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Inscrições no ProUni começam na segunda; confira as vagas disponíveis

Inscrições no ProUni começam na segunda; confira as vagas disponíveis


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Os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 foram divulgados na última sexta-feira (15) e agora os candidatos miram nas oportunidades de acesso ao ensino superior a partir da nota obtida na prova. Além do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), cujas inscrições já estão abertas, quem quiser disputar uma bolsa de estudo do Programa Universidade para Todos (ProUni) poderá se candidatas a partir da próxima segunda-feira, 26 de janeiro. 

De acordo com o edital, o  Prouni vai oferecer 594 mil bolsas nesta edição. Segundo o Ministério da Educação (MEC), é a maior oferta da história do programa..  

Bolsas  

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Do total, 274.819 bolsas são integrais, que custeiam 100% da mensalidade, e 319.700  custeiam 50% da mensalidade.  Administração (63.978) e ciências contábeis (41.864) somam o maior número de bolsas.   

A maior parte da oferta é para cursos de bacharelado:  328.175 bolsas. Há ainda 253.597 para cursos tecnológicos e 12.747 para licenciatura. 

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Como se candidatar? 

As inscrições no programa estarão abertas de 26 a 29 de janeiro pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Na página, os candidatos já podem consultar as vagas ofertadas por curso, turno, instituição e local de oferta.   

A seleção é feita por meio da nota do Enem. Para participar, o estudante deve ter completado o ensino médio ou participado das edições de 2024 ou 2025 do exame. É necessário ainda ter nota mínima de 450 pontos na média das provas e não ter zerado a redação. 

Quem pode participar do ProUni? 

Podem concorrer, estudantes que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede privada na condição de bolsistas. Quem cursou o ensino médio integralmente na rede privada também pode disputar o benefício, desde que se encaixe nos critérios de renda. Também têm acesso à política pública pessoas com deficiência e professores da rede pública. Os critérios para a candidatura estão detalhados no edital.  

No caso das bolsas integrais, é necessário que a renda familiar bruta mensal por pessoa não exceda o valor de 1,5 salário mínimo. Já para bolsas parciais, é preciso que a renda familiar bruta mensal por pessoa não exceda o valor de três salários mínimos. 

Cronograma ProUni 1/2026 

Inscrições – 26 a 29 de janeiro 

Resultado da 1ª chamada – 3 de fevereiro 

Resultado da 2ª chamada –  2 de março 

Manifestação de interesse na lista de espera – 25 e 26 de março 

Resultado da lista de espera – 31 de março 

 

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Fora de ritmo, João Fonseca cai na estreia do Aberto da Austrália


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O tenista brasileiro João Fonseca deu adeus precoce à chave principal do Aberto da Austrália, seu primeiro torneio na temporada 2026. Número 32 do mundo, o carioca de 19 anos foi eliminado na estreia no Grand Slam em Melbourne pelo norte-americano Eliot Spizzirri (89º no ranking) por 3 sets a 1, com parciais de 6/4, 2/6, 6/1 e 6/2, após 2h41min de partida.

Devido a dores lombares, Fonseca adiou por duas vezes a estreia em 2026: desistiu de competir os ATPs 250 de Brisbane e de Adelaide, ambos torneios preparatórios para o Grand Slam australiano. Em outubro do ano passado, o carioca já antecipara o fim da temporada para tratar uma lombalgia (dor na região lombar).

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“Eu diria que precisava de mais tempo. Desde o início de Brisbane eu não estava jogando, depois voltei, mas de forma lenta. Em seguida parei de novo. Fiquei quase 15 dias sem treinar a 100%, sem intensidade máxima”, avaliou Fonseca, número 1 do Brasil, logo após o revés em Melbourne.


Tennis - Australian Open - Melbourne Park, Melbourne, Australia - January 20, 2026 Eliot Spizzirri of the U.S. shakes hands with Brazil's Joao Fonseca after winning his first round match REUTERS/Edgar Su

João Fonseca deu adeus ao primeiro Grand Slam do ano após derrota para o norte-americano Eliot Spizzirri. Próximo compromisso do brasileiro será o ATP 250 de Buenos Aires, a partir de 9 de fevereiro – Reuters/Edgar Su/Proibida reprodução

Apesar da derrota, o brasileiro saiu confiante de quadra.

