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Embalados, Fla e Grêmio duelam por vaga direta no G4 do Brasileirão

Embalados, Fla e Grêmio duelam por vaga direta no G4 do Brasileirão


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Invicto há nove jogos, o Flamengo enfrenta o Grêmio na noite deste domingo (11) no Maracanã, pela 10ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Apenas um ponto separa os rivais na tabela: o Tricolor gaúcho, com 17 pontos, quer se manter na zona de classificação à Copa Libertadores, enquanto o Rubro-Negro, com 16, busca ingressar no G4 do Brasileirão. O embate, a partir das 18h30 (horário de Brasília), será transmitido ao vivo pela Rádio Nacional, com narração de André Luiz Mendes, comentários de Waldir Luis, reportagem de Maurício Costa e plantão de notícias com Bruno Mendes.

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O Rubro-Negro volta a jogar em casa três dias após derrotar o Racing (Argentina) por 2 a 1, encaminhando a classificação às oitavas da Libertadores. Foi a terceira vitória consecutiva da equipe comandada pelo técnico Jorge Sampaoli em oito dias. Primeiro eliminou o Fluminense (2 a 0), nas oitavas da Copa do Brasil. Quatro dias depois, goleou o Vasco (4 a 1) pelo Brasileiro. 

Para o jogo desta noite, o Rubro-Negro deve ter o retorno do atacante Gabigol e do zagueiro Léo Pereira, que treinaram com o elenco na tarde de ontem (10 ). Ambos ficaram fora dos dois últimos jogos por conta de lesões. 

O Grêmio, dirigido pelo técnico Renato Gaúcho, também chega com moral alto ao Maracanã. O Imortal enfileirou vitórias nas últimas três rodadas do Brasileiro – contra Internacional, Athletico-PR e São Paulo – e também assegurou vaga nas quartas da Copa do Brasil ao vencer o Cruzeiro fora de casa.

Sem compromissos durante a semana, o Tricolor não deve enfrentar problemas com desgaste físico dos jogadores. Entre os desfalques da equipe, estão os laterais Reinaldo (por suspensão) e Fábio (lesão). Para as posições, Renato Gaúcho pode optar por Cuiabano pela esquerda e João Pedro pela direita. .

Manchester City bate Inter de Milão e conquista a Liga dos Campeões

Manchester City bate Inter de Milão e conquista a Liga dos Campeões

A Europa é do Manchester City Football Club. Neste sábado (10), os Citizens (como o time inglês é conhecido) derrotaram a Inter de Milão, da Itália, por 1 a 0 no Estádio Olímpico Atatürk, em Istambul, para conquistarem a Liga dos Campeões da Uefa (União das Federações Europeias de Futebol), também chamada de Champions League, pela primeira vez.

Conquistar o maior torneio de clubes do planeta era uma obsessão no City desde a compra pelo Abu Dhabi United Group, em 2008. O conglomerado, de origem árabe, investiu pesado para transformar o time, então pouco expressivo, em uma potência mundial. De lá para cá, os Citizens venceram sete vezes o Campeonato Inglês (Premier League) e ainda levantaram as taças das Copa da Inglaterra (três) e da Liga Inglesa (seis).

Na Champions, porém, a equipe de Manchester vinha batendo na trave. Participando regularmente da competição desde a temporada 2011/12, o City esteve perto da taça anteriormente em 2021, quando chegou à final pela primeira vez. Em uma decisão 100% inglesa, o Chelsea levou a melhor, no Estádio do Dragão, no Porto (Portugal).

Quem também perseguia um título de Liga dos Campeões era Pep Guardiola. À frente do City desde 2016, o treinador não vencia a Champions desde 2011, quando estava no Barcelona, clube espanhol pelo qual já tinha ganhado a edição de 2009. O treinador, que também passou pelo Bayern de Munique (Alemanha), chegou ao 35º troféu em 14 anos de carreira.

