro de 2023 e conviveu com lesões ao longo do ciclo.

Para Sergio du Bocage, a escolha por Neymar não surpreende, mas confirma que o grupo de atletas que vai Mundial, apesar de ter boa qualidade, não é de protagonistas como o próprio camisa 10 “já foi um dia”, na visão do jornalista.

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“Aos 34 anos, ele [Neymar] pode estar em um bom ritmo no Santos, mas não sei se no mesmo patamar que uma Copa exige. Como são 26 jogadores [convocados], o Neymar acabou entrando. Talvez, se fossem 23 [como era até 2018], ele não fosse chamado pelo Ancelotti”, avaliou Bocage.

Na opinião de Bruno Mendes e Marcelo Smigol, a convocação do camisa 10 do Santos, que tem seis gols e quatro assistências em 15 jogos na temporada, foi correta. A leitura de cada um, porém, é diferente.

“[O Neymar] Traz um peso. Ele veste uma camisa 10 pesada, [é um jogador que] tem importância no futebol e que é respeitado no mundo do futebol”, destacou Mendes.

“Apesar de achar que não está jogando uma bola redonda para ser convocado, achei bom ele [Ancelotti] ter chamado [o Neymar], para botá-lo para jogar. Se não chama, é pior. Se perde, iriam dizer: ‘ah, não chamou o Neymar’. Agora que chamou, em algum momento terá que colocá-lo e a gente verá se o Neymar pode ajudar a seleção brasileira”, avaliou Smigol.

Já Rodrigo Ricardo considerou a presença de Neymar uma surpresa. Para ele, o extracampo pesou na decisão de levar o atacante, maior artilheiro da seleção brasileira masculina, com 79 gols em 125 partidas.

“Acho que [Neymar] foi mais convocado por questões comerciais, pressão de patrocinadores, pela própria opinião pública. Metade [do público] gostaria que ele fosse e outra metade que não. O Ancelotti não quis entrar nessa bola dividida. Ele não tinha sido convocado nenhuma vez pelo Ancelotti e não acho que as atuações pelo Santos justificam a convocação. Mas ele vai para compor elenco, pela experiência e o nome que ele tem”, discorreu o jornalista.

Quem também não acredita que Neymar chegue como titular da seleção brasileira para a Copa é Rachel Motta.

“O Neymar, provavelmente, não será utilizado no meio-campo. Deve jogar como atacante, mas não dá para ele cair pela ponta esquerda, que é a posição do Vinícius Júnior. Então, o grande questionamento é: como será o esquema do Ancelotti com o Neymar”, projetou.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Surpresas e debates

Os comentaristas também analisaram os demais nomes chamados por Ancelotti e os que ficaram fora da lista final. As convocações do goleiro Weverton, do Grêmio, e do atacante Rayan, do Bournemouth (Inglaterra), foram destacadas pelos profissionais da EBC.

“O Rayan acho que foi uma boa surpresa, porque ele está fazendo uma grande Premier League[Campeonato Inglês] e logo em sua primeira temporada na Europa. Está em um momento ascendente”, avaliou Rodrigo Ricardo, em referência ao ex-atacante do Vasco, que fez cinco gols e deu duas assistências em 14 partidas pelo clube, que defende desde janeiro.

“O Weverton, com certeza, ganhou a vaga por conta das falhas do Bento [goleiro do Al-Nassr, da Arábia Saudita, ex-Athletico-PR] e do Hugo Souza [Corinthians] nas últimas atuações pelos clubes. São falhas que, quando você pensa em um jogador de nível de seleção brasileira, nível mundial, não poderiam acontecer”, analisou Rachel.

“O Rayan está mantendo um bom nível de futebol, mesmo na Premier League. E o Weverton, para mim, poderia ser titular, com Alisson [do Liverpool, da Inglaterra] machucado [recupera-se de uma lesão muscular na coxa direita] e Ederson [do Fenerbahçe, da Turquia] em uma temporada irregular”, completou Bruno Mendes, que também elogiou a lembrança do zagueiro Léo Pereira, do Flamengo, na convocação.

Já a presença de Lucas Paquetá, meia do Rubro-Negro carioca, dividiu os comentaristas.

“[Paquetá] É outro que não vinha jogando tão bem, caiu de nível e não tinha sido lembrado pelo Ancelotti nas últimas convocações”, avaliou Rodrigo Ricardo.

“O Paquetá ganhou a posição do Andrey Santos [Chelsea, da Inglaterra, ex-Vasco], que caiu de rendimento lá fora enquanto o Paquetá vem jogando bem no Flamengo”, disse Bocage.

“[Paquetá] É uma ótima opção. Ele é um jogador com experiência no futebol europeu, que conhece o elenco, conhece o cenário de pressão. A gente sabe que o Paquetá será banco, mas é uma excelente opção de criação”, elaborou Rachel.