“Acho que na vida precisamos tirar coisas positivas das situações. Minhas costas estão 100%, estou saudável de novo. Só precisava de tempo. Foi bom ver como lidar com uma partida em cinco sets sem estar fisicamente no melhor nível. Eu me cansei mais cedo, faltou ritmo, mas foi uma experiência importante para conhecer meus limites. Não me arrependo de nada”, conclui o jovem, que vai defender o bicampeonato no ATP 250 de Buenos Aires a partir de 9 de fevereiro.

Com a eliminação de Fonseca, o Brasil não tem mais representantes na chave de simples do Aberto da Austrália. A paulista Beatriz Haddad Maia (39ª no ranking) também deu adeus precoce ao Grand Slam: ela foi surpreendida na estreia, no último domingo (17), pela cazaque Yulia Putintseva, que venceu de virada, por 2 sets a 1 (3/6, 7/5 e 6/3).

Duplas brasileiras em Melbourne

Duas parcerias com tenistas brasileiras estreiam a partir das 21h (horário de Brasília) desta terça (20) no Grand Slam australiano. Ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, a paulista Luisa Stefani enfrenta a dupla das norte-americanas McCartney Kessler e Jessica Pegula. Será o primeiro jogo de Stefani e Dabrowski em 2026, após retomarem a parceria para esta temporada.


Luisa Stefani, Gabriela Dabrowski, tênis, temporada 2026

Após dois anos, Stefani e Dabrowski retomaram a parceria em 2026. Entre 2020 e 2023, a dupla foi campeã do WTA 1000 de Montreal (Canadá) e vice-campeã do WTA 1000 de Cincinnati e também WTA 500 de San Jose, ambos nos Estados Unidos – Divulgação/ZDL Sports

Também pela primeira rodada, a dupla da paulista Laura Pigossi com a tcheca Sára Bejlek que vai encarar as tchecas Jesika Maleckova e Miriam Kolodziej

No masculino, a partir de 0h30 de quarta (21), os gaúchos Rafael Matos e Orlando Luz disputam a primeira rodada em Melbourne contra os holandeses Jesper de Jong e Sem Verbeek. Mais tarde, às 21h, a dupla do mineiro Marcelo Melo com o carioca Fernando Romboli estreia contra a dupla do mexicano Santiago González com o holandês David Pel.

Demais resultados

A dupla da carioca Ingrid Gamarra com a filipina Alexandra Eala foi eliminada do Grand Slam australiano nesta terça (20), após derrota na estreia para a parceria da polonesa Magda Linette com a japonesa Shuko Aoyama, por 2 sets a 1, com parciais de 7/6 (7-3), 6/2 e 6/3).

Na segunda (19), a dupla do gaúcho Marcelo Demoliner com om o holândês Jean-Julien Rojer também deu adeus a Mebourne após derrota na estreia para os cazaques Alexander Bublik e Andriy Shevchenko, por 2 sets a 0 (6/3 e 6/2).

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COB anuncia os 14 convocados para a Olimpíada de Inverno Milão-Cortina


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A delegação brasileira contará com 14 atletas em cinco modalidades nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina (Itália), que ocorrerão entre os dia 6 e 22 de fevereiro. Entre os destaques na lista divulgada nesta segunda-feira (19) pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) estão Lucas Pinheiro Braathen (esqui alpino), NicoleiSilveira (skeleton) e Pat Burgener (snowboard), que subiram recentemente ao pódio na atual temporada de esportes de inverno, iniciada em novembro. O total de participantes brasileiros já é o maior da história, superando o recorde de 13 competidores registrados nos Jogos de Sochi (Rússia), em 2014. O país vai em busca de uma medalha inédita na competição.

No esqui alpino, além de Lucas Braathen, o país terá como representantes Christian Oliveira, Giovanni Ongaro e Alice Padilha. No esqui-cross country foram convocados Eduarda Ribera, Bruna Moura, e Manex Silva. Os atletas Pat Burgener e Agostinho Teixeira competirão no snowboard halfpipe e Nicole Silveira será a única atleta brasileira no skeleton.

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Já no bobsled, apenas o nome do piloto do trenó 4-man (quatro homens) está definido: será o baiano Edson Bindilatti, de 46 anos, que pela sexta vez disputará os Jogos de Inverno. Os demais – três integrantes do trenó e também um atleta reserva – serão anunciados em breve.

