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Basquete: seleção brasileira feminina é convocada para Copa América

Basquete: seleção brasileira feminina é convocada para Copa América


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O técnico José Neto anunciou, nesta quarta-feira (31), a convocação da seleção feminina de basquete para a disputa da Copa América da modalidade, que será disputada entre os dias 1 e 9 de julho em León (México). A competição tem grande importância para a busca da classificação para os Jogos Olímpicos de Paris, pois oferece duas vagas diretas para o Pré-Olímpico Mundial e outras quatro vagas para o Pré-Olímpico das Américas.

A seleção brasileira está no Grupo A da competição, ao lado de Cuba, Venezuela, Argentina e Estados Unidos. Já a outra chave é formada por Canadá, República Dominicana, Colômbia, México e Porto Rico. Nas duas últimas edições do torneio o Brasil subiu ao pódio com o terceiro lugar.

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“[A Copa América é] uma competição que não tem jogos fáceis! Um grupo duro, com os Estados Unidos favoritos para o título e três das quatro equipes sul-americanas classificadas, sendo Venezuela, que enfrentamos na semifinal do último Sul-Americano, e Argentina, na final. Para finalizar o grupo, a tradicional equipe de Cuba, que vem recuperando seu basquetebol competitivo e sempre joga com muita intensidade. Temos que encarar cada jogo como um jogo único para classificarmos na melhor posição possível e avançarmos na competição. Para isso, vamos fazer uma excelente etapa de treinamento e chegarmos preparados para esta dura competição”, declarou o técnico José Neto à assessoria de imprensa da Confederação Brasileira de Basquete (CBB).

Relação de convocadas:

Armadoras: Débora Costa – SESI Araraquara, Alana Gonçalo – Sampaio Basquete e Maria Paula Albieiro – Blumenau/Unisociesc.
Alas/armadoras: Tainá Paixão – Sampaio Basquete, Isabela Ramona – Samara-RUS e Gabriella Soares – SESI Araraquara.
Alas: Thayná Silva – Sodiê Mesquita, Patrícia Teixeira – Sampaio Basquete, Leila Zabani – Blumenau/Unisociesc, Raphaella Monteiro – Sampaio Basquete, Vitória Marcelino – SESI Araraquara e Emanuely de Oliveira – Sampaio Basquete.
Alas/pivôs: Damiris Dantas – Fuerza Regia-MEX, Vanessa Sassá – Santo André, Aline Moura – SESI Araraquara e Kawanni Firmino – Blumenau/Unisociesc.
Pivôs: Erika de Souza – Sampaio Basquete, Kamilla Cardoso – South Carolina-EUA e Mariana Dias – Sampaio Basquete.

Basquete: seleção brasileira feminina é convocada para Copa América

Escolas precisam de políticas de convivência para prevenir violência


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As políticas educacionais precisam de atualizações para prevenir e enfrentar casos de violências em ambientes escolares. Segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Vitor Amorim de Ângelo (foto), é de se esperar que problemas enraizados na sociedade, como violência e racismo, ocorram também em escolas. Ele, no entanto, acrescenta ser este o “espaço mais propício para uma virada de jogo”, por meio do desenvolvimento, também, de políticas de convivência.

De Ângelo foi um dos participantes de uma das mesas de debate do 1º Seminário Internacional sobre Segurança e Proteção no Ambiente Escolar, sobre perspectivas de proteção no ambiente escolar.

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“A escola não é uma bolha. Ela reflete o que há na sociedade. Por isso, é claro que há, por exemplo, casos de racismo e de violência nas escolas. Seria surpreendente que não houvesse, em um país que tanto defendeu armamento e tanto estimulou discursos de ódio. Não há, portanto, surpresa da chegada disso às escolas”, disse o presidente do Consed.

“Sujeito e objeto”

“Por outro lado, como educadores, temos a exata dimensão de que a escola não é uma instituição qualquer dentro dessa sociedade. Então ela é, a um só tempo, sujeito e objeto; estruturado e estruturante; bolha, no sentido de ser ambiente propício para a reflexão, e reflexo, no sentido de que ela não está apartada da sociedade”, acrescentou.