Champions League Final - Manchester City v Inter Milan

Manchester City vence Inter de Milão em Istambul e conquista Champions League – Matthew Childs/Reuters

Único brasileiro presente na decisão, Ederson se tornou o 56º jogador do país a conquistar a Champions. O goleiro do City, que foi um dos destaques da final, com duas defesas à queima-roupa, entrou para uma lista encabeçada pelo lateral Marcelo e o volante Casemiro. Ambos, com cinco títulos cada, são os brasileiros mais vitoriosos. Ela foi inaugurada em 1959 com o ex-ponta Canário, campeão pelo espanhol Real Madrid.

O título do City coroa uma campanha invicta, de oito vitórias e cinco empates, com 32 gols marcados e cinco sofridos. O atacante norueguês Erling Haaland, dos Citizens, terminou a Champions como artilheiro, com 12 gols.

O jogo

Apesar do favoritismo inicial, o City não conseguiu transformá-lo em superioridade no primeiro tempo. A oportunidade mais clara foi uma batida cruzada de Haaland, na área, aos 26 minutos, que o goleiro André Onana conseguiu espalmar. Três minutos depois, Kevin de Bruyne, um dos principais nomes do time inglês, sentiu a coxa direita e teve que dar lugar ao também meia Phil Foden. Com isso, repetiu-se o drama da final de 2021, quando o belga sofreu uma fratura no rosto e foi substituído.

Na etapa final, a primeira grande chance foi da Inter, com Lautaro Martínez. Aos 13 minutos, o atacante aproveitou um erro de posicionamento do zagueiro Manuel Akanji, após recuo do meia Bernardo Silva, e ficou na cara de Ederson, mas acabou chutando em cima do brasileiro, para desespero dos companheiros.

A punição veio nove minutos depois. Akanji deu ótimo passe para Bernardo Silva, às costas da defesa, pela direita. Dentro da área, o português cruzou para trás. A bola desviou na zaga da Inter e sobrou com Rodri, em meio a reclamações dos jogadores do próprio City, pedindo pênalti. O volante, de primeira, bateu no canto de Onana, abrindo o placar em Istambul.

Os italianos tiveram duas grandes oportunidades para igualar o marcador. Aos 28 minutos, pouco depois do gol de Rodri, o lateral Federico Dimarco tentou duas vezes de cabeça, dentro da área. Primeiro, parou no travessão. Depois, a bola desviou nas pernas de Romelu Lukaku, companheiro de equipe. O mesmo Lukaku perdeu uma chance inacreditável na pequena área, aos 43 minutos. O atacante belga concluiu, de cabeça, no joelho de Ederson. No susto, o zagueiro Ruben Dias afastou o perigo pela linha de fundo.

A Inter se lançou toda ao ataque nos instantes finais. No último lance dos acréscimos, o lateral Robin Gosens cabeceou na área e Ederson afastou de soco. Após a cobrança de escanteio, o apito final soou no Olímpico Atatürk, para delírio da torcida do City. Coube ao volante Ilkay Gundogan, alemão que também tem nacionalidade turca, erguer a taça em Istambul.

Sesi Franca derrota São Paulo e conquista o bicampeonato do NBB

Sesi Franca derrota São Paulo e conquista o bicampeonato do NBB

A Capital do Basquete está em festa. Neste sábado (10), o Sesi Franca conquistou, pela segunda vez seguida, o título do Novo Basquete Brasil (NBB), principal campeonato nacional masculino da modalidade. Empurrado pela torcida no Ginásio Pedrocão, em Franca (SP), a equipe do interior paulista derrotou o São Paulo por 92 a 68, na quinta e última partida da decisão.

O ala/armador Georginho foi o protagonista da partida, com 23 pontos, oito rebotes e oito assistências. Outros cinco jogadores do Franca também anotaram pelo menos dez pontos no jogo. Pelo lado são-paulino, o ala Túlio se destacou, com 20 pontos. Apenas ele e o ala Betinho (dez pontos), porém, chegaram a dois dígitos no placar no Tricolor.

Foi a 13ª conquista nacional do Franca, que já havia sido campeão brasileiro 11 vezes antes da era NBB. O Flamengo, com sete títulos, é o maior vencedor da competição, iniciada em 2008. Brasília (tricampeão), Paulistano e Bauru (um troféu cada) também ganharam o torneio.