“Uma delegação recorde representa um marco importante para os esportes de inverno no Brasil. Ela é reflexo direto de mais estrutura, melhor organização e planejamento de longo prazo. Os esportes de inverno são uma parte fundamental do Movimento Olímpico, e o Brasil já se consolida como a terceira força das Américas e a principal da América do Sul nesse cenário”, ressaltou Emílio Strapasson, chefe de Missão da delegação amarelinha na Itália.

Brasileiros nos Jogos de Milão-Cortina

Nicole Silveira – Skeleton

Quarta colocada no Mundial da modalidade no ano passado, a gaúcha de 31 anos, chega embalada à Olímpiada após faturar o bronze no úlltimo dia 9, na etapa da Copa do Mundo de skeleton, em St. Moritz (Suíça). Desde os sete anos, Nicole vive no Canadá. Antes de abraçar o skeleton, ela se dedicou ao bobsled e foi uma das classificadas para os Jogos de PyeongChang 2018.  

Edson Bindilatti – Bobsled
Pioneiro na modalidade, o baiano é o mais experiente da equipe, cinco participações olímpicas no currículo: Salt Lake City 2002, Turim 2006, Vancouver 2010, Sochi 2014, PyeongChang 2018 e Pequim 2022. Ele selou a vaga do Brasil nos Jogos de Cortina-Milão após ficar em quarto lugar do trenó 4-man na Copa América de bobsled, em Lake Placid (Estados Unidos), no último dia 11. Na ocasião, ele comandou o trenó que tinha ainda os paulistas André Luiz da Silva e Edson Martins e o catarinense Tauler Zatti.

Lucas Pinheiro Braathen- Esqui Alpino
O esquiador chega com moral nos Jogos de Cortina-Milão, com quatro pódios, o último deles no domingo(18), quando conquistou a terceira prata da temporada, na etapa da Copa do Mundo da modalidade em Wengen (Suíça). Quase uma semana antes, ele já fora vice-campeão no slalon gigante na etapa de Adelboden, também na Suíça. A primeira prata foi obtida em dezembro, em Alta Badia (Itália), também no slalom gigante. Em outubro, Lucas foi campeão no slalom da etapa de Levi (Finlândia). na Finlândia, Nascido em Oslo (Noruega), filho de mãe brasileira e pai norueguês, Lucas passou a defender o Brasil com nacionalidade esportiva em 2024.

Christian Oliveira – Esqui Alpino
Nascido no Rio de Janeiro, filho de mãe brasileira com pai norueguês, Christian mudou para o país nórdico ainda bebê. Ele chegou a competir pela equipe norueguesa e integrou o time de esqui alpino da Universidade de Denver (EUA) antes de defender o Brasil, na temporada 2025/2026.

Giovanni Ongaro – Esqui Alpino
Filho de mãe brasileira, Giovanni Ongaro nasceu na Itália e, assim como Lucas Pinheiro, trocou a nacionalidade esportiva para a brasileira em 2024/25. No Mundial de Ski Alpino Júnior 2025, em Tarvisio (Itália), ele foi 31º colocado na disputa da disciplina Slalom.

Alice Padilha – Esqui Alpino
Após duas edições sem atletas mulheres na modalidade, o Brasil terá a a carioca Alice Padilha como representante. Em fevereiro do ano passado, ela assegurou a terceira vaga brasileira do esqui alpino nos Jogos de Milão-Cortina. Alice começou a esquiar aos seis anos de idade nos Estados Unidos. Após os 18 anos, ela se mudou para a Áustria, onde treina para competições.

Eduarda Ribera – Esqui Cross-Country
A atleta de 21 anos está prestes a competir a segunda Olímpíada da carreira – a primeira foi em Pequim 2022, quando substituiu Bruna Moura, que sofreu um acidente automobilístico às vésperas do evento. Residente no Brasil, Eduarda coleciona vitórias nas provas do Circuito Brasileiro de Rollerski – organizado pela Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN) – e já representou o país em competições internacionais.

Bruna Moura – Esqui Cross-Country
A esquiadora precisou adiar por quatro anos a estreia na Olimpíada de inverno, após sofrer um acidente de carro pouco antes do início dos Jogos de Pequim 2022. No ciclo olímpico para Milão-Cortina 2026, Bruna competiu em provas de ski cross-country na Europa, incluindo s Mundiais da modalidade.