Dessa forma, acrescentou o representante dos secretários de educação, a escola é, também, “espaço propício para virarmos o jogo”, por meio de uma política educacional que se adapte às situações apresentadas. “Somos nós os responsáveis por tomar essas decisões, e não outras lideranças, como sindicais, eclesiásticas ou comunitárias. Elas podem até ser envolvidas nesse processo e no diálogo, mas ao fim somos nós os tomadores de decisões”.

Para De Ângelo, será necessário promover regime e política de colaboração nas comunidades escolares. Mas para tanto, acrescenta, é fundamental que se tenha uma “postura de humildade”, por parte dos profissionais de educação, no sentido de “reconhecer que apesar de termos um ponto de partida, temos sobre esse tema mais desconhecimento do que conhecimento”.

Dificuldades

A questão da violência nas escolas é, segundo ele, complexa, envolvendo a necessidade de tomadas de decisões urgentes e de respostas rápidas a situações e problemas extremos para os quais profissionais da educação nem sempre estão adequadamente preparados. “De educação, a gente entende, mas sobre esse assunto – e diante de situações desse tipo – nossas equipes sabem muito pouco. É tudo muito novo e desafiador.”

“Uma das grandes dificuldades de ser gestor de crises desse tipo, como secretário, é que, de imediato, você tem vários microfones diante de sua boca, pedindo respostas que você não tem. E você não pode dizer isso, porque não transmite segurança. Tem de dizer que a escola é segura, mesmo sabendo que ela tem fragilidades e que ela acabou de ser violentada; tem de dar respostas que garantam a tranquilidade das pessoas, mesmo sabendo estar diante do desconhecido”, observou.

Também presente no seminário, a secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Izolda Cela, defendeu que as políticas de convivência sejam pensadas também como “parte do direito à educação”.

Nesse sentido, ela propôs introduzir, nas grades escolares, debates e questões que vão além das matérias e dos componentes curriculares.

Brasília (DF), 31/05/2023 - A secretária-executiva do Ministério da Educação, Izolda Cela, durante o 1º Seminário Internacional sobre Segurança e Proteção no Ambiente Escolar. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Para a secretária executiva do MEC, Izolda Cela, as políticas de convivência devem ser pensadas também como “parte do direito à educação” – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Como denunciar

Denúncias sobre ameaças de ataques podem ser feitas ao canal Escola Segura, criado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com SaferNet Brasil. As informações enviadas ao canal serão mantidas sob sigilo e não há identificação do denunciante. Acesse o site para fazer uma denúncia.

Além do canal Escola Segura, o serviço Disque 100 passou a receber denúncias de ameaças de ataques a escolas. As informações podem ser enviadas por WhatsApp, pelo número (61) 99611-0100.

Em caso de emergência, a orientação é ligar para o 190 ou para a delegacia de polícia mais próxima.

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MEC: 56,4% dos alunos do 2º ano não estão alfabetizados


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Os resultados da pesquisa Alfabetiza Brasil, apresentados nesta quarta-feira (31), em Brasília, mostram que, em 2021, 56,4% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental não estavam alfabetizados. Os dados são do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). 

No Saeb de 2019, antes da pandemia de covid-19, o percentual de não alfabetizados era menor: 39,7%. Os alfabetizados somavam 60,3%. 

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O ministro da Educação, Camilo Santana (foto), comentou o baixo desempenho do Saeb de 2019 e 2022.  “São tristes os números do Brasil porque praticamente 60% das crianças brasileiras não se alfabetizam no final do segundo ano [do ensino fundamental],” disse.  Ele abordou as consequências da não alfabetização na idade certa, o que compromete todo o ciclo escolar. “É algo que precisamos reverter. Isso gera evasão [escolar], reprovação e abandono de escola. O Brasil perde milhões de crianças e jovens ao longo do ensino básico. Então, precisamos fechar a torneira disso”, afirmou. 

Como foi a pesquisa

A pesquisa Alfabetiza Brasil foi realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). 

