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Osasco e Praia perdem e decidem 3º lugar no Mundial de vôlei feminino

Osasco e Praia perdem e decidem 3º lugar no Mundial de vôlei feminino


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O favoritismo italiano superou o fator-casa brasileiro nas semifinais do Campeonato Mundial de Clubes de vôlei feminino. Neste sábado (13), Osasco/São Cristóvão Saúde e Dentil Praia Clube não resistiram à força de Conegliano e Scandicci, respectivamente, e terão que se contentar com a disputa do terceiro lugar da competição, que ocorre no ginásio do Pacaembu, em São Paulo.

O duelo entre Osasco e Praia será neste domingo (14), às 13h (horário de Brasília). Mais tarde, às 16h30, Conegliano e Scandicci se encaram pelo título mundial, na reedição da final da última Liga dos Campeões da Europa.

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Atual campeão da Superliga Feminina e anfitrião do torneio, o Osasco teve pela frente o principal candidato ao título. Recheado de estrelas internacionais, entre elas a ponteira Gabi Guimarães, capitã da seleção brasileira, o Conegliano saiu atrás, mas mostrou força nos sets seguintes para vencer por 3 sets a 1, parciais de 21/25, 25/23, 25/16 e 25/16.

Gabi, aliás, brilhou no Pacaembu. Com 18 pontos, ela foi o destaque da classificação do clube italiano, que busca seu quarto título mundial, o que o igualaria ao turco VakıfBank como maior campeão do torneio. No Osasco, as maiores pontuadoras foram a ponteira norte-americana Caitie Baird e a oposta argentina Bianca Cugno, com 17 pontos cada.

Mais cedo, o Scandicci venceu o Praia por 3 a 0 e se classificou à final sem perder nenhum set até o momento. As parciais foram de 25/23, 26/24 e 25/19. Na decisão, a equipe terá uma oportunidade de revanche contra o Conegliano, de quem perdeu na última final europeia.

A russa Ekaterina Antropova comandou a vitória italiana, com 20 pontos. A também oposta Morgahn Fingall, norte-americana que chegou ao Praia nesta temporada, foi o destaque do time de Uberlândia (MG), eliminado na semifinal do Mundial pela terceira edição seguida.

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Basquete: Minas segue invicto e Sesi Franca se reabilita na Champions


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O primeiro dos três turnos da primeira fase da Champions League das Américas, a “Libertadores” do basquete masculino, terminou para Minas Tênis Clube e Sesi Franca na última sexta-feira (13). O time de Belo Horizonte segue invicto após duas partidas, enquanto a equipe do interior paulista se reabilitou após estrear com derrota.

A janela de abertura do Grupo C, o do Minas, teve sede no Estadio 8 de Junio, em Paysandú, no Uruguai. Depois de derrotarem o Boca Juniors, da Argentina, por 80 a 61 na quinta-feira (11), os minastenistas superaram o Aguada, time da casa, por 77 a 74. O ala-pivô norte-americano Erik McCree, com 19 pontos e sete rebotes, foi o destaque no triunfo de sexta.

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O Minas soma quatro pontos (duas vitórias, cada uma valendo dois pontos) e lidera o Grupo C. O Boca, que também superou o Aguada, é o segundo, com três pontos (um triunfo e uma derrota, que dá um ponto). Os uruguaios estão na lanterna, com dois pontos.

O próximo turno da chave será em Buenos Aires, capital argentina, entre 14 e 16 de janeiro. A sede da terceira e última janela será a Arena UniBH, casa do Minas, de 4 a 6 de fevereiro. Os dois primeiros de cada um dos quatro grupos avançam às quartas de final, previstas para ocorrerem em março.

O Sesi Franca, por sua vez, precisava vencer o Universidad de Concepción, do Chile, anfitrião do primeiro turno do Grupo D, para se reabilitar da derrota de quinta para o Instituto, da Argentina, por 93 a 89. Os brasileiros ganharam por 85 a 79 na Casa del Deporte, em Concepción, com 20 pontos e sete rebotes do ala Lucas Dias, protagonista francano na partida.