O título coroa uma campanha memorável do Franca, com 41 vitórias e seis derrotas. Na primeira fase, foram 32 triunfos em 32 jogos. Além disso, os paulistas atingiram, durante a temporada, a maior sequência invicta do basquete nacional: 46 partidas. A marca foi alcançada no dia da conquista da Champions League das Américas, equivalente à Libertadores na modalidade.

O Franca ainda levantou, nesta temporada, as taças do Campeonato Paulista e da Copa Super 8 – que reuniu os oito melhores times da primeira fase do NBB. Em setembro, os paulistas disputam, em Singapura, o Torneio Intercontinental, da Federação Internacional de Basquete (Fiba), que tem peso de um Mundial de Clubes.

A final do NBB é disputada em uma melhor de cinco partidas, em que o time a vencer três jogos primeiro leva a taça. O São Paulo ganhou o primeiro duelo, em Franca, mas sofreu a virada na série, com dois triunfos francanos no ginásio do Morumbi, na capital paulista. Na última quinta-feira (8), o Tricolor levou a melhor, novamente no interior, forçando o quinto duelo.

O jogo

O primeiro quarto da final deste sábado foi dominado pelo Franca. Apesar de as equipes apresentarem pouca eficiência nos chutes de três pontos, o time da casa compensou com muita qualidade no garrafão, acertando quase 70% das tentativas de dois pontos. Depois de abusar dos erros nos primeiros dez minutos, o Tricolor melhorou na parcial seguinte, mas os francanos mantiveram o jogo sob controle, indo para o intervalo com 45 a 34 no placar.

O cenário pouco se alterou na volta do intervalo. Apesar de ter conseguido chutar mais bolas de dois pontos, o São Paulo não aproveitou as oportunidades (35% de acerto), enquanto o Franca não deixou o nível de atuação cair, chegando aos dez minutos finais com 14 pontos de frente.

O período final da partida foi um atropelo francano, fazendo jus aos cânticos da torcida, que apelida o time de “rolo compressor”. Em cinco minutos, os anfitriões aumentaram a vantagem para 24 pontos, com uma sequência de oito cestas – quatro delas valendo três pontos – em nove tentativas. Com o ginásio já gritando “é campeão”, o Franca administrou o resultado e comemorou o bicampeonato do NBB.

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Caio Souza conquista bronze em Copa do Mundo de ginástica artística


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O fluminense Caio Souza foi o primeiro atleta do país no pódio na etapa de Osijek, na Croácia, da Copa do Mundo de ginástica artística. Neste sábado (10), o brasileiro conquistou o bronze nas barras paralelas. O ucraniano Illia Kovtun garantiu o ouro, deixando a medalha de prata com o turco Ferhat Arican, terceiro colocado do aparelho na Olimpíada de Tóquio, no Japão, em 2021.

Caio, que se garantiu na final das barras com a segunda melhor nota da fase de classificação (14.350), melhorou o desempenho, obtendo um 14.533 na apresentação deste sábado. Não foi suficiente, porém, para superar a nota 15.133 de Kovtun. Arican, que havia feito 13.850 na quinta, desta vez alcançou 14.966 de nota, ficando na frente do brasileiro.

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O ginasta de Volta Redonda (RJ) terá outras três finais pela frente no domingo (11), a partir de 9h50 (horário de Brasília), com transmissão do Canal Olímpico do Brasil: salto (em que teve a melhor nota da fase de classificação), barra fixa e argolas. Os paulistas Yuri Guimarães (salto), Arthur Nory (barra fixa, em que foi líder da etapa classificatória) e Arthur Zanetti (argolas) também estarão na disputa por medalhas.

Ainda neste sábado, Nory e Yuri competiram nas finais do solo, mas ficaram sem medalha. O primeiro – dono de um bronze olímpico no aparelho conquistado nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016 – terminou a disputa em Osijek em quarto lugar, com 13.666 de nota, enquanto o compatriota ficou em sétimo (dentre oito ginastas), com 12.500.

O búlgaro Eddie Penev (14.100) garantiu o ouro, com o turco Ahmet Onder (13.800) e o húngaro Krisztofer Meszaros (13.733) completando o pódio.