O levantamento ouviu 251 professores alfabetizadores de 206 municípios do país. Entre 15 e 23 de abril, a pesquisa foi desenvolvida em cinco capitais: Belém, Recife, Brasília, São Paulo e Porto Alegre. 

Na aplicação, os docentes opinaram com base na experiência em sala de aula. Os alfabetizadores forneceram informações sobre quais devem ser as tarefas e competências que um estudante no fim do 2º ano do ensino fundamental deve dominar para seja considerado alfabetizado. 

A partir dos resultados do levantamento, o Inep estabeleceu, pela primeira vez, a nota de corte de 743 pontos na escala adotada no Saeb para definir se o aluno está alfabetizado.

A nota servirá de parâmetro nacional para indicar se o estudante do final do 2º ano do ensino fundamental domina um conjunto de habilidades básicas de leitura de pequenos textos e escrita de textos simples, como convites ou lembretes. 

Pacto pela alfabetização 

Os indicadores da pesquisa Alfabetiza Brasil deram suporte para o planejamento e execução de políticas educacionais nacionais voltadas à alfabetização. 

O ministro da Educação adiantou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai lançar um pacto nacional de alfabetização nos próximos dias.  A construção da política está sendo feita em contato com as secretarias de educação de estados e municípios de todo o país.

“Desde janeiro, estamos construindo uma grande pactuação nacional. O programa está pronto e o MEC vai apoiar técnica e financeiramente essa política”, adiantou. 

O ministro estima que, com o pacto nacional pela alfabetização na idade certa, o Brasil deve elevar o índice do Saeb para 80% dos estudantes alfabetizados no fim do 2º ano do ensino fundamental.

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Brasil tropeça diante da China na estreia da Liga das Nações Feminina


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A seleção brasileira feminina de vôlei foi superada pela China por 3 sets a 2 na estreia da Liga das Nações, em Nagoya (Japão), nesta quarta-feira (31), em um jogo equilibrado, decidido no tie-break, com parciais de (25/23, 23/25, 25/20, 20/25 e 15/12).  As brasileiras voltam à quadra às 6h (horário de Brasília desta quinta (1º de junho), contra as holandesas. O país busca um título inédito na Liga das Nações, após três vice-campeonatos seguidos. Além disso, os jogos da Liga das Nações, pontuam para o ranking mundial da Federação Internacional de Voleibol (FIVB, na sigla em inglês), um dos parâmetros para a busca de vagas à Olimpíada de Paris 2024. 

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“Temos que usar essa partida como aprendizado e entender em quais pontos precisamos evoluir. Nos momentos decisivos do jogo, não podemos cometer erros. Gostei do comportamento e da atitude do time. Apesar da derrota, estou saindo dessa partida feliz com o que o nosso time apresentou contra a China”, avaliou o técnico José Roberto Guimarães, em depoimento à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

O time brasileiro contou hoje em quadra Macris, Kisy, Ana Cristina, Julia Bergmann, Diana e Carol. Líbero – Natinha. Entraram – Naiane, Lorrayna, Tainara e Maiara Basso. A maior pontuadora do lado brasileiro foi a oposta Kisy, que totalizou 21 pontos seguida da ponteira Ana Cristina e a central Diana – ambas com 17. Do lado chinês, a atacante Li totalizou 25 pontos.

Formato da competição

O torneio reúne 16 nações mais bem ranqueadas pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB, na sigla em inglês). A primeira fase é classificatória – de 30 de maio a 2 de julho -, na qual cada seleção joga 12 partidas, em quatro semanas, em locais diferentes. As oito mais bem colocadas avançam à fase eliminatória (quartas de final). Detalhe: os Estados Unidos já têm vaga garantida nas quartas, por serem os anfitriões da fase final (de 12 a 16 de julho).