Os paulistas ocupam a vice-liderança do Grupo D, com três pontos, um a menos que o Instituto e um a mais que o Universidad de Concepción. Os atuais tetracampeões do Novo Basquete Brasil (NBB) voltam à quadra pela Champions nos dias 14 e 16 de janeiro, em casa, no Ginásio Pedrocão, em Franca (SP). Já o terceiro e último turno da chave terá mando do Instituto, em Córdoba, na Argentina, entre 7 e 9 de fevereiro.

Neste sábado (14), será a vez de o Flamengo ir à quadra. O Rubro-Negro, atual campeão e terceiro representante brasileiro na Champions, estreia diante do Nacional, do Uruguai, em Paysandú, às 21h10 (horário de Brasília). No domingo (15), o adversário será o Obras Sanitarias, da Argentina, no mesmo local e horário.

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Flamengo vence Pyramids e vai à decisão da Copa Intercontinental


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O povo rubro-negro quer o mundo de novo e terá a chance de reconquistá-lo. Neste sábado (13), o Flamengo derrotou o Pyramids, do Egito, por 2 a 0, no Estádio Ahmed bin Ali, em Al Rayyan, garantindo vaga na final da Copa Intercontinental da Federação Internacional de Futebol (Fifa), disputada no Catar.

A decisão será diante do Paris Saint-Germain, da França, que entrou diretamente na final. A partida entre os ganhadores da Libertadores e da Liga dos Campeões da Europa está marcada para quarta-feira (17), outra vez em Al Rayyan, às 14h (horário de Brasília).

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O duelo entre Flamengo e Pyramids recebeu o nome de Copa Challenger. E assim como o jogo de quarta-feira passada (10), contra o Cruz Azul, do México, pelo Derby das Américas, o confronto deste sábado valeu taça para o campeão mundial de 1981.

O técnico Filipe Luís promoveu três mudanças em relação à vitória por 2 a 1 sobre o Cruz Azul. Autor do gol do título da Libertadores, Danilo reassumiu o lugar de Léo Ortiz na zaga. Já no ataque, foram duas trocas, com Everton Cebolinha e Gonzalo Plata escalados nas vagas de Samuel Lino e Bruno Henrique.

Dominante em posse de bola e na ocupação do campo adversário, o Flamengo abriu o placar aos 23 minutos da primeira etapa. Após cobrança de falta do meia Giorgian de Arrascaeta pela esquerda, o zagueiro Léo Pereira apareceu na pequena área e, de cabeça, mandou para as redes.

A combinação entre bola parada e jogo aéreo também fez diferença na volta do intervalo, justamente no momento que o Rubro-Negro estava pior em campo. Aos seis minutos, Arrascaeta bateu falta da intermediária pela esquerda e Danilo cabeceou no canto do goleiro Mohamed El-Shenawy.

Com o jogo sob controle, Filipe Luís promoveu trocas para descansar peças importantes do time, como Arrascaeta, Everton Cebolinha, o lateral Alex Sandro, o volante Jorginho e o atacante Jorge Carrascal. Este último deu lugar ao centroavante Pedro, que não atuava há quase dois meses, devido a lesões no antebraço e na coxa esquerda. Apesar da tentativa de pressão do Pyramids, o Rubro-Negro carimbou o lugar na decisão.

 

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Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil


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As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

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O CadÚnico é um registro administrativo que reúne informações socioeconômicas de famílias de baixa renda no Brasil, como escolaridade, renda, condições de moradia e matrícula escolar das crianças. Constitui uma ferramenta essencial para a formulação e implementação de políticas públicas de proteção social.

O Censo Escolar é o levantamento estatístico oficial sobre a educação básica no Brasil, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Ele contém informações sobre matrículas, infraestrutura escolar, alunos e docentes nas instituições de ensino públicas e privadas, sendo a principal fonte para análise da cobertura escolar no país.

A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

“Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

 


Cuiabá - Escola Municipal de Ensino Básico Antonio Ferreira Valentim (Antonio Cruz/Agência Brasil)

  De acordo com o estudo da Fundação, as evidências comprovam que, se a criança tem uma educação infantil de qualidade, ela vai melhorar toda a sua trajetória escolar (Antonio Cruz/Agência Brasil) – Antonio Cruz/Agência Brasil

Em entrevista à Agência Brasil, Mariana lembrou que, em uma creche integral, a criança se alimenta até cinco vezes por dia, é um espaço de combate à violência.