Entre os jogadores que não foram lembrados por Ancelotti, a ausência que mais chamou atenção dos analistas da EBC foi a de Pedro. Artilheiro do Campeonato Brasileiro, o atacante do Flamengo esteve na pré-lista de 55 nomes enviada à Federação Internacional de Futebol (Fifa), mas ainda não tinha sido convocado por Ancelotti.

“O Pedro ficou fora porque o Ancelotti deu preferência ao Igor Thiago [atacante do Brentford, da Inglaterra]. Acredito que ele tenha considerado que quem joga na Premier League está mais acostumado a esse futebol que se pratica na Europa. Eu lamento a ausência do Pedro, que já esteve em uma Copa, mas é opção do Ancelotti”, comentou Bocage.

“Acho que o Pedro, pelo momento e por não termos um jogador de referência, talvez pudesse ser usado. Mas listas sempre agradam e desagradam”, disse Rodrigo Ricardo.

“Evidentemente que o Ancelotti tem que fazer opções, mas o Pedro e o João Pedro [atacante do Chelsea] são ausências sentidas”, resumiu Bruno Mendes.

Análises a parte, os comentaristas da EBC acreditam que, mesmo não sendo o principal favorito, o Brasil tem condições de buscar o título em Estados Unidos, México e Canadá.

“Achei que a convocação foi boa. Ninguém sabe melhor que o Ancelotti quem ele vai usar e de quem ele precisa para ganhar a Copa. O que a gente precisa, agora, é torcer pela seleção que vai representar nosso país. Precisamos muito ganhar uma Copa”, projetou Smigol.

“O Ancelotti tem bom material humano. Não é uma seleção espetacular, mas pode fazer bom papel e, se der sorte e tudo se encaixar, trazer o hexa sonhado”, concluiu Rodrigo Ricardo.

Bernardinho anuncia os inscritos do Brasil na Liga das Nações de Vôlei


Libertadores: Mirassol garante classificação antecipada para oitavas

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta terça-feira (19) a lista de 30 jogadores inscritos para representar o país na edição deste ano da Liga das Nações de vôlei masculino (Voleyball Nations League -VLN), que reúne as 18 seleções mais bem ranqueadas do mundo. A primeira semana da competição ocorrerá em Brasília, que pelo quarto ano consecutivo sedia uma semana do evento. A estreia da Amarelinha será contra o Irã, em 10 de junho (uma quarta-feira), às 20h (horário de Brasília), no Ginásio Nilson Nelson. O Brasil busca o segundo título da VLN – primeiro foi obtido em 2021.  

Além dos 20 atletas convocados pelo técnico Bernardinho na última quinta (14), outros 10 jogadores entraram na lista, eles o líbero Alê Elias (Cruzeiro), o oposto Samuel (Minas), o levantador Rhendrick Resley (Praia Clube) e o ponteiro Robert (Sesi Bauru). Confira a lista completa ao final do texto.

Após a estreia contra o Irã, o Brasil compete no dia seguinte contra a Bélgica, também às 20h. Depois,  a seleção entra em quadra contra a Sérvia no sábado (13), às 11h; e no domingo (14) enfrenta a Argentina às 18h.

Depois de Brasília, a VLN segue para Ljubljana(Eslovênia) e, na sequência, encerra a primeira fase em Chicago (Estados Unidos). Ao fim da primeira fase (três semanas), as oito melhores equipes disputarão as quartas de final (fase eliminatória), programada para o período de 29 de julho a 2 de agosto, em Ningbo (China).

Seleção feminina estreia em 3 de junho

Uma semana antes da abertura do torneio masculino, o Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, será palco da Liga das Nações de vôlei feminina. Comandadas pelo técnico José Roberto Guimarães, as brasileiras estrearão contra as holandesas no dia 3 de junho (quarta-feira), às 20h. No mesmo horário, no dia seguinte, a Amarelinha medirá forças contra a República Dominicana. Os dois últimos jogos em casa serão contra a Bulgária, no sábado (6), às 11h, e no domingo (7), às 14h30 contra a Itália.  A relação de 30 jogadoras inscritas na VLN foi divulgada pela CBV na última quarta (13).

Lista de inscritos na Liga das Nações de Vôlei

Levantadores

Bieler

Fernando Cachopa

Matheus Brasília

Rhendrick Resley

Ponteiros

Adriano

Arthur Bento

Douglas Souza

Honorato

Léo Lukas

Lucarelli

Lukas Bergmann

Maicon

Paulo

Robert

Opostos

Bryan

Chizoba

Darlan

Oppenkoski

Sabino

Samuel

Centrais

Barreto

Flavio

Guilherme Voss

Judson

Matheus Pinta

Thiery

Líberos

Alê Elias

Filipinho

Maique

Pureza

Confiante no hexa, Neymar projeta última Copa do Mundo da carreira


Libertadores: Mirassol garante classificação antecipada para oitavas

A expectativa maior da relação de 26 escolhidos por Carlo Ancelotti para representar o Brasil na Copa do Mundo era se Neymar estaria nela ou não. O atacante não conteve a emoção ao ter o nome anunciado pelo treinador para o quarto e último Mundial da carreira, em evento organizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, na última segunda-feira (18).