Programação

1ª semana – Nagoya (Japão)

01/06 –  6h – Brasil x Holanda 
03/06 –  0h40 – Brasil x República Dominicana 
04/06 – 0h40 Brasil x Croácia  

2ª semana – Brasília (Brasil)

14 de junho – 21h – Brasil x República da Coreia

15 de junho – 21h – Brasil x Sérvia 

17 de junho – 14h – Brasil x Alemanha 

18 de junho – 10h – Brasil x Estados Unidos 

3ª semana – Tailândia

28 de junho – 10h30 – Brasil x Itália

29 de junho – 07h: – Brasil x Canadá

30 de junho – 10h30 – Brasil x Turquia  

2 de julho – 10h30 – Tailândia x Brasil 

Fase final – Estados Unidos

12 a 16 de julho

* Texto atualizado às 16h27 para acréscimo de informações a respeito da classificação olímpica. Os Jogos de Paris reunirão 12 seleções. A classificação se dará da seguinte forma: seis vagas serão distribuídas no Pré-Olimpico (em setembro e outubro de 2023), cinco serão pela classificação no ranking da FIVB e uma está reservada à França por ser o país-sede.

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Goiás e Paysandu se enfrentam no segundo jogo da final da Copa Verde


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O campeão da Copa Verde, torneio que reúne clubes das regiões Norte e Centro-Oeste e do Espírito Santo, será conhecido nesta quarta-feira (31). A partir das 20h (horário de Brasília), Goiás e Paysandu se enfrentam na Serrinha, em Goiânia, no segundo jogo da decisão. A partida será transmitida ao vivo pela TV Brasil, em parceria com a TV Cultura do Pará.

O Esmeraldino levou a melhor no duelo de ida, há duas semanas, no Mangueirão, em Belém, ao vencer por 2 a 0. Os goianos podem até perder por um gol de diferença que ficam com o título inédito. O Papão tem de vencer por três ou mais gols de saldo no tempo normal para levantar a taça pela quarta vez na história (e a segunda consecutiva). O campeão assegura lugar direto à terceira fase da Copa do Brasil do ano que vem. Caso os paraenses igualem o placar agregado, haverá disputa de penalidades.

Os dois times vêm de resultados negativos nos respectivos campeonatos nacionais. No último sábado (27), o Goiás perdeu do São Paulo por 2 a 1, no Morumbi, na capital paulista, pela oitava rodada da Série A (o Esmeraldino abre a zona de rebaixamento da competição, ocupando a 17ª posição). No domingo (28), o Paysandu foi a Volta Redonda (RJ) e levou 3 a 0 do time da casa, no Estádio Raulino de Oliveira, pela quinta rodada da Série C. O Papão está em 16º lugar, um posto à frente do Z4.

O Goiás foi a campo em seis oportunidades nesta Copa Verde. Após estrear batendo o União Rondonópolis-MT por 3 a 0, pelas oitavas de final, o Esmeraldino passou por Brasiliense (0 a 0 e 1 a 0) e Cuiabá (0 a 1 e 2 a 0), antes do primeiro jogo da final. O Papão, que também iniciou a participação nas oitavas, começou a campanha fazendo 3 a 0 no Real Ariquemes-RO. Depois precisou dos pênaltis para eliminar o Princesa do Solimões-AM (dois 0 a 0) e o rival Remo (0 a 1 e 2 a 1).

Em relação ao jogo de ida, a principal novidade na formação goiana deve ser Apodi. O lateral, de 35 anos, não atuou no Mangueirão por estar com dengue. Dos jogadores que vêm sendo titulares, o meia Diego (que não está inscrito na Copa Verde) desfalca o time de Emerson Ávila, que também não pode contar com os meias Moretti, Jhonny Lucas, Guilherme e Matheusinho, o volante Fellipe Bastos e os atacantes Vinícius e Breno Herculano.

“Qualquer jogo importante gera um pouco de ansiedade, pela grandeza do jogo, valendo título. Sabemos que o Goiás está há um tempo [cinco anos] sem ganhar um título. Esse pode ser meu primeiro título pelo clube. Estou ansioso e focado. Esperamos deixar a taça em casa”, disse o zagueiro Lucas Halter em entrevista coletiva.