Manex Silva – Esqui Cross-Country
Em fevereiro do ano passado, Manex conseguiu o índice olímpico no Mundial de Ski Cross-Country de Trondheim (Noruega) e cravou a primeira vaga brasileira para os Jogos Milão-Cortina 2026 no Ski Cross-Country Masculino. O acreano de23 anos, que desde a adolescência vive na Europa, competiu nos Jogos de Pequim 2022.

Pat Burgener – Snowboard Halfpipe

Quem também chega forte nos Jogos de Inverno na Itália é Burgener, snowboarder nascido na Suiça. No ano passado ele transferiu sua nacionalidade esportiva para o Brasil, optando pelo país onde a mãe libanesa foi refugiada por mais de 10 anos. Em dezembro, ele se tornou o primeiro brasileiro a avançar à final na etapa de abertura da Copa do Mundo de Snowboard Halfpipe, em Secret Garden (China). No início deste ano, ele assegurou pódio inédito para o Brasil na modalidade, na etapa de Calgary (Canadá), ao conquistar a medalha de bronze. Esta será a primeira Olimpíada de Burgener como atleta brasileiro e a terceira da carreira em geral.

Augustinho Teixeira – Snowboard Halfpipe
Nascido em Ushuaia (Argentina), o snowboarder brasileiro Augustinho vem somando resultados expressivos no ciclo olímpico dos Jogos de Milão-Cortina. No início do ano passado, foi campeão da European Cup, em Kitzsteinhorn (Áustria) e obteve a 18ª posição no Mundial de Snowboard Halfpipe em Engadin (Suíça).

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Enamed: Veja cursos de medicina que terão sanções por desempenho ruim


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Nesta segunda-feira  (19), o Ministério da Educação (MEC) apresentou os resultados da primeira edição Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), que avaliou 351 cursos de medicina em todo o país. Desse total, cerca de 30% tiveram desempenho insatisfatório, quando menos de 60% dos estudantes foram considerados proficientes. 

A partir da publicação dos dados, os cursos com nota insatisfatória e que pertencem ao Sistema Federal de Ensino, que inclui as universidades federais e as instituições privadas, passarão por um processo de supervisão em que podem ser adotadas medidas cautelares. Ao todo, são 99 cursos nessa situação (confira a lista abaixo). As instituições públicas estaduais, distritais e municipais não passam pelo processo, uma vez que  são supervisionadas pelos respectivos conselhos e secretarias de educação locais.  

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>>O MEC divulgou em seu site a lista com as notas de todos os cursos avaliados. Confira aqui. 

Medidas 

As sanções, de acordo com o MEC, serão escalonadas e podem prever desde a redução de vagas até a suspensão de oferta via Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As medidas cautelares serão aplicadas conforme o desempenho do curso.  

“Quanto maior o risco ou ameaça ao interesse público, mais graves serão as medidas adotadas”, informou o MEC.  

Após a publicação dos resultados no Diário Oficial da União, esses 99 cursos terão 30 dias para apresentar a defesa ao MEC, antes que as sanções entrem em vigor. Após o prazo, as medidas valerão até a próxima aplicação do Enamed, prevista para outubro de 2026. 

Resultados 

Os melhores desempenhos no Enamed foram observados entre 6.502 estudantes de instituições federais, que apresentaram uma pontuação média de 83,1% de proficiência, seguido dos alunos das estaduais, com média de 86,6%, entre os 2.402 inscritos. 

Os piores desempenhos foram dos 944 concluintes da rede municipal, que somaram uma média de 49,7% da pontuação máxima, com resultado médio considerado insuficiente pelo exame. Os 15.409 estudantes da rede privada com fins lucrativos também apresentaram uma média de apenas 57,2% da pontuação máxima. 

Enamed 

Criado em abril de 2025,  o Enamed é a adaptação do Exame Nacional de Avaliação dos Estudantes (Enade) para estudantes concluintes do curso de medicina, com o objetivo de avaliar a formação médica no Brasil. O exame é obrigatório e o resultado obtido pelo estudante pode ser usado para ingressar nos programa de residência médica unificado do MEC, organizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) por meio do Exame Nacional de Residência (Enare). 