Neymar divulgou, nesta terça-feira (19), em seu canal no YouTube, um vídeo com bastidores de como acompanhou a convocação, junto de amigos e familiares, na mansão em que mora em Santos (SP). Após a confirmação de que estaria na Copa, o camisa 10 se emocionou com a esposa, Bruna Biancardi. Depois, abraçou o fisioterapeuta Rafael Martini e o preparador físico Ricardo Rosa, profissionais com quem trabalha desde a primeira vez que atuou pelo Santos, há mais de uma década.

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“Eu que tenho que te agradecer”, disse o atacante, aos prantos, abraçado a Rosa.

Outro que acompanhou e celebrou a convocação ao lado de Neymar foi o também atacante Gabriel Barbosa. Eles atuam juntos no Santos desde o início do ano.

“Eu te amo. Você merece. Não é por nome [a convocação]. Você merece”, ressaltou Gabigol ao camisa 10, a quem tem como maior ídolo.

Em seguida, Neymar realizou uma chamada de vídeo, pelo celular, com Raphinha, atacante do Barcelona (Espanha) e que também foi convocado por Ancelotti.

“Sabe o carinho que tenho por você [Raphinha]. Vai dar tudo certo. Vamos ganhar essa p****” – celebrou o jogador do Santos.

Aos 34 anos, Neymar é o maior artilheiro da seleção brasileira masculina em jogos considerados oficiais, com 79 gols em 125 partidas. Ele não representa o Brasil desde outubro de 2023, quando sofreu uma lesão de ligamento cruzado anterior e de menisco do joelho direito. A dificuldade em ter uma sequência de jogos no ciclo deixou a presença na Copa de 2026 – que será disputada em Estados Unidos, México e Canadá – em xeque.

“Que alívio. Conseguimos. É difícil não se emocionar. Tudo que a gente passou, que eles [amigos e familiares] me viram passar. Conseguir disputar mais uma Copa é incrível. É um choro de muita felicidade. Quero agradecer a cada brasileiro que torceu e apoiou. É muito legal ver esse carinho do torcedor. Agora, somos todos um só. Mais uma Copa para disputar. Daremos a vida para trazer essa Copa ao Brasil. Estou muito feliz mesmo. Espero fechar com chave de ouro”, concluiu o camisa 10.

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Fé na caminhada

Neymar não foi o único escolhido de Ancelotti a manifestar, nas redes sociais, alegria com a presença na Copa. O goleiro Weverton celebrou a convocação em vídeo publicado pelo Grêmio, em que é recebido no clube com festa por funcionários e companheiros.

“Muito grato a Deus pela oportunidade. É uma honra representar meu país, a seleção brasileira e, agora, também, as cores do Grêmio em uma Copa. Espero honrar e representar da melhor forma possível. Quem sabe, buscar o tão sonhado hexa”, declarou o goleiro, que também esteve no Mundial de 2022, no Catar.

O zagueiro Marquinhos, presente nas edições de 2018 (Rússia) e 2022, festejou a convocação para a terceira Copa da carreira ao lado da esposa, Carol Cabrino, e dos dois filhos. Em vídeo publicado pela companheira no Instagram, o capitão do Paris Saint-Germain (França), mesmo confiante, admitiu nervosismo durante a divulgação da lista.

“Ali na hora [da convocação] dá uma ansiedade, por mais que tenha participado dos jogos e do ciclo todo. Quando você vê o nome lá, é mais uma oportunidade de viver esse momento em busca do tão sonhado título”, disse Marquinhos.

Dos 26 nomes chamados por Ancelotti, 11 disputarão o Mundial pela primeira vez. Nas manifestações, eles ressaltaram a jornada até a convocação. O zagueiro Ibañez, do Ah-Ahli (Arábia Saudita) e o atacante Matheus Cunha, do Manchester United (Inglaterra) recordaram que, há quatro anos, viveram a frustração de ficarem fora da lista definitiva.

“Esse é definitivamente o significado de sonho realizado. Em 2020, eu disse isso abertamente. Em 2022, fiquei no quase, mas em 2026 a história vai ser outra. É com muita gratidão que olho pra trás e sinto orgulho da caminhada até aqui. Sei que fiz muito para estar dentro deste seleto grupo. E é uma honra enorme”, escreveu Ibañez, ex-Fluminense e Roma (Itália).

“Foi tão difícil em 2022 e eu nem entendia. Hoje sou tão realizado com tudo que o Senhor me deu que não sei como te agradecer por todos os momentos de aprendizado e crescimento. Vou realizar meu maior sonho”, comemorou Matheus Cunha, que é formado no Coritiba.

Demais manifestações dos convocados

Alisson, goleiro do Liverpool (Inglaterra): “Que grande honra poder representar meu país! Um privilégio, acompanhado de uma imensa responsabilidade de vestir essa camisa! Lutaremos com todas as nossas forças para buscar a nossa tão sonhada sexta estrela!”