O Paysandu também chega à decisão com problemas na escalação. Isso porque dos 38 jogadores do elenco, 14 chegaram ao clube após o período de inscrições na Copa Verde terminar. Com isso, o técnico Marquinhos Santos terá que relacionar vários atletas da base para completar o banco de reservas. Dos titulares na derrota para o Volta Redonda, quatro (os laterais Edilson e Igor Fernandes, o zagueiro Rodolfo Filemon e o meia Nenê Bonilha) estão entre os desfalques certos.

“É uma missão difícil, mas não impossível. Estaremos lutando e correndo atrás de mais um título. Acredito que quem veste essa camisa, sabe da responsabilidade e dará o máximo. Confio nesse grupo”, afirmou, também em coletiva, o atacante Dalberto, que voltou a jogar após oito meses tratando uma lesão no joelho esquerdo justamente na partida de ida contra o Goiás.

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Botafogo e Athletico-PR jogam por vaga nas quartas da Copa do Brasil


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Valendo uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil, Botafogo e Athletico-PR medem forças a partir das 21h30 (horário de Brasília) desta quarta-feira (31) no estádio Nilton Santos. A Rádio Nacional transmite, ao vivo, a partida decisiva.

Ao atual líder do Campeonato Brasileiro, apenas a vitória interessa após perder na ida por 3 a 2. Em caso de triunfo por dois gols de diferença, o Glorioso fica com a vaga sem a necessidade dos pênaltis. Mas, caso a diferença seja de apenas de um gol, a classificação será definida nas penalidades máximas. Já o Furacão avança de forma direta mesmo em caso de empate.

Apesar da dificuldade da missão, a torcida do Botafogo confia demais na ótima fase da equipe, que venceu sete dos oito jogos disputados no Brasileiro, sua melhor performance nas rodadas iniciais da competição desde que ela começou a ser disputada em pontos corridos. A equipe comandada pelo técnico português Luís Castro também vai bem na Copa Sul-Americana, com a classificação direta para as oitavas de final bem encaminhada.

Um trunfo a mais do Glorioso, que decide em casa, é o apoio de sua torcida, que já comprou mais de 33 mil ingressos para o jogo. Porém, o Athletico-PR será um adversário muito complicado, afirma o comentarista da Rádio Nacional Waldir Luiz: “O time e a torcida têm que ter paciência. Será um jogo duro e pode ficar mais complicado ainda caso o gol não saia rápido”.

Do outro lado do gramado estará um Furacão que vem oscilando na temporada. No Campeonato Brasileiro, o Rubro-Negro de Curitiba tem 50% de aproveitamento, com quatro vitórias e quatro derrotas. Já na Libertadores o time comandado por Paulo Turra lidera seu grupo com sete pontos.

Após o último revés da equipe, por 2 a 1 para o Grêmio no último sábado (28) pelo Brasileiro, o técnico afirmou que é necessário manter o “equilíbrio” e entender que há “pontos para corrigir”.

Independente do resultado da partida desta quarta, as equipes voltam a se encontrar no próximo sábado (3), mas desta vez pela 9ª rodada do Brasileiro, na Arena da Baixada, em Curitiba.

Transmissão da Rádio Nacional

A Rádio Nacional transmite Botafogo e Athletico-PR com a narração de André Marques, comentários de Mário Silva, reportagem de Maurício Costa e plantão de Luiz Ferreira. Você acompanha o Show de Bola Nacional aqui:

* Colaboração de Pedro Dabés (estagiário) sob supervisão de Paulo Garritano.

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Atacante é suspenso por 2 anos por envolvimento em esquema de apostas


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O atacante Jarro Pedroso, do Inter de Santa Maria, foi punido, nesta terça-feira (30), com uma suspensão 720 dias (dois anos) e uma multa de R$ 100 mil pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Sul (TJD-RS) por participação em um esquema de manipulação de resultados na edição 2023 do Campeonato Gaúcho.

O jogador fez um acordo com apostadores para cometer um pênalti no primeiro tempo da partida, disputada no dia 12 de fevereiro deste ano, entre São Luiz, sua equipe à época, e o Caxias. Jarro cumpriu o combinado e cometeu uma falta dentro da área aos 15 minutos da etapa inicial do confronto, que terminou com vitória do Caxias por 3 a 1.