Confira a lista dos 99 cursos de medicina que serão supervisionados 

  • Centro Universitário do Panatanal (Unipantanal) – privada com fins lucrativos – Cárceres (MT) 
  • Universidade Estácio de Sá (UNESA) – privada com fins lucrativos – Angra dos Reis (RJ) 
  • Faculdade Metropolitana (UNNESA) – privada com fins lucrativos – Porto Velho (RO) 
  • Centro Universitário Alfredo Nasser (UNIFAN) – privada com fins lucrativos – Aparecida de Goiânia (GO) 
  • Faculdades de Dracena – privada sem fins lucrativos – Dracena (SP) 
  • Centro Universitário de Adamantina (FAI) – especial – Adamantina (SP) 
  • Centro Universitário do Pantanal (Unipantanal) – privada com fins lucrativos – Cáceres (MT) 
  • Centro Universitário Estácio do Ceará (Estácio Ceará) – privada com fins lucrativos – Fortaleza (CE) 
  • Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto (Estácio RP) – privada com fins lucrativos – Ribeirão Preto (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de São Paulo (Estácio SP) – privada com fins lucrativos – São Paulo (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Santa Catarina (Estácio SC) – privada com fins lucrativos – São José (SC) 
  • Centro Universitário Estácio de Belo Horizonte (Estácio BH) – privada com fins lucrativos – Belo Horizonte (MG) 
  • Centro Universitário Estácio de Brasília (Estácio Brasília) – privada com fins lucrativos – Brasília (DF) 
  • Centro Universitário Estácio de Goiás (Estácio Goiás) – privada com fins lucrativos – Goiânia (GO) 
  • Centro Universitário Estácio de Juiz de Fora (Estácio JF) – privada com fins lucrativos – Juiz de Fora (MG) 
  • Centro Universitário Estácio de Natal (Estácio Natal) – privada com fins lucrativos – Natal (RN) 
  • Centro Universitário Estácio de Recife (Estácio Recife) – privada com fins lucrativos – Recife (PE) 
  • Centro Universitário Estácio de Salvador (Estácio Salvador) – privada com fins lucrativos – Salvador (BA) 
  • Centro Universitário Estácio de Teresina (Estácio Teresina) – privada com fins lucrativos – Teresina (PI) 
  • Centro Universitário Estácio do Pará (Estácio Pará) – privada com fins lucrativos – Belém (PA) 
  • Centro Universitário Estácio do Rio Grande do Sul (Estácio RS) – privada com fins lucrativos – Porto Alegre (RS) 
  • Centro Universitário Estácio do Amazonas (Estácio Amazonas) – privada com fins lucrativos – Manaus (AM) 
  • Centro Universitário Estácio do Maranhão (Estácio MA) – privada com fins lucrativos – São Luís (MA) 
  • Centro Universitário Estácio do Piauí (Estácio PI) – privada com fins lucrativos – Teresina (PI) 
  • Centro Universitário Estácio do Tocantins (Estácio TO) – privada com fins lucrativos – Palmas (TO) 
  • Centro Universitário Estácio do Amapá (Estácio AP) – privada com fins lucrativos – Macapá (AP) 
  • Centro Universitário Estácio do Acre (Estácio AC) – privada com fins lucrativos – Rio Branco (AC) 
  • Centro Universitário Estácio de Vitória (Estácio Vitória) – privada com fins lucrativos – Vitória (ES) 
  • Centro Universitário Estácio de Campinas (Estácio Campinas) – privada com fins lucrativos – Campinas (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Sorocaba (Estácio Sorocaba) – privada com fins lucrativos – Sorocaba (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Santos (Estácio Santos) – privada com fins lucrativos – Santos (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de São José dos Campos (Estácio SJC) – privada com fins lucrativos – São José dos Campos (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Taubaté (Estácio Taubaté) – privada com fins lucrativos – Taubaté (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Guarulhos (Estácio Guarulhos) – privada com fins lucrativos – Guarulhos (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Osasco (Estácio Osasco) – privada com fins lucrativos – Osasco (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Santo André (Estácio Santo André) – privada com fins lucrativos – Santo André (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de São Bernardo do Campo (Estácio SBC) – privada com fins lucrativos – São Bernardo do Campo (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Diadema (Estácio Diadema) – privada com fins lucrativos – Diadema (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Mauá (Estácio Mauá) – privada com fins lucrativos – Mauá (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Suzano (Estácio Suzano) – privada com fins lucrativos – Suzano (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Mogi das Cruzes (Estácio Mogi) – privada com fins lucrativos – Mogi das Cruzes (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Barueri (Estácio Barueri) – privada com fins lucrativos – Barueri (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Cotia (Estácio Cotia) – privada com fins lucrativos – Cotia (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Jundiaí (Estácio Jundiaí) – privada com fins lucrativos – Jundiaí (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Limeira (Estácio Limeira) – privada com fins lucrativos – Limeira (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Piracicaba (Estácio Piracicaba) – privada com fins lucrativos – Piracicaba (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Rio Claro (Estácio Rio Claro) – privada com fins lucrativos – Rio Claro (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Araraquara (Estácio Araraquara) – privada com fins lucrativos – Araraquara (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Franca (Estácio Franca) – privada com fins lucrativos – Franca (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de São Carlos (Estácio São Carlos) – privada com fins lucrativos – São Carlos (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Bauru (Estácio Bauru) – privada com fins lucrativos – Bauru (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Marília (Estácio Marília) – privada com fins lucrativos – Marília (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Presidente Prudente (Estácio PP) – privada com fins lucrativos – Presidente Prudente (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Araçatuba (Estácio Araçatuba) – privada com fins lucrativos – Araçatuba (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de São José do Rio Preto (Estácio SJRP) – privada com fins lucrativos – São José do Rio Preto (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Catanduva (Estácio Catanduva) – privada com fins lucrativos – Catanduva (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Votuporanga (Estácio Votu) – privada com fins lucrativos – Votuporanga (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Fernandópolis (Estácio Fernandópolis) – privada com fins lucrativos – Fernandópolis (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Jales (Estácio Jales) – privada com fins lucrativos – Jales (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Itapeva (Estácio Itapeva) – privada com fins lucrativos – Itapeva (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Registro (Estácio Registro) – privada com fins lucrativos – Registro (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Peruíbe (Estácio Peruíbe) – privada com fins lucrativos – Peruíbe (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Praia Grande (Estácio PG) – privada com fins lucrativos – Praia Grande (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Cubatão (Estácio Cubatão) – privada com fins lucrativos – Cubatão (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Guarujá (Estácio Guarujá) – privada com fins lucrativos – Guarujá (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de São Vicente (Estácio SV) – privada com fins lucrativos – São Vicente (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Santos (Estácio Santos II) – privada com fins lucrativos – Santos (SP) 
  • Centro Universitário Estácio de Praia Grande (Estácio PG II) – privada com fins lucrativos – Praia Grande (SP) 
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Decreto permite que faculdades comunitárias recebam recursos públicos