“A gente olha para a creche como uma grande prioridade. E o que se vê é que as crianças do Cad são as que estão menos na creche”, destacou.

“A gente está falando de um percentual de atendimento, depois desse paliamento Cad x Censo Escolar, que passou de 20% para 30%. Mas isso significa dizer que 70% ainda estão fora. E, em uma média nacional hoje de 40%. A gente está falando, portanto, de dez pontos percentuais atrás da média nacional”, completou.

Por regiões

A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

Para Mariana Luz, a questão da idade é muito importante, porque há muitas unidades escolares do país que não oferecem creche para crianças até 2 anos. Na creche, a probabilidade de matrícula aumenta conforme a idade da criança. Quanto mais velha ela for, maiores são as chances de acesso, que atingem 148,29% a mais.

Ela destaca também “a falta de informações das mães sobre a importância da creche, da escola como espaço de desenvolvimento”. Além disso, muitas vezes, “as mães não encontram vagas, não têm com quem deixar os filhos e isso influencia o papel da mulher no mercado de trabalho”.

>>Falta de acesso a creches e escolas impacta mulheres de favelas

O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança.

Raça, gênero e deficiência

De acordo com o estudo da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, questões de raça, gênero e deficiência influenciam também no acesso à creche.

“Crianças não brancas têm menores possibilidades de estarem na escola”.

Entre as famílias de baixa renda cadastradas no CadÚnico, as crianças brancas têm 4% mais chance de estar na creche e quase 7% mais chances de estar na pré-escola do que crianças pretas, pardas e indígenas.

O estudo mostra que as meninas têm menor probabilidade de frequentar creche (-4,05%), enquanto as crianças com deficiência têm 13,44% menos chance de estarem matriculadas na pré-escola.

“É um problema da desigualdade estrutural, do racismo estrutural”.

De acordo com Mariana, o fato de meninas terem menos chance de irem para a creche evidencia que a desigualdade de gênero começa já na primeira etapa da educação infantil. “Você está falando de raça, gênero e deficiência: são três prioridades para a gente inserir na escola. Sobretudo sendo a escola um local para combater desigualdades”.

“E a desigualdade tem essas camadas de cor, de gênero, também o caso das pessoas com deficiência. Na verdade, eles deveriam ser colocados em primeiro lugar nessa primeira etapa, que é tão estruturante, porque são os que estão mais fora e é uma fase de maior pico de desenvolvimento”, defendeu.

Renda e moradia

Também a renda e o local de moradia determinam quem tem acesso à creche e à pré-escola no Brasil. Quando o responsável familiar tem emprego formal, a probabilidade de a criança estar na creche é 32% maior.

Já a remuneração informal dos responsáveis diminui em 9% as chances de a criança frequentar a creche e em 6% a pré-escola. A escolaridade dos pais ou responsáveis também conta para a inserção na educação infantil: quanto maior a escolaridade, maior a probabilidade de o adulto inserir o filho na creche.

O domicílio também favorece ou não a entrada das crianças na creche e na pré-escola. Crianças que moram em domicílios com mais infraestrutura, com maior grau de calçamento, mais iluminação, em bairro organizado, têm mais chance de ir para a escola. Isso se aplica sobretudo na área urbana, indicou a presidente da Fundação.

Mariana salientou, por outro lado, que se a família é beneficiada por um programa de transferência de renda, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou o Programa Bolsa Família ((PBF), isso aumenta a probabilidade de as crianças ingressarem na educação infantil.

O BCP, por exemplo, eleva em 12% a probabilidade de a criança estar na creche e em cerca de 8% na pré-escola. Já o Programa Bolsa Família (PBF), que exige matrícula a partir dos 4 anos, aumenta em 9% a chance de ingresso na pré-escola e em torno de 2% a entrada na creche.