Gabriel Magalhães, zagueiro do Arsenal (Inglaterra): “Um momento marcante na minha carreira e mais um sonho realizado pela graça de Deus! Nada disso seria possível sem fé, sem minha família e sem todos que sempre acreditaram em mim. Muito honrado em representar o Brasil em uma Copa do Mundo!”

Bremer, zagueiro da Juventus (Itália): “O trabalho duro sempre compensa. Obrigado Brasil. Vou para a minha segunda Copa do Mundo com toda a determinação, energia e com o objetivo de deixa-los orgulhosos. Vamos juntos nessa caminhada”.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Wesley, lateral da Roma: “Ciente da responsabilidade que carrego em representar o meu país. Um sonho de menino, acaba de se tornar realidade”

Douglas Santos, lateral do Zenit (Rússia): “Difícil colocar em palavras. Olho para trás e lembro de toda caminhada, de todo passo, toda luta e muita dedicação. Representar o Brasil sempre foi meu maior sonho. Ter vivido o ouro olímpico em 2016 foi inesquecível, mas agora, receber a convocação para a Copa é ainda mais especial”.

Lucas Paquetá, meia do Flamengo: “Um orgulho imenso representar meu país na minha segunda Copa do Mundo! Obrigado a todos que fizeram parte desse processo”.

Bruno Guimarães, meia do Newcastle United (Inglaterra): “Estar presente em mais uma Copa do Mundo é a possibilidade de olhar pra trás e ter a certeza que tudo valeu a pena. Lembrando de cada partida que ia com meu pai e minha mãe nas quadras do Rio de Janeiro. […] Eu sou feliz e grato por ter vivido cada momento. Faria tudo de novo. Da mesma maneira”.

Danilo, volante do Botafogo: “Daqueles dias que ficarão para sempre na memória. Ser convocado para representar o Brasil em uma Copa do Mundo é a realização de um sonho de criança e motivo de muito orgulho em minha vida. Sou grato por cada momento da jornada e por todos que acreditaram em mim”.

Vinícius Júnior, atacante do Real Madrid (Espanha): “Aquele menino que jogava descalço em São Gonçalo chegou de novo. Copa do Mundo é o auge da carreira de qualquer jogador e vou pra minha segunda. […] Somos o Brasil e vamos dar a vida pra trazer a alegria para nosso país. Que a história seja diferente! Confiem no nosso grupo!”.

Luiz Henrique, atacante do Zenit: “Quando olho pra trás, vejo aquele menino do Vale do Carangola, em Petrópolis, no interior do Rio de Janeiro, correndo atrás de uma bola sem imaginar o tamanho do caminho que ainda teria pela frente. Vejo as dificuldades, os dias longe de casa, os momentos de dúvidas, os sacrifícios da minha família e tudo que precisei enfrentar para continuar acreditando”.

Igor Thiago, atacante do Brentford (Inglaterra): “Quando era criança, parecia distante esse sonho. Um menino do interior de Goiás (Cidade Ocidental), sonhador e guerreiro. Hoje, esse sonho se torna realidade. Meu povo brasileiro, que orgulho poder representar nosso país nesse momento tão especial”.

É preciso desaprender para conviver com a IA, explica Silvio Meira 


Libertadores: Mirassol garante classificação antecipada para oitavas

No começo dos anos de 1990, um grupo de artistas incomodados com o marasmo cultural em Pernambuco escreveu o manifesto Caranguejos com Cérebro. Nascia oficialmente o manguebeat, movimento que misturou maracatu, reggae, hip hop e tecnologia.

Nesse caldeirão, um grupo de professores do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (CIn-UFPE) resolveu criar um centro de inovação tecnológica para tentar reter os cérebros de estudantes e profissionais de várias áreas de conhecimento. 

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Então surgiu, em 1996, o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). A organização foi uma espécie de semente do que viria a ser o Porto Digital, hoje um dos principais polos de inovação tecnológica do país, que concentra quase 500 empresas de tecnologia na região do Recife Antigo.

O engenheiro e escritor Silvio Meira estava entre os fundadores do CESAR e, agora, 30 anos depois, ele volta ao Conselho de Administração da instituição. 

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Nas comemorações de aniversário do CESAR, ele explicou a decisão. “Com a inteligência artificial, uma invenção que só encontra precedentes na criação dos tipos móveis, por Gutenberg, em 1450, o CESAR tem que voltar às origens”. 

Foi nessa busca das raízes no mangue que Silvio Meira falou à Agência Brasil sobre os avanços da inteligência artificial e o papel das pessoas na condução dessa transição. 