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Um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda-feira (19), regulamenta a qualificação das instituições comunitárias de ensino superior e define regras para que elas possam fazer parcerias com órgãos estatais e acessar recursos do orçamento público. Essas entidades são faculdades e universidades sem fins lucrativos constituídas na forma de associação ou fundação e geridas por um conselho comunitário formado por vários segmentos da sociedade civil.

“Esse decreto vai permitir às instituições terem acesso a editais de órgãos governamentais de fomento direcionados a instituições públicas. Vai ter o direito de recebimento de recursos orçamentários do poder público para o desenvolvimento de atividades de interesse público. Terão a possibilidade de ser alternativa na oferta de serviços públicos, no casos em que não são proporcionados diretamente por entidades públicas, parceiras e públicas-estatais”, destacou o ministro da Educação, Camilo Santana, durante evento de assinatura do ato, no Palácio do Planalto.

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A cerimônia contou com a presença do presidente Lula e de diversas autoridades e representantes de faculdades comunitárias.

A nova norma regulamenta a chamada Lei das Comunitárias (Lei nº 12.881/2013) e foi elaborada a partir de um grupo de trabalho criado pelo Ministério da Educação (MEC) em 2024, que reuniu especialistas da pasta, do Conselho Nacional de Educação (CNE) e representantes de entidades como a Associação Brasileira das Instituições Comunitárias de Educação Superior (Abruc) e o Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung).

Durante a solenidade, Santana também ressaltou que as instituições comunitárias de ensino superior tiveram um bom desempenho no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), realizado ano passado. Os resultados foram divulgados nesta segunda-feira. “Isso mostra a relevância dessas instituições comunitárias, e muitas delas estão presentes em municípios que não têm universidade pública”, disse o ministro.