PNE

O estudo foi lançado em um momento importante, quando está em discussão o novo Plano Nacional de Educação (PNE), a Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) e o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade da Educação Infantil (Conaquei). Mariana Luz analisou que o mais importante é entender a desigualdade do acesso da educação infantil, “que é a etapa de maior estruturação do desenvolvimento da criança”.

Muitas evidências comprovam que, se a criança tem uma educação infantil de qualidade, ela vai melhorar toda a sua trajetória escolar em até três vezes mais, ao longo das etapas subsequentes da educação.

“A gente garantir essa base sólida na educação infantil, no início da vida, é muito importante. Mas o que a gente vê é que o acesso a essa educação infantil é tão desigual como o nosso país”.

Para a presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, isso significa que quem acessa mais são os segmentos mais ricos da população e quem acessa menos são os quartis mais pobres.

“É preciso deixar claro que mesmo dentro da educação pública, há o reflexo da desigualdade do acesso”, destacou.

Segundo ela, a meta é mostrar que, nas mudanças da educação do Brasil para os próximos dez anos, devem ser adotados princípios básicos que consistem em “oferecer mais para quem tem menos, colocar para dentro da política pública, do serviço e do programa da sala de aula quem mais precisa”.

Mariana que o estudo da Fundação sublinha que não se está conseguindo fazer isso na prática de garantir esse acesso para as crianças que mais precisam. “As crianças do CadÚnico deveriam estar todas, obrigatoriamente, na sala de aula. Porque, se a educação infantil é um instrumento eficaz, comprovado, de combater a desigualdade, a gente para conseguir retirá-la de uma condição de vulnerabilidade, ela não pode estar fora. E o que o estudo mostra é que crianças do Cad estão muito mais fora do que outras. Isso é inadmissível”.

O estudo é mais um elemento para subsidiar o que os pesquisadores da Fundação, do MEC e do MDS defendem, que o acesso tem que vir com priorizações que tragam equidade para a educação infantil, sustentou Mariana. A equidade na educação infantil depende da boa implementação dessas políticas e um esforço conjunto entre União, estados e municípios.

A Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal foi criada em 1965, em memória da filha do banqueiro Gastão Eduardo de Bueno Vidigal, que morreu de leucemia aos 12 anos de idade. O objetivo era fomentar pesquisas no campo da hematologia. Em 2007, porém, a instituição abraçou a causa da primeira infância, considerando que as experiências vividas no começo da vida são fundamentais para o desenvolvimento não só da criança, mas de toda a sociedade.

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Copa Intercontinental: Fla enfrenta Pyramids em busca de vaga na final


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Em busca da classificação para a decisão da Copa Intercontinental de clubes da Fifa, o Flamengo entra em campo contra o Pyramids (Egito) a partir das 14h (horário de Brasília) deste sábado (13) no estádio Ahmad bin Ali, na cidade de Al Rayan (Catar).

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O confronto pelas semifinais vem após uma estreia na qual o Rubro-Negro da Gávea não atuou bem, mas contou com o brilho do meia-atacante uruguaio Giorgian de Arrascaeta para derrotar o Cruz Azul (México) pelo placar de 2 a 1 na última quarta-feira (10).

Agora, diante dos egípcios, o técnico Filipe Luís afirmou, em entrevista coletiva, que não espera encontrar facilidades: “Esperamos um jogo muito difícil. Sei muito sobre o futebol egípcio, pois joguei com o Salah no Chelsea [Inglaterra]. Mas acho que a parte que me faz olhar mais é o físico dos jogadores. Eles são muito fortes, podem correr muito tempo e nunca ficam cansados. É por isso que é muito difícil vencer as partidas [contra eles]”.

Na última sexta-feira (12), o técnico do Pyramids, o croata Krunoslav Jurcic, também concedeu entrevista coletiva, na qual disse que respeita muito o Flamengo: “O Flamengo tem grandes jogadores e talvez não tenhamos jogadores tão experientes. Tenho respeito pelo Flamengo”.

Do lado do Flamengo uma boa notícia pode ser a aparição do centroavante Pedro no decorrer da partida com os egípcios. Segundo Filipe Luís, o jogador, que passou um período afastado dos gramados por causa de uma lesão muscular na coxa esquerda, deve receber minutos no jogo deste sábado: “Nosso planejamento para ele [Pedro] depende da evolução no dia a dia. No treino de hoje decidiremos se ele pode ter minutos ou não amanhã. Minha expectativa é que tenha minutos”.