Agência Brasil: Você tem repetido que a inteligência artificial é o novo grande desafio da humanidade. Por quê? 
Silvio Meira: A inteligência artificial mexe com a capacidade cognitiva e repetitiva dos seres humanos. A gente tem três inteligências: uma é inteligência informacional, a nossa capacidade de captar, processar, armazenar, recuperar, usar a informação para tomar a decisão em ação. A gente tem a capacidade de socialização, como a gente se articula com outras entidades para resolver problemas. E a gente tem a capacidade autônoma, o meu poder de decisão. Eu podia não ter decidido não vir para cá agora, mas decidi vir. 

O que IA faz? A IA “imita a inteligência” informacional dos humanos. Tudo que eu e vocês fazemos que é cognitivo, exige uma formação, mas é repetitivo, a IA pode fazer e faz melhor do que o humano numa escala estratosfericamente mais elevada e mais barata. Esse é o tamanho do problema.

Agência Brasil: Dá um exemplo?
Meira: Vamos pegar um clínico geral padrão: você chega, ele nem olha pra você e pede 76 exames. Aí você faz os exames, volta, de novo, ele nem olha pra você e passa 22 remédios. Esse cara é uma IA dele mesmo. Se o que ele faz é pedir exames, analisar exames e casar exames com bula de remédios e passar remédios, ele pode ser automatizado.

As inteligências artificiais já dão conta, por exemplo, de escrita de código, que é algo extremamente complexo para a vasta maioria dos mortais não treinados. Elas dão conta da escrita de 95% do código que os humanos escrevem e escrevem tão bem ou melhor do que eles. Ponto final. 

Agência Brasil: O que sobra para quem é humano?
Meira: Qual é o meu papel? É definir se o código deve ser escrito ou não. Definir que código escrever, como escrever, para quem escrever o código. Validar se o código foi escrito como deveria, se tem ou não tem problemas de funcionalidade (ele faz o que deveria fazer?). Ver se o código tem problemas de segurança. 

O meu trabalho ficou muito mais complexo. Antes, o que eu fazia? Eu me sentava e escrevia. Agora, eu entrego para uma máquina, ela me entrega o código pronto e eu tenho que validar tudo isso.

Agência Brasil: Se é tão eficiente, porque é preciso validar?
Meira: Eu simplesmente não posso confiar porque ela é uma máquina probabilística e ela tem a probabilidade de dar errado. Digamos que a IA tem 50 possibilidades diferentes de escrever um mesmo código, mas três delas estão erradas e, por alguma razão, ela escolhe um desses caminhos errados. O código parece que funciona, tá todo lindinho, todo coerente, mas ele está errado. 

Agência Brasil: A gente tem feito essa discussão com a atenção que precisa? 
Meira: Essa é a discussão de todos os dias aqui no CESAR, no Centro Informático da UFPE, nas empresas do Porto Digital. Só para você ter uma ideia, o primeiro evento do Porto Digital sobre o impacto da IA nos negócios de tecnologia foi em 2018. Não foi em 2023. 

Agência Brasil: Como a IA está sendo usada na prática no Porto Digital? 
Meira: Nas empresas que são spin-off [empresas independentes criadas a partir de uma empresa-mãe ou de um centro de pesquisa] do CESAR, é simplesmente proibido você trabalhar sozinho. Você tem que ter um agente inteligente que você construiu, que trabalhe com você. Eu tô falando do RH, do atendimento, do marketing, de tudo. Veja, não é que é incentivado. É proibido.

Agência Brasil: É proibido trabalhar sem IA? 
Meira: Sim! Porque tudo que você fizer, que você repetir, você tem que criar um agente para fazer. Para você parar de repetir coisas, porque é mais barato fazer com a IA. Não é só mais barato, é mais rápido.

Quando o cliente quer uma resposta da gente, você pode estar pegando seu filho na escola, no banheiro, você pode estar onde você estiver. Mas se você pega o que você faz, que é repetitivo, e codifica e coloca um agente inteligente para fazer, o cliente fala com esse agente e tem seu problema resolvido.

Agência Brasil: Quando a IA solucionar todos os problemas, as pessoas vão ficar sem trabalho?
Meira: A gente tem que desaprender as coisas. Não dá para seguir fazendo as mesmas coisas, independentemente das mudanças. Vamos imaginar que a gente estivesse em 1898. Estava surgindo a indústria automotiva, mas o mercado ainda era de cavalos, carroças e carruagens.

Em 1903, nos EUA, foram vendidos 11 mil automóveis e 2,5 milhões de carroças. Dez anos depois, 1913, foram vendidos 3,6 milhões de carros e quase nenhuma carroça. Quem tinha carroça estava mantendo a sua, mas quem não tinha queria comprar um carro, não uma carroça. 

O que acontece com a inteligência artificial? Uma empresa do Porto Digital, em um trabalho de tecnologia e design que demandava um time de dez pessoas e seis meses para ser feito, agora dá para fazer em um mês com um time de quatro pessoas. Você divide o tempo por 6 e a equipe por 2,5. Um aumento de produtividade de 15 vezes. Não é 15%. É 15 vezes. O que vai acontecer com as empresas que não conseguirem fazer isso? Não vão conseguir competir. É tão simples quanto isso. 