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No âmbito da operação Penalidade Máxima, realizada pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO), Jarro reconheceu as irregularidades e não foi processado criminalmente. Porém, no âmbito esportivo ainda cabia punição.

O julgamento do atacante seria realizado na última semana em conjunto com o do lateral Nikolas Farias (punido com uma multa de R$ 80 mil e 720 dias de suspensão por participar de um esquema para cometer um pênalti contra o Esportivo no Gaúcho de 2023, competição pela qual defendia o Novo Hamburgo), mas foi adiado após a defesa do jogador pedir mais tempo para elaborar melhor a estratégia de defesa.

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Quatro brasileiros garantem índice para Mundial de Esportes Aquáticos


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Quatro brasileiros alcançaram índice para o Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de Fukuoka (Japão) na noite desta terça-feira (30), primeira dia de disputas do Troféu Brasil de Natação, que está sendo disputado no Parque Aquático do Centro Esportivo Santos Dumont, em Recife.

Logo na primeira final da noite, a dos 400 metros estilo livre, a campeã Gabrielle Roncatto (com o tempo 4min06s25) e a vice-campeã Maria Fernanda Costa (4min06s85) se garantiram no Mundial. “Essa conquista é resultado de muita superação e trabalho duro, além de ser muito bom para natação a feminina”, declarou a atleta da Unisanta.

Na mesma prova, mas no masculino, Guilherme Costa nadou em 3min47s31 para garantir o índice de classificação. “Acho que estou mais rápido que ano passado e essa temporada focamos mais nos 200 e 400 metros livre. Ainda tem campeonato e estou motivado para poder entrar no revezamento 4×200 e poder ajudar”, declarou o atleta, que conquistou medalha na última edição do Mundial.

O quarto classificado foi KayKy Mota, do Minas Tênis Clube, que nadou em 51s95 para garantir o ouro nos 100 metros borboleta.

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Basquete 3×3: Brasil estreia com vitórias na Copa do Mundo, na Áustria


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O Brasil estreou com três vitórias na Copa do Mundo de basquete 3×3, em Viena (Áustria). Nesta terça-feira (30), a seleção masculina bateu a Alemanha e, em seguida, a França. Já a equipe feminina começou perdendo o primeiro duelo para as francesas, atuais campeãs do mundo, mas na sequência se recuperou e derrotou as holandesas. Os medalhistas na Copa garantirão vaga no Pré-Olímpico de qualificação à Olimpíada de Paris 2024.

O Brasil vai lutar por uma vaga na próxima fase (mata-mata) Da Copa do Mundo a partir das 12h35 (horário de Brasília) de quinta (1º e junho). Os jogos têm transmissão ao vivo no canal da Federação Internacional de Basquete (Fiba). A programação completa segue ao fim do texto.

– No basquete 3×3 não tem jogo fácil. Provamos mais uma vez que ninguém vai ter jogo fácil contra o Brasil. Viemos preparados. Treinamos no clube, nas duas etapas de treinamento também com a seleção. Mas não tem nada decidido ainda. Temos dois jogos duríssimos na quinta-feira. E assim como podemos vencer, podemos perder ambos. Por isso é manter o pé no chão, descansar e entrar pronto para fazer o melhor possível – disse o jogador Léo Branquinho, em depoimento ao site da Confederação Brasileira de Basquete (CBB).

Além de Léo, a seleção masculina conta com Jefferson, Socas, Ruan Miranda e Jonatas Mello. O time encerrou o primeiro dia da Copa com 100% de aproveitamento. Começou aplicando 17 a 14 na Alemanha. No jogo seguinte, a equipe ganhou de 17 a 14 da França, atual bronze mundial.

Na disputa feminina, as brasileiras perderam para as francesas por 19 a 14. Após o revés, travaram uma batalha emocionante com as holandesas e saíram de quadra com vitória por 20 a 19. A equipe brasileira é formada por Lays da Silva, Vanessa Sassá, Thayná Silva e Luana Batista.