Quem avançar entre Flamengo e Pyramids disputará a decisão da Copa Intercontinental de clubes da Fifa na próxima quarta-feira (17), a partir das 14h (horário de Brasília) no estádio Ahmad bin Ali.

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Praia e Osasco encaram clubes italianos na semi do Mundial de vôlei


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O Praia Clube e o Osasco estão a dois jogos do título do Mundial de Clubes de Vôlei Feminino, no Ginásio do Pacaembu, em São Paulo. Neste sábado (13) as equipes brasileiras disputarão as semifinais contra duas potências italianas. Atual campeão sul-americano, o time de Uberlândia (MG) entra em quadra às 13h (horário de Brasília) contra o Scandicci. Já o clube paulista, campeão da Superliga, enfrentará às 16h30 o Conegliano, onde joga a ponteira da seleção Gabi Guimarães. Os jogos terão transmissão ao vivo na VBTV, streaming da Federação Internacional de Vôlei.

Contando com o apoio da torcida, o Osasco vai buscar a vaga na final contra o tricampeão Conegliano (2019, 2022 e 2024), que desponta como o melhor time da atualidade. Nesta temporada, a equipe de Gabi Guimarães gabaritou com quatro títulos: Champions League, Campeonato Italiano, Copa Itália e Supercopa. A missão do Praia Clube contra o Scandicci também não será fácil. O clube europeu tem um elenco de estrelas, como Ekaterina Antropova (oposta da seleção italiana, campeã mundial), Maja Ognjenovci (levantadora da Sérvia, bicampeã mundial) e Brenda Castillo, considerada uma das principais líberos do mundo.

O Osasco se classificou às semifinais na vice-liderança do Grupo A, atrás do Scandicci, para quem perdeu por 3 sets a 0 na segunda rodada da primeira fase. O clube paulista iniciou a campanha com vitória por 3 sets a 0 sobre o Alianza Lima (Peru) e derrotou o Zhetysu (Cazaquistão) por 3 sets a 2, no terceiro e último jogo da fase inicial. O clube paulista sonha com o bicampeonato no Mundial – o primeiro título foi em obtido em 2012, com vitória na final sobre o Rabita Baku (Azerbaijão), no Catar.

Já o Praia Clube sonha com o título inédito na competição. Pelo terceiro ano seguido o time mineiro assegura presença nas semifinais. A equipe se classificou em segundo lugar do Grupo B, cuja liderança ficou com o Conegliano. Na estreia, o Praia bateu o Zamalek (Egito) por 3 sets a 0, mesmo placar da vitória sobre o Orlando Valkyries (Estados Unidos) na segunda rodada. No encerramento da primeira fase, o time brasileiro foi superado pelo Conegliano por 3 sets a 0.

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Resultados da Prova Nacional Docente 2025 serão divulgados hoje


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Os resultados da Prova Nacional Docente (PND) 2025 serão divulgados nesta sexta-feira (12). As informações da aplicação regular e da reaplicação estarão disponíveis no Sistema PND.

A prova foi aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no dia 26 de outubro, em todos os estados e no Distrito Federal. A reaplicação, realizada no dia 30 de novembro, atendeu pessoas que foram afetadas por problemas logísticos ou doenças infectocontagiosas e participantes de nove locais onde a aplicação regular foi inviabilizada por inconsistências, conforme o edital.

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A PND faz parte do programa Mais Professores para o Brasil, que reúne ações de reconhecimento e qualificação do magistério da educação básica e de incentivo à docência no país.

A prova não é uma certificação pública para o ofício de professor nem um concurso. O exame, criado pelo Ministério da Educação (MEC) para avaliar o nível de conhecimento e a formação dos futuros professores das licenciaturas, tem o objetivo de auxiliar estados e municípios a selecionar professores para as próprias redes de ensino.