Agência Brasil: E não é justamente isso que vai acabar com as vagas de trabalho? 
Meira: Inteligência artificial não é exatamente inteligente, é imitação. São algoritmos imitando a nossa capacidade cognitiva repetitiva. Tudo que é cognitivo e repetitivo será ou já foi ou está sendo impactado agora pela inteligência artificial.

Em algumas áreas, isso é 95% do trabalho humano. Em outras áreas, muito menos afetadas, 10%. Em três anos, vai ser 100%. Mas não necessariamente substituindo humanos. 

Talvez aumentando a capacidade de humanos de resolver problemas mais complexos mais rapidamente. Talvez articulando mais humanos dentro do mesmo ambiente para resolver problemas que um humano não consegue resolver sozinho.


19/05/2026 - Silvio Meira: “a gente precisa desaprender”
Um dos fundadores de polo tecnológico no Recife fala sobre impactos da IA. Foto: CIn-UFPE/Divulgação
19/05/2026 - Silvio Meira: “a gente precisa desaprender”
Um dos fundadores de polo tecnológico no Recife fala sobre impactos da IA. Foto: CIn-UFPE/Divulgação
Silvio Meira, um dos fundadores de polo tecnológico no Recife fala sobre impactos da IA. Foto: CIn-UFPE/Divulgação

Agência Brasil: No livro A Próxima Democracia, você defende transparência radical e política em plataformas [digitais]. Não é uma ideia meio contraditória? Porque se a plataforma controla, via algoritmo, o que eu vejo, o que eu gosto, o que eu compro e como eu voto, como falar em transparência radical?
Meira: A China criou uma camada de regulação nas plataformas dizendo que você pode discutir qualquer coisa desde que você queira resolver. Isso é uma coisa que a gente não sabe no Brasil, mas na China o dissenso é permitido desde que ele seja feito para criar consensos, desde que ele seja feito para resolver problemas. O que não é permitido é agressividade bruta, nua e crua só para destruir, só para atacar.

É o princípio de funcionamento da sociedade chinesa. Lá, as plataformas têm uma camada de software que é de Estado. Se você quer rodar uma plataforma na China, tem uma camada de estrutura, de serviços e de regulação.

A China tem uma regulação de videogames que até 12 anos de idade não pode jogar online. Fim. De 12 a 15 anos você pode jogar “X” horas por dia, de 15 a 18 anos você pode jogar tantas horas. E se as notas na escola começarem a cair muito, você é proibido de jogar. 

Agência Brasil: Isso não é censura? 
Meira: Não. Isso é consenso. Por que eu devia ter o direito de atacar você? A noção de censura e de liberdade ocidental levada ao extremo é burra. Nas democracias, os radicais, os candidatos a ditadores e autocratas querem ter o direito de destruir a democracia. Como assim!? Você não tem esse direito.

É bom a gente entender a semântica das palavras e das expressões. Eu não tenho o direito de destruir do nada, de graça, a reputação e a vida das pessoas online? Eu não tenho esse direito. E tentar fazer isso, mesmo que eu não consiga, deve ser tratado pelo sistema regulatório da sociedade, que é o sistema judicial.

Agência Brasil: Estabelecer limites. É isso a regulação? 
Meira: O que eu fiz com meus filhos quando eles queriam jogar? Qual é a moedinha que tem que colocar no videogame? Cada 20 páginas lidas de um livro longo dava uma hora de videogame. E tinha arguição: “Qual o papel de Capitu nesse capítulo que você leu?”

“Ah porque Capitu não sei o quê…” Não sabe? Tá inventando? Pênalti. Não pode jogar hoje e para não tentar enganar de novo, não pode jogar amanhã mesmo que leia. “Ah, eu não gosto de ler Dom Casmurro”. “E eu também não gosto de trabalhar”. 

Agência Brasil: A gente tem eleições neste ano, sem essa regulação e com inteligência artificial a mil por hora. O que a gente tem pela frente?
Meira: A gente tem incompetência. Nos últimos dois mandatos e nesse, inclusive. Porque deveria ter havido um esforço para regular plataformas e não houve. Por incompetência de gente que estava nos lugares para fazer e não fez.

Agora vamos enfrentar as consequências. Ter um espaço que é um faroeste. Menos faroeste que nos EUA, porque a lei de proteção de dados estabelece proteções muito maiores do que a vasta maioria dos países. 

Mas a gente tem que fazer o mea culpa e o dever de casa. Deveríamos ter regulado e não criamos espaço político para discutir a regulação. Isso não cai do céu, tem que ser discutido com a sociedade, com a participação das plataformas, inclusive. 

Agência Brasil: Os lobbies dificultam essa regulação?
Meira: O lobby, de vários lados, impediu que a gente fizesse essa regulação, mas só em parte. Nos mandatos anteriores, inclusive este, houve leniência do Executivo. Toda vez que houve alguma lei de regulação no mundo a articulação foi do executivo.