No feminino, Lorrane Oliveira também esteve próxima de uma medalha em Osijek. A ginasta carioca foi a quarta na final das barras assimétricas, com 12.866 de nota. A holandesa Naomi Visser conquistou o ouro (14.333). A australiana Georgia Godwin (13.700) levou a prata. A eslovaca Barbora Mokosova (13.300) ficou com o bronze.

As etapas da Copa do Mundo servem de preparação para o Mundial da Antuérpia, na Bélgica, entre 30 de setembro e 8 de outubro. A competição servirá de classificação para as seleções masculinas e femininas irem aos Jogos de Paris, na França, no ano que vem.

As equipes terão de ficar entre as nove melhores dos respectivos gêneros, sem contar as que já se garantiram na Olimpíada pela edição anterior do campeonato, realizada em Liverpool (Grã-Bretanha), em 2022.

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Hipismo: Brasil vence etapa francesa da Copa das Nações de saltos


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A equipe brasileira de saltos conquistou, nesta sexta-feira (9), a etapa de La Baule (França) da Copa das Nações de hipismo. O quarteto formado pelos cavaleiros Marlon Zanotelli, Yuri Mansur, Stephan Barcha e Rodrigo Pessoa superou, no desempate, as seleções da Bélgica, bronze nos Jogos de Tóquio (Japão), em 2021, e Suécia, atual campeã mundial e olímpica.

Marlon foi o primeiro a competir em La Baule, montando Grand Slam VDL. Eles cometeram um erro na primeira passagem pelo circuito com obstáculos e nenhum na segunda. Mesmo desempenho de Yuri, com Miss Blue-Saint Blue Farm. Stephan e Chevaux Primavera Montana Império Egípcio tiveram uma falta por volta. Já Rodrigo, campeão olímpico, não cometeu falhas, tendo Major Tom como montaria. Os brasileiros alcançaram o mesmo resultado que Bélgica e Suécia e forçaram um desempate, com cada equipe escalando um de seus conjuntos para uma rodada extra pela pista.

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O técnico do Brasil, o suíço Philippe Guerdat – que levou a seleção francesa de saltos à medalha de ouro nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016 – escolheu Marlon e Grand Slam VDL. Eles concluíram o percurso em 31s39. O belga Wilm Vermeir também fez uma volta perfeita, mas em 31s88, ficando atrás do conjunto brasileiro. O campeão mundial Henrik von Eckermann cravou 30s52, mas, como cometeu uma falha, deixou a Suécia no terceiro lugar.

O evento serviu de preparação para os Jogos Pan-Americanos de Santiago. Os três países que forem ao pódio na disputa em solo chileno terão vaga na Olimpíada de Paris (França), em 2024. A equipe que representará o Brasil no Pan será definida até 1º de setembro, com seis conjuntos (cinco titulares e um reserva).

O Brasil foi ao pódio olímpico três vezes no hipismo, sempre nos saltos. Nos Jogos de Atlanta (Estados Unidos), em 1996, o país foi bronze por equipes, com Rodrigo Pessoa, Doda Miranda, André Johannpeter e Luiz Felipe de Azevedo, repetindo a medalha quatro anos depois, em Sydney (Austrália). Já na edição de Atenas (Grécia), em 2004, Pessoa conquistou o ouro na disputa individual, beneficiando-se da punição do conjunto do irlandês Cian O’Conner, por doping.

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Brasileirão: Botafogo recebe Fortaleza para se distanciar na liderança


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Líder do Campeonato Brasileiro, o Botafogo recebe o Fortaleza na noite deste sábado (10), pela 10ª rodada, com o objetivo de vencer para se distanciar no topo da tabela. A seu favor, o Alvinegro se mantém invicto dentro do Estádio Nilton Santos desde o início da competição. Já o Leão do Pici busca quebrar o jejum de cinco jogos sem vencer fora de casa. A partida, com início às 21h (horário de Brasília), terá transmissão ao vivo da Rádio Nacional, com narração de Felipe Rangel, comentários de Mário Silva, reportagem de Maurício Cota e plantão de notícias com Wagner Gomes. 