– O primeiro jogo contra a França foi muito físico, difícil, elas não são campeãs mundiais à toa. E no segundo, conseguimos juntar todas as nossas forças para darmos a volta por cima e vencer a Holanda. Temos mais dois jogos contra Áustria e Espanha, e vamos buscar a classificação”, analisou Sassá.

A Copa do Mundo reúne 20 equipes em cada gênero, divididos em quatro grupos. No feminino, o Brasil caiu na chave A, junto com França, Holanda, Espanha e Áustria. A seleção masculina está no Grupo A, assim como Sérvia, França, Alemanha e Madagascar.

Pelo formato de disputa, o primeiro colocado de cada chave passa direto às quartas de final. Já o segundo e terceiro seguem para as oitavas. Quarto e quinto colocados de cada grupo estão eliminados.

Programação

FEMININO
1 de junho
12h35 – Brasil x Áustria
14h45 – Brasil x Espanha
MASCULINO
1 de junho
13h40 – Brasil x Madagascar
15h50 – Braisl x Sérvia

Basquete: seleção brasileira feminina é convocada para Copa América

Ministro da Educação defende regulamentação das plataformas digitais


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Coordenador do grupo de trabalho interministerial que o governo federal criou em abril deste ano para elaborar uma estratégia nacional de prevenção e enfrentamento à violência nas escolas, o ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu a importância da regulamentação das plataformas digitais no Brasil.

“Isso é fundamental”, afirmou Santana ao abrir, na manhã desta terça-feira (30), o 1º Seminário Internacional Sobre Segurança e Proteção no Ambiente Escolar, que acontece até esta quarta-feira (1º), em Brasília.

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“O enfrentamento à violência nas escolas se faz com inteligência e com investigação nas redes sociais, mas também com a aprovação, pelo Congresso Nacional, de uma lei que possa regulamentar as plataformas digitais no país”, acrescentou o ministro antes de lembrar que vários países estão discutindo os limites e a responsabilidade das empresas de tecnologia donas das redes sociais que conectam pessoas, empresas e governos em praticamente todo o mundo.

“É preciso que haja mecanismos para regulamentar, punir e controlar as redes sociais que, no mundo inteiro, tentam estimular o fascismo, a intolerância, o ódio, o medo, o armamento… Precisamos aprovar esta lei que está no Congresso Nacional neste momento”, defendeu Santana, referindo-se ao Projeto de Lei nº 2630/2020.

O chamado PL das Fake News tramita no Congresso Nacional desde 2020. De autoria do senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) e relatado na Câmara pelo deputado federal Orlando Silva (PCdoB – SP), a proposta estabelece regras de transparência para as empresas responsáveis pelas redes sociais e por serviços de mensagens privadas. Os defensores da iniciativa sustentam que a regulamentação das plataformas digitais favorecerá, entre outras coisas, o controle da divulgação de campanhas de desinformação e de discursos de ódio no ambiente virtual. Já os críticos do projeto dizem que ele afetará a liberdade de expressão dos internautas e o livre acesso à informação.

Para a ministra da Saúde, Nísia Trindade, que participou da abertura do seminário ao lado de Santana e de várias outras autoridades dos poderes Executivo e Legislativo, “o momento é de lidarmos com desafios novos”.

Brasília (DF) 19/04/2023  Ministra da Saúde, Nísia Trindade, durante audiência pública na  comissões de Saúde e de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados.

Momento é lidarmos com desafios novos, diz Nísia – Lula Marques/Agência Brasil

“Além de fortalecermos programas importantes, precisamos entender o que se passa na nossa sociedade. É preciso dialogar com a juventude reconhecendo o protagonismo que ela deve ter e enfrentamos estes [novos] desafios de mãos dadas”, declarou Nísia, endossando a defesa que Camilo Santana fez de ações preventivas e integradas que perpassem o esporte, a cultura, a saúde e também a capacitação de professores e gestores escolares.

“Há questões que se passam no território escolar, mas há uma ampla conexão que integra crianças e jovens com mensagens que são de estímulo à violência e a um ambiente onde não há paz e justiça”, acrescentou a ministra da Saúde.