Porque as forças de mercado, pela própria natureza, não querem nenhuma regulação. Então, o Congresso, de sua iniciativa, e por causa dos lobbies no Congresso, não vai criar uma iniciativa de regulação, a menos que ele tenha algum tipo de interesse.

 

* A repórter viajou a convite do CESAR Beat

Enem: termina hoje prazo de recurso para isenção de taxa de inscrição


Libertadores: Mirassol garante classificação antecipada para oitavas

O prazo para a apresentação de recurso para o indeferimento do pedido de isenção da taxa de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio 2026 (Enem) termina às 23h59 desta terça-feira (19), no horário de Brasília.

O prazo para a reconsideração é válido também para os candidatos que tiveram a justificativa de ausência no Enem 2025 reprovada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

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O recurso deve ser feito na Página do Participante do Enem. É preciso entrar com login da conta da plataforma Gov.br.

Para conhecer o resultado dos pedidos liberados pelo Inep no dia 13, o interessado deve acessar também a Página do Participante do exame.

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Documentação

O recurso deve ser apresentado com a respectiva documentação que comprove uma das situações definidas pelo MEC para o Enem 2026.

De acordo com as regras previstas no anexo I do edital de isenção da taxa de inscrição e de justificativa de ausência no último Enem, têm direito ao recurso os candidatos que se enquadram nos seguintes perfis:

  • estar matriculado na 3ª série do ensino médio neste ano de 2026, em escola pública;
  • ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em unidade de ensino privada;
  • estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica e integrantes de família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), e com renda familiar de até três salários mínimos ou renda por pessoa de até meio salário mínimo;
  • ser beneficiário do programa federal Pé-de-Meia, inclusive treineiros do 1º e 2º ano do ensino médio.

Para contestar a negativa da isenção da taxa de inscrição do Enem, o participante deve apresentar documentos como a declaração de realização de todo o ensino médio em escola do sistema público de ensino do Brasil (municipal, estadual ou federal) ou histórico escolar do ensino médio, com assinatura da escola.

Ausência em 2025

Para entrar com recurso da justificativa de ausência, o candidato faltoso na edição do ano passado deve enviar nova documentação. 

Confira aqui os documentos aceitos para a justificativa de ausência no Enem 2025.

Serão aceitos somente documentos com nome completo do candidato nos formatos PDF, PNG ou JPG, com o tamanho máximo de 2 megabytes (MB).

As declarações devem estar datadas e assinadas. Não serão aceitos documentos autodeclaratórios ou emitidos, por exemplo, por pais ou responsáveis dos participantes.

Se for constatado que o participante declarou informações falsas, conseguindo uma isenção indevida, ele será eliminado do exame, a qualquer tempo, e deverá ressarcir à União os custos referentes à taxa de inscrição, podendo ainda responder por crime contra a fé pública.

Resultados

O resultado final dos recursos será conhecido em 25 de maio.

O Inep alerta que não enviará qualquer tipo de correspondência à residência do participante para informar o resultado da justificativa de ausência no Enem 2025 e da solicitação de isenção de pagamento da taxa de inscrição no Enem 2026.

Após entrar com o recurso, o candidato que tiver seu pedido de isenção negado em definitivo deverá se inscrever, conforme regras do futuro edital do Enem 2026. Além disso, precisará pagar a taxa de inscrição no exame para ter sua participação confirmada.

Inscrição

A inscrição no Enem é obrigatória para todos, mesmo para quem solicitou a isenção e teve o deferimento concedido.

O candidato que teve o pedido do recurso de isenção negado em definitivo, em 25 de maio, ainda terá que pagar a taxa para se inscrever no exame.

O período de inscrição será divulgado pelo MEC em breve.  

Enem

O Enem, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

MEC publica calendário do Censo Escolar da Educação Básica 2026


Libertadores: Mirassol garante classificação antecipada para oitavas

Gestores da educação básica podem acessar, a partir desta terça-feira (19), o cronograma de atividades do censo escolar 2026. De acordo com a Portaria nº 217, do Ministério da Educação, a coleta de dados ocorrerá em todo o país por meio do sistema Educacenso, em duas etapas – matrícula inicial e situação do aluno – até maio de 2027.

Na primeira fase, a coleta de dados começa em 27 de maio e vai até 31 de julho de 2026. Nesse período, escolas e redes de ensino devem registrar e enviar as informações sobre matrículas. 
Os dados preliminares serão encaminhados ao Ministério da Educação em 27 de agosto.

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Após a divulgação inicial, haverá um período para conferência, confirmação e eventual correção das informações. 

A divulgação oficial dos resultados finais do Censo Escolar está prevista para 1º de fevereiro de 2027, quando também começa o segundo ciclo, voltado à coleta de dados sobre rendimento e trajetória dos estudantes.

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Segunda fase

Chamado Situação do Aluno, esse estágio ocorre até março de 2027, com posterior fase de conferência e ajustes. Os resultados finais, incluindo indicadores de rendimento escolar, devem ser divulgados em 14 de maio de 2027.