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Embora com bom retrospecto dentro de casa, o Botafogo busca fazer as pazes com a vitória. Na última terça-feira (6) empatou sem gols com a LDU, pela Copa Sul-Americana, e antes amargou duas derrotas seguidas para o Athletico-PR – uma delas resultou na eliminação nas oitavas da Copa do Brasil. A equipe, comandada pelo técnico português Luís Castro, soma 21 pontos, em nove partidas, e é seguida de perto pelo Palmeiras, com 19, na segunda posição.

Artilheiro do Brasileirão, o atacante Tiquinho Soares é dúvida no Glorioso esta noite. O camisa 9 não jogou contra a LDU devido a uma lesão na coxa direita. Entre as possíveis alternativas de Luís Castro para a posição estão Matheus Nascimento, de volta ao time após disputar o Mundial Sub-20 com a seleção brasileira, e o atacante Janderson, que atuou na terça (6).  

O Botafogo deve ir a campo com Lucas Perri; Di Plácido, Adryelson, Víctor Cuesta e Hugo; Tchê Tchê, Marlon Freitas e Eduardo; Júnior Santos, Luis Henrique e Matheus Nascimento/Janderson (Tiquinho Soares). 

O Fortaleza chega ao confronto no Nilton Santos após revés de 1 a 0 para o Estudiantes de Mérida, na Venezuela, pela Sul-Americana, mas o time já entrou em campo classificado às oitavas. No Brasileiro, o Leão de Pici empatou sem gols com o Bahia na última rodada, chegando a 14 pontos na tabela.  e na anterior bateu o Vasco (2 a 0), ambos os jogos na Arena Castelão.

O técnico argentino Juan Pablo Voyvoda terá de contornar dois desfalques por lesões. É o caso de Romarinho (edema na coxa esquerda) e Guilherme (em observação após concussão na última rodada). A boa notícia será o retorno do lateral-esquerdo Bruno Pacheco, poupado no duelo da última terça (6). 

O Fortaleza deve começar a partida com João Ricardo; Tinga, Brítez, Titi e Bruno Pacheco; Hércules, Caio Alexandre e Pochettino; Lucero (Yago Pikachu), Thiago Galhardo e Calebe.

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Brasil sobe 1 posição em último ranking da Fifa antes da Copa Feminina


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A 41 dias da abertura da Copa de futebol feminino, a Fifa divulgou nesta sexta-feira (9) o ranking mundial atualizado, no qual a seleção brasileira subiu uma posição: assumiu a 8ª colocação, empurrando a Holanda para o nono lugar. No top 5 não houve alterações: os Estados Unidos, atuais campeões mundiais, mantêm a liderança, seguidos por Alemanha, Suécia, Inglaterra e França. 

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De acordo com a Fifa, a troca de posições como a do Brasil e da Espanha – que subiu para um inédito 6º lugar  – ocorreu por conta das  vitórias de ambas as equipes nos últimos amistosos da Data Fifa. A seleção canarinha bateu a Alemanha, vice-campeã europeia, por 2 a 1, em Nuremberg. Já a La Roja – como também é chamada a seleção espanhola – superou em casa a Noruega (4 a 2) e a China (3 a 0). Por outro lado, as derrotas em amistosos empurraram o Canadá para 7ª posição e a Holanda para o 9º lugar.

Anfitriãs da Copa do Mundo, a Austrália ocupa a 10ª posição no ranking, e a Nova Zelândia o 25º lugar. O Mundial feminino começa no dia 20 de julho, com 32 seleções. O Brasil está no Grupo F e estreará dois dias depois contra o Panamá (52º). Na segunda rodada, a seleção encara a França (5ª) no dia 29 de julho e encerra a fase de grupos jogando contra a Jamaica (43ª), em 2 de agosto. 

A próxima atualização do ranking da Fifa ocorrerá logo após o término da Copa Feminina, em 25 de agosto.

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Universidades brasileiras disputam copa mundial de foguetes nos EUA


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Cinco equipes formadas por estudantes de universidades públicas brasileiras participarão da Spaceport America Cup, maior competição de foguetes e satélites do mundo. O torneio será realizado entre os dias 19 e 24 deste mês, em três cidades do estado do Novo México, nos Estados Unidos. As instituições brasileiras representadas são as universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Federal de Santa Catarina (UFSC), de São Paulo (USP) e de Brasília (UnB).