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Rayan e Vegetti decidem e Vasco sai em vantagem na Copa do Brasil


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Os mais de 64 mil torcedores que compareceram ao estádio do Maracanã na noite desta quinta-feira (11) acompanharam um grande jogo de bola que terminou com a vitória do Vasco sobre o Fluminense por 2 a 1, de virada, pela ida das semifinais da Copa do Brasil.

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Com o triunfo, garantido graças a gols dos atacantes Rayan e Vegetti, o Cruzmaltino alcança a decisão da competição mesmo em caso de empate no confronto de volta, que será disputado no próximo domingo (14) a partir das 20h (horário de Brasília). Já o Time das Laranjeiras precisa de uma vitória por dois gols de vantagem para avançar no tempo regulamentar. Um triunfo tricolor por apenas um gol de diferença leva a decisão para os pênaltis.

Flu abre o placar

Vasco e Fluminense não decepcionaram os torcedores que estiveram na noite desta quinta no Maracanã. Protagonizaram um confronto muito movimentado, com muitas oportunidades criadas. Apostando na troca de passes e na movimentação constante dos seus homens de frente, a equipe das Laranjeiras assumiu o controle das ações nos primeiros minutos e passou a criar problemas para o goleiro Léo Jardim.

E a primeira boa oportunidade saiu aos seis minutos com o meia argentino Lucho Acosta, que, após boa trama coletiva, acertou chute que passou raspando por cima do travessão.

Aos 15 o Vasco chegou a criar chance com o lateral Puma Rodríguez. Porém, o Fluminense era superior e abriu o placar aos 21 minutos. Renê levantou a bola na área em cobrança de falta. Thiago Silva escorou de cabeça para Serna e o colombiano bateu rasteiro para superar Léo Jardim.

Após abrir o marcador, a equipe comandada pelo técnico argentino Luis Zubeldía recuou suas linhas, e passou a esperar por oportunidades de contra-atacar em velocidade. Já o time de Fernando Diniz encontrava dificuldades para levar perigo ao goleiro Fábio.

Virada do cruzmaltino

Porém, após a parada do intervalo o jogo mudou de panorama. O Vasco se impôs e não demorou a alcançar o empate. Aos seis minutos o colombiano Andrés Gómez avançou pela esquerda e cruzou rasteiro para o meio da área, onde o português Nuno Moreira furou e a bola sobrou para Rayan, que acertou uma pancada que morreu no ângulo do gol defendido por Fábio.

A igualdade no marcador animou de vez o Cruzmaltino, que colecionava boas oportunidades de marcar diante de um Fluminense que parecia mais preocupado em fazer o tempo passar. E o ímpeto ofensivo do Vasco foi premiado já aos 48 minutos. Rayan dominou a bola na intermediária e arrancou em direção ao gol. O volante Hércules derrubou o jovem atacante, que levantou rápido e tocou para Andrés, que levantou a bola na área, onde Vegetti finalizou de cabeça para garantir a vitória do time de São Januário.

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Caio Bonfim e Maria Clara Pacheco vencem Prêmio Brasil Olímpico


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A noite de gala do esporte brasileiro teve Caio Bonfim e Maria Clara Pacheco como protagonistas. Eles foram eleitos, nesta quinta-feira (11), os melhores atletas masculino e feminino do ano, respectivamente, no Prêmio Brasil Olímpico. A edição 2025 do evento foi realizada na Cidade das Artes, que fica na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.

Ganhador do prêmio em 2024, Caio voltou a ser contemplado na cerimônia graças à medalha de ouro no Campeonato Mundial de Atletismo, realizado em Tóquio (Japão) na prova de 20 quilômetros (km) da marcha atlética. Ele ainda levou a prata nos 35 km. Mãe do marchador, Gianetti Bonfim também foi laureada no evento, escolhida como melhor treinadora do ano.

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Maria Clara, por sua vez, foi campeã mundial de taekwondo em Wuxi (China) na categoria até 57 quilos (kg), repetindo o feito de Natália Falavigna após 20 anos. Ela também finalizou a temporada como a número um de sua categoria no ranking.

O evento deste ano também consagrou, pela primeira vez, dois vencedores no prêmio de Atleta da Torcida – um masculino, outro feminino. A votação on-line, realizada através do site do Comitê Olímpico do Brasil (COB), elegeu o tenista João Fonseca e a ponteira Gabi Guimarães, do vôlei, respectivamente.