De acordo com a portaria, a data de referência para coleta das informações será a última quarta-feira de maio, de acordo com norma já estabelecida pelo Ministério da Educação. 
A responsabilidade pelas informações é compartilhada entre escolas, gestores municipais, estaduais e do Distrito Federal.

Dados estatísticos

O documento também reforça que os dados do Censo Escolar, após publicação final no Diário Oficial da União, passam a ser considerados estatísticas oficiais da educação básica, sem possibilidade de alteração.

A portaria estabelece ainda que as informações coletadas terão uso exclusivamente estatístico, com garantia de proteção de dados pessoais.

Palmeiras derrota Botafogo e se aproxima da liderança no BR Feminino


Libertadores: Mirassol garante classificação antecipada para oitavas

O Palmeiras fez o dever de casa e derrotou o Botafogo pelo placar de 3 a 0, na noite desta segunda-feira (18) na Arena Barueri, para se aproximar do líder Corinthians na classificação da Série A1 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino. A TV Brasil transmitiu a partida ao vivo.

Com os três pontos alcançados nesta segunda, as Palestrinas chegaram aos 24 pontos, ficando a apenas um do líder Corinthians, que foi derrotado por 3 a 2 pelo Cruzeiro, também nesta segunda, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.

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Na posição de mandante na partida, o Palmeiras foi melhor desde o início, e criou muitas oportunidades de marcar no primeiro tempo. Porém, o placar só foi aberto após o intervalo. Aos nove minutos da etapa final as Palestrinas contaram com um gol-contra da zagueira Thaiane Camurça para abrirem o marcador.

O placar voltou a ser alterado aos 22 minutos, graças a um gol de cabeça da centroavante Bia Zaneratto. Vinte minutos depois a volante Brena deu números finais ao placar com um belo gol.

Outros resultados:

Cruzeiro 3 x 2 Corinthians
São Paulo 1 x 0 Juventude
Ferroviária 2 x 0 Vitória

Museu do Futebol lança exposição sobre camisas da seleção brasileira


Libertadores: Mirassol garante classificação antecipada para oitavas

Faltando menos de um mês para o início da Copa do Mundo, o Museu do Futebol entrou no clima da principal competição do futebol mundial. Tem início na próxima sexta-feira (22) a exposição temporária “Amarelinha”, que apresenta ao público 18 uniformes originais da seleção brasileira usados entre os mundiais de 1958 (quando o Brasil conquistou seu primeiro título) e o de 2022.

Outra novidade é a volta da camisa que Pelé usou na decisão da Copa de 1970 (oportunidade na qual a seleção brasileira goleou a Itália por 4 a 1 no México para garantir o seu tricampeonato) a seu espaço na exposição permanente dedicada ao Rei do Futebol.

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A icônica camisa, que entrou para o imaginário coletivo como uma representação do futebol vitorioso e bonito que a seleção apresentou no Mundial do México, volta a ser exibida após passar por um período de limpeza.

O Museu do Futebol fica na Praça Charles Miller, s/n, Pacaembu, em São Paulo. A instituição funciona de terça-feira a domingo, das 9h (horário de Brasília) às 18h. Os ingressos custam R$ 24. Porém, às terças-feiras as visitas são gratuitas.

Copa do Mundo

A Copa do Mundo de 2026 será disputada no Canadá, no México e nos Estados Unidos entre 11 de junho e 19 de julho.

Brasil na Copa

O Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026. A estreia será contra Marrocos, no dia 13 de junho no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h. Na segunda rodada, a seleção brasileira encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 21h30 de 19 de junho. Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, às 19h.

Enem terá inscrição automática para alunos do 3º ano da rede pública


Libertadores: Mirassol garante classificação antecipada para oitavas

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta segunda-feira (8) que os alunos concluintes do ensino médio da rede pública terão inscrição automática no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A Portaria nº 422/2026, publicada hoje, prevê a inclusão do exame Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), visando aumentar a participação dos estudantes para uso do Enem no Saeb. 

Inscrição automática

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De acordo com o MEC, a inscrição automática já passa a valer para edição 2026 do Enem. O estudantes concluintes, do 3º ano, serão inscritos a partir de dados encaminhados pelas redes de ensino. 

O aluno terá apenas que confirmar a participação no exame e escolher a prova de língua estrangeira que deseja fazer, além de solicitar recursos de acessibilidade se necessários. 

Mais locais de prova

Com a novidade, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame, irá aumentar o número de locais de aplicação das provas do Enem em cerca de 10 mil escolas. Estima-se, conforme o ministério, que 80% dos alunos da rede pública façam as provas na própria escola em que estudam.

O ministério informou que já estuda apoio de transporte e deslocamento para aqueles estudantes que precisarem fazer o exame em outras cidades.

Com essas medidas, o MEC espera, pelo menos, que 70% dos concluintes das escolas públicas participem do Enem em 2026, consolidando o exame como parte importante da avalição da educação básica.