O evento envolverá 158 times de 24 países diferentes. A competição é dividida em 6 categorias, de acordo com o tipo de motor usado (comercial ou desenvolvido pela própria equipe) e a distância alcançada pelo foguete. As equipes Minerva Rockets e Sats (UFRJ), GFRJ (UERJ) e Kosmos Rocketry (UFSC) vão competir na categoria de foguetes com motor sólido, de desenvolvimento próprio, que chegam a 3 quilômetros (km) de altura. As equipes Capital Rocket (UnB) e Projeto Jupiter (USP) entram na categoria de foguetes com motor híbrido/líquido, de desenvolvimento próprio, que atingem 3 quilômetros de altura.

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A estudante de Astronomia Júlia Siqueira, de 26 anos, é a presidente da Minerva Rocket e Sats, da UFRJ, que foi fundada em 2016, e participa da competição com o foguete Aurora, de 3 metros e 10 cm, e o nanossatélite de experimentos astrobiológicos (MicrobioSat). Segundo Júlia, o grupo precisa desenvolver toda a parte da estrutura e dos componentes eletrônicos. O processo é complexo, mas enche a estudante de orgulho.

“Estudei a vida toda em escola pública. Quando eu imaginaria que entraria em uma universidade federal e desenvolveria um foguete? Quando a gente olha assim, de longe, parece algo extremamente difícil, muito longe da realidade. Parece que você tem que ser um gênio para desenvolver. E não, qualquer pessoa que tiver interesse pode chegar lá, pode aprender e ter a oportunidade de levar o projeto para um cenário mundial e apresentar para as maiores empresas aeroespaciais do mundo. A gente bate de frente com grandes universidades, como MIT, Stanford e Columbia.”.

Júlia ressalta que, como a UFRJ não tem curso de engenharia aeroespacial, o grupo acaba sendo multidisciplinar, com pessoas de áreas que vão da administração até a eletrônica. Para a estudante, este é um diferencial na competição, assim como a dedicação dos participantes. Além do desenvolvimento dos foguetes, é preciso cuidar da vida pessoal, dos estudos na universidade e de atividades como iniciação científica e dos estágios profissionais. Em meio a essa maratona diária, os estudantes acumulam conhecimentos que transcendem o ambiente acadêmico.

“O que a gente faz ali modifica as pessoas. Para mim, mudou completamente a forma como encaro todas as outras áreas da minha vida em questão de responsabilidade, compromisso, dedicação, de ter que me virar, de fazer acontecer. Desenvolver uma tecnologia complexa de forma barata, no dia a dia, dentro da universidade, traz outro panorama do que é possível fazer. A gente não faz brinquedo, faz tecnologia de verdade”, afirma a estudante.

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Brasil estreia sábado no Mundial de basquete em cadeira de rodas


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O Campeonato Mundial de basquete em cadeira de rodas começa nesta sexta-feira (9), em Dubai (Emirados Árabes Unidos). O Brasil estará presente com as seleções masculina e feminina. As mulheres estreiam no sábado (10), às 2h45 (horário de Brasília), diante do Canadá. Os homens iniciam a campanha no domingo (11), às 5h, contra os anfitriões. Os jogos terão transmissão ao vivo no canal da Federação Internacional da modalidade (IWBF, sigla em inglês) no YouTube.

Vileide - BRASIL x ARGENTINA - Disputa do Bronze feminino durante a America's Cup de Basquete em Cadeira de Rodas no CT Paralímpico

“Foram fases de treinamento bem intensas para chegarmos bem na competição. Esperamos trazer um resultado muito bom para o Brasil”, projetou Vileide, ala da seleção brasileira feminina – Ale Cabral/CPB/Direitos Reservados

O torneio masculino reúne 16 seleções, separadas em quatro grupos. Todas estarão presentes nas oitavas de final. Na primeira fase, elas jogam entre si nas chaves (três partidas) para definir os confrontos da etapa eliminatória. Além dos Emirados Árabes, os brasileiros terão Austrália e Itália pela frente no grupo.