A edição de 2025 teve a criação de novos prêmios: Melhor Clube, Destaques dos Jogos da Juventude (masculino, feminino e delegações) e dos Jogos Pan-Americanos Júnior e Medalha Vanderlei Cordeiro de Lima. Este último, criado para reconhecer espírito e valores olímpicos, foi dado à equipe de remadores que, mesmo com um dos remos quebrado, conquistou a medalha de bronze no Pan Júnior na prova do Quatro Sem (quatro atletas no barco que competem sem timoneiro). O quarteto foi formado por Andrei Alves, Diogo Gonçalves, Kayki Siqueira e Miguel Marques.

Um dos prêmios mais tradicionais da cerimônia, o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, foi dado ao velejador Robert Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas, sendo duas de ouro. A honraria presta reverência a ídolos do esporte brasileiro. Já o troféu de Atleta Revelação em 2025 ficou com Rebeca Lima, que foi campeã mundial de boxe na categoria até 60 quilos.

Vencedores do Prêmio Brasil Olímpico em 2025

Atleta do Ano – Feminino: Maria Clara Pacheco, do taekwondo
Atleta do Ano – Masculino: Caio Bonfim, do atletismo
Equipe do ano: Ginástica Rítmica – Conjunto (Nicole Pircio, Paula Caminha, Duda Arakaki, Sofia Madeira e Mariana Gonçalves)
Melhor Treinadora: Gianetti Bonfim, do atletismo
Melhor Treinador: Diego Guimarães Ribeiro, do taekwondo
Troféu Adhemar Ferreira da Silva: Robert Scheidt, da vela
Medalha Vanderlei Cordeiro de Lima: Remadores do Quatro Sem do Pan Júnior (Andrei Alves, Diogo Gonçalves, Kayki Siqueira e Miguel Marques)
Atleta da Torcida – Feminino: Gabi Guimarães, do vôlei
Atleta da Torcida – Masculino: João Fonseca, do tênis
Atleta Revelação: Rebeca Lima, do boxe
Destaque Jogos Pan-Americanos Júnior: Stefanie Balduccini, da natação
Destaque Jogos da Juventude – Feminino: Clarisse Rocha Valim, do judô
Destaque Jogos da Juventude – Masculino: Davi Souza de Lima, do atletismo
Destaque Jogos da Juventude – Delegação: São Paulo (1º), Rio de Janeiro (2º) e Paraná (3º)
Melhor Clube: Esporte Clube Pinheiros
Águas Abertas: Ana Marcela Cunha
Atletismo: Caio Bonfim
Badminton: Juliana Viana
Basquete 3×3: Gabriela Guimarães
Basquete: Yago Mateus
Beisebol: Victor Coutinho
Boxe: Rebeca Lima
Canoagem Slalom: Ana Sátila
Canoagem Velocidade: Jacky Godmann e Gabriel Assunção
Ciclismo BMX Freestyle: Gustavo Bala Loka
Ciclismo BMX Racing: Paola Reis
Ciclismo de Estrada: Tota Magalhães
Ciclismo Mountain Bike: Ulan Galinski
Ciclismo Pista: João Vitor da Silva
Críquete: Laura Cardoso
Desportos na Neve: Lucas Pinheiro Braathen (esqui alpino)
Desportos no Gelo: Nicole Silveira (skeleton)
Escalada: Anja Köhler
Esgrima: Isabela Carvalho
Flag Football: Karol Souza
Futebol: Marta
Ginástica Artística: Flávia Saraiva
Ginástica de Trampolim: Camilla Gomes
Ginástica Rítmica: Nicole Pircio, Paula Caminha, Duda Arakaki, Sofia Madeira e Mariana Gonçalves
Golfe: Fred Biondi
Handebol: Bruna de Paula
Hipismo – Adestramento: João Victor Oliva
Hipismo – Concurso Completo de Equitação (CCE): Marcio Jorge
Hipismo – Saltos: Stephan Barcha
Hóquei sobre Grama: Yuri Van Der Heijden
Judô: Daniel Cargnin
Lacrosse: Titus Chapman
Levantamento de Peso: Laura Amaro
Nado Artístico: Gabriela Regly
Natação: Guilherme Caribé
Pentatlo Moderno: Jhon Xavier
Polo Aquático: João Fernandes
Remo: Beatriz Tavares
Remo Costal: David Faria de Souza
Rugby: Thalia Costa
Saltos Ornamentais: Anna Lúcia dos Santos e Luana Lira
Skate: Rayssa Leal
Softbol: Mayra Sayumi Akamine
Squash: Diego Gobbi
Surfe: Yago Dora
Taekwondo: Maria Clara Pacheco
Tênis: João Fonseca
Tênis de Mesa: Hugo Calderano
Tiro com Arco: Marcus D’Almeida
Tiro Esportivo: Felipe Wu
Triatlo: Miguel Hidalgo
Vela: Mateus Isaac
Vôlei de Praia: Carol Solberg e Rebecca
Vôlei: Gabi Guimarães
Wrestling: Pedro Henrique Rodrigues