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A competição feminina tem 12 equipes, divididas em duas chaves com seis times. As seleções de mesmo grupo se enfrentam (cinco jogos) e as quatro melhores campanhas se classificam às quartas de final. O Brasil medirá forças com Canadá, Austrália, Espanha, Grã-Bretanha e China. As duas últimas seleções serão as rivais mais difíceis. As britânicas são as atuais vice-campeãs mundiais, enquanto as chinesas foram medalhistas de prata na Paralimpíada de Tóquio (Japão), em 2021.

“Vamos avaliar internamente como o Brasil se comporta diante de seleções tão poderosas. Provavelmente, em um jogo inteiro, a gente não consiga atuar no mesmo nível que elas, mas se formos capazes de igualar o jogo em alguns momentos, isso será um sinal de que o processo está sendo bem feito”, avaliou Martoni Sampaio, técnico da equipe feminina, à Agência Brasil.

As duas seleções disputarão o Mundial pela quarta vez. Os homens querem ir além do nono lugar de Amsterdã (Holanda), em 2006. O técnico Itamar Silva convocou um time repleto de caras novas. Dos 12 atletas, apenas Dwan Santos e Amauri Viana estiveram na edição anterior, em Hamburgo (Alemanha), em 2018.

“Nossa seleção vem trabalhando forte para conseguir experiência e desenvolvimento dos jovens atletas que a compõe. Nosso objetivo é colocar em prática um modelo de trabalho que vem sendo realizado pela equipe de desenvolvimento, pela análise de desempenho e comissão técnica, sob anuência da diretoria executiva, com proposta de renovação”, comentou Itamar, ao site da Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas (CBBC).

Serginho - Americas Cup Wheelchair Basketball, no Centro Paralímpico Brasileiro em 13/07/2022

O armador Serginho está na lista dos convocados da seleção masculina, que estreia às 5h (horário de Brasília) de domingo (11) – Marcello Zambrana/Exemplus/CPB/Direitos Reservados

O time feminino, por sua vez, tem como melhor campanha o décimo lugar na edição de Hamburgo. Ao contrário do masculino, a seleção dirigida por Martoni Sampaio reúne atletas experientes. Sete das 12 convocadas disputaram o Mundial da Alemanha, há cinco anos: Perla Assunção, Silvelane Oliveira, Paola Klokler, Vileide Almeida, Maxcileide Ramos, Cleonete Reis e Oara Uchôa.

“Foram fases de treinamento bem intensas para chegarmos bem na competição. A ansiedade está grande, mas estamos entusiasmadas, pois nos prepararmos bastante. Esperamos trazer um resultado muito bom para o Brasil”, disse Vileide,  a caminho do terceiro Mundial da carreira.

Foco no Parapan

Apesar de ser o principal torneio do basquete em cadeira de rodas depois da Paralimpíada, o Mundial é encarado, pelos brasileiros, como uma “preparação de luxo” para o maior desafio do ano: os Jogos Parapan-Americanos de Santiago, em novembro. Os campeões masculino e feminino da modalidade em solo chileno se asseguram nos Jogos de Paris (França), em 2024. Os medalhistas de prata terão nova chance em uma repescagem internacional, ainda sem data.

“Ter o Mundial tão próximo do Parapan qualifica melhor. Consideramos algo super positivo, que fará com quem cheguemos muito mais bem preparados. Nossa prioridade total é o Parapan. O Mundial será um processo nessa preparação”, afirmou Martoni.

O basquete foi um dos únicos esportes (o outro foi o rugby em cadeira de rodas) que o Brasil não teve representantes na Paralimpíada de Tóquio. No masculino, a seleção ficou sem a vaga ao perder a disputa do bronze no Parapan de Lima (Peru), em 2019, para a Colômbia. As mulheres foram ao pódio na capital peruana, em terceiro lugar, mas apenas as duas primeiras equipes se classificaram aos Jogos.

“A gente ainda está absorvendo. Foi muito ruim ficar fora [de Tóquio], mas buscamos ter isso como parâmetro, como entusiasmo para irmos melhor nas outras competições. Sabemos que é questão de detalhes para, se Deus quiser, chegarmos muito bem no Parapan e conseguirmos essa vaga”, concluiu Vileide.

A modalidade

O basquete em cadeira de rodas é uma das modalidades mais tradicionais do movimento paralímpico, tendo integrado um projeto de reabilitação para veteranos de guerra em Stoke Mandeville (Grã-Bretanha), nos anos 1940, considerado pioneiro no paradesporto, coordenado pelo médico neurologista alemão Ludwig Guttmann. O esporte esteve em todas as edições da Paralimpíada.

Assim como no basquete convencional, a versão paralímpica tem cinco atletas em cada time. A diferença é que, além de, obviamente, utilizarem cadeiras de rodas, eles recebem pontuações conforme a deficiência, que varia de 1.0 a 4.5. A soma dos pontos de quem estiver em quadra não pode superar 14. Quanto menor o número da pontuação, maior o grau do comprometimento físico-motor do jogador.

Durante a partida, o atleta deve quicar a bola, arremessá-la ou passá-la a cada dois toques para movimentar a cadeira. As dimensões da quadra e a altura da cesta são as mesmas do basquete olímpico, assim como o tempo de jogo (quatro períodos de dez minutos).

Programação (Primeira fase)

Seleção feminina

10/06 – 2h45 Brasil x Canadá

11/06 – 7h30 Brasil x Grã-Bretanha

12/06 – 11h45 Brasil x Austrália

13/06 – 11h45 Brasil x China

16/06 – 9h45 – Brasil x Espanha

Seleção masculina

11/06 – 5h Brasil x Emirados Árabes Unidos

13/06 – 5h Brasil x Itália

14/06 – 5h15 Brasil x Austrália

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Bia Haddad luta, mas é superada por número 1 na semi de Roland Garros


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Após uma campanha histórica, a brasileira Beatriz Haddad se despediu nesta quinta-feira (8) da chave de simple de Roland Garros, após ser superada pela polonesa Iga Swiatek, número um do mundo e atual campeã do torneio, por 2 sets a 0 – parciais de 6/2 e 7/6 (9-7). Apesar da derrota, a paulistana, de 27 anos, escreveu um novo capítulo do tênis brasileiro no saibro parisiense, onde o catarinense Gustavo Kuerten foi tricampeão (1997, 2001 e 2001). Bia é a segunda brasileira a chegar tão longe em um Grand Slam (torneio de maior pontuação no circuito mundial): a pioneira foi a multicampeã Maria Eshter Bueno, em 1968, no US Open (1968).

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Atual número 12 no ranking mundial, Bia pode ingressar pela primeira vez no top 10 da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês), caso Iga Swiatek vença a theca Karolina Muchova (43ª) na final, às 10h (horário de Brasília) do próximo sábado (10). A polonesa disputará sua terceira final em  Roland Garros e a quinta em um Grand Slam.

No jogo desta tarde, a paulistana chegou a quebrar o saque de logo no primeiro game da partida, mas Iga devolveu a quebra e se manteve dominante no set até fechá-lo com vantagem de 6/2. Na parcial seguinte, a canhota paulistana reagiu: de cara quebrou o saque da polonesa e impôs vantagem de 3/1. A adversária seguiu firme e arrancou o empate em 3 a 3. Daí em diante o duelo seguiu equilibrado. No nono game, Bia teve três chances de quebrar o saque de Swiatek, mas desperdiçou todas e foi para a parcial seguinte em desvantagem de 5/4. Bia soube contornar a pressão no seu serviço e igualou o placar de novo. O set seguiu equilibrado, até Bia vencer o último game, fazer 6/6, e forçar o tie-break para definir a parcial.

A brasileira começou o tie-break de forma imponente, abriu vantagem de 5 a 3, mas do outro lado da quadra estava a número 1 do mundo, que conseguiu o empate em 5/5. A partir daí, Bia desperdiçou um set point no saque da polonesa, que passou à frente em 7/6. No entanto, Swiatek perdeu o primeiro match-point, com uma paralela precisa da brasileira bem na linha. Depois, a polonesa passou à frente, fez 8/7 e aproveitou o segundo match-point para selar a vitória em 2 sets a 0