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São Paulo e Grêmio abrem quartas de final da Copinha Feminina


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A fase final da terceira edição da Copinha Feminina tem início nesta sexta-feira (11). Às 15h (horário de Brasília), São Paulo e Grêmio duelam no Canindé pelas quartas de final do torneio sub-20, que é disputado na capital paulista.

Os outros jogos serão no sábado (12). Às 10h, o Flamengo mede forças com a Ferroviária no Centro Esportivo, Recreativo e Educativo do Trabalhador (Ceret). O Fluminense, atual campeão, vai a campo às 11h, na Ibrachina Arena, contra o Santos, a quem já enfrentou na fase de grupos. Por fim, às 18h, novamente no Ceret, Internacional e Corinthians definem a última vaga às semifinais.

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Os confrontos foram definidos com base nas campanhas gerais das equipes. O melhor desempenho enfrenta a “pior” campanha entre os classificados, o segundo time com o rendimento mais positivo pega o sétimo e assim sucessivamente.

A primeira fase chegou ao fim na quarta-feira (10). Primeiro campeão da Copinha Feminina, o Flamengo garantiu a ponta do Grupo A – Pau Brasil, disputado no Ceret, ao golear o Criciúma por 7 a 1. Mesmo placar da vitória do Corinthians sobre o Aliança-GO. Rubro-Negro e Timão somaram sete pontos, mas o time carioca ficou na liderança pelo saldo de gols. A equipe paulista avançou como uma das melhores segundas colocadas.

Pelo Grupo E – Embaúba, com sede na Ibrachina Arena, Fluminense e Santos empataram sem gols. Ambos foram a sete pontos, com as tricolores à frente no saldo. As Sereinhas da Vila se garantiram como uma das melhores segundas. No outro jogo desta chave, o Sport fez 4 a 0 no Vila Nova.

Na terça-feira (9), Inter e Ferroviária se garantiram nas quartas ao terminarem o Grupo B – Jequitibá Rosa, realizado no Estádio Nicolau Alayon, em primeiro e segundo lugares, respectivamente. As Gurias Coloradas ficaram na liderança pelo saldo graças ao triunfo por 8 a 0 sobre o Minas Brasília. As Guerreirinhas Grenás também golearam: 4 a 0 sobre o Centro Olímpico.

No mesmo dia, o Grêmio assegurou a ponta do Grupo D – Araucária, sediado no Ceret, ao fazer 2 a 0 na União Desportiva Alagoana (UDA). As Mosqueteiras finalizaram a chave com sete pontos, um a mais que o Botafogo, que venceu o Palmeiras, também por 2 a 0. A pontuação das Gloriosas, porém, não foi suficiente para garanti-las na fase final.

Ainda na terça, o São Paulo cravou a melhor campanha da primeira fase ao superar o Red Bull Bragantino por 1 a 0 e terminar o Grupo C – Ipê Amarelo, no Canindé, com nove pontos e 100% de aproveitamento. O segundo lugar da chave ficou com o América-MG, que fez 4 a 0 no Remo. Com quatro pontos, as Spartanas deram adeus à competição.