A presidente da Abruc e reitora do Centro Universitário Frassinetti do Recife (UniFAFIRE), Maria das Graças Soares da Costa, também discursou no evento e agradeceu o reconhecimento dessas instituições para o desenvolvimento regional do Brasil. “Faremos uma nova história com a sua assinatura, que muito nos honra, e queremos fazê-la com toda a responsabilidade, sobretudo no dia em que também são abertas as inscrições para o Sisu [Sistema de Seleção Unificada]“, declarou.

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Associações criticam avaliação dos cursos de medicina feita pelo MEC


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Associações que representam instituições privadas de ensino superior manifestaram preocupação e crítica em relação à divulgação, nesta segunda-feira (19), dos resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 351 cursos de medicina em todo o país.

Em nota, a Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) disse que análises realizadas por instituições espalhadas pelo Brasil indicam divergências entre os dados reportados ao sistema em dezembro do ano passado e os números divulgados agora, especialmente em relação ao total de estudantes considerados proficientes nos cursos.

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Diante da avaliação anunciada, a Anup informou que aguarda esclarecimentos técnicos do Ministério da Educação (MEC) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia responsável pela avaliação, antes de se manifestar de forma conclusiva sobre os resultados apresentados.

A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) divulgou nota em que critica a condução adotada pelo MEC e pelo Inep em relação ao Enamed, especialmente após o anúncio de aplicação imediata dos resultados para fins punitivos às instituições de educação superior.

De acordo com a Abmes, a primeira edição do exame, realizada em outubro de 2025, ocorreu antes da divulgação pública de critérios como parâmetros de desempenho, cortes de proficiência e consequências associadas aos resultados. A entidade afirma que a consolidação dessas regras apenas após a aplicação da prova fere princípios de previsibilidade, transparência e segurança jurídica.

A associação também é contrária à atribuição de efeitos punitivos já na edição inaugural do Enamed. São as chamadas medidas cautelares, entre elas, restrição de vagas e impedimento de novos ingressos. Na avaliação da Abmes, essa condução, sem período de transição ou validação progressiva, compromete a credibilidade do exame, expõe instituições e estudantes a um cenário de instabilidade regulatória e pode gerar insegurança jurídica e judicialização.

Na nota, a Abmes defende que os resultados do Enamed 2025 sejam tratados como um diagnóstico inicial, voltado ao aperfeiçoamento das próximas edições, com a suspensão imediata dos efeitos punitivos anunciados.

Ao participar de um evento no Palácio do Planalto, o ministro da Educação, Camilo Santana, comentou sobre a repercussão dos resultados do Enamed.

“Apresentamos os dados hoje, vamos ter as medidas cautelares necessárias, num processo de transição. Nosso objetivo não é prejudicar ninguém, muito menos o aluno, e nenhum será prejudicado, mas garantir que as faculdades reflitam sobre a qualidade da sua infraestrutura, da sua monitoria, dos seus laboratórios, para a gente ter bons profissionais formados nesse país”, pontuou.

Avaliação

A maior parte dos cursos, 243 no total, tiveram bom resultado na avaliação e um desempenho que garantiu proficiência a, pelo menos, 60% dos estudantes concluintes da formação médica. Outros 107 cursos foram mal avaliados e um não foi avaliado por baixo número de concluintes inscritos.

Os melhores desempenhos foram apresentados pelos 6.502 estudantes de instituições federais, que apresentaram uma pontuação média de 83,1% de proficiência, seguido dos estudantes das estaduais, com média de 86,6%, entre os 2.402 inscritos.

Os piores desempenhos foram dos 944 estudantes da rede municipal, que somaram uma média de 49,7% da pontuação máxima, com resultado médio considerado insuficiente pelo exame. Os 15.409 estudantes da rede privada com fins lucrativos também apresentaram uma média de apenas 57,2% da pontuação máxima.

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Enamed: mais de 69% dos cursos tiveram desempenho satisfatório


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A primeira edição Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), realizada em 2025, avaliou 351 cursos de medicina em todo o país. A maior parte, 243 cursos foram bem avaliados com desempenho que garantiu proficiência a, pelo menos, 60% dos estudantes concluintes da formação médica. Outros 107 cursos foram mal avaliados e um não foi avaliado por baixo número de concluintes inscritos.

Os resultados foram apresentados nesta segunda-feira (19), pelo Ministério da Educação, em uma reunião com a imprensa e a participação do Ministério da Saúde.

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“A ideia é que essas instituições possam fazer a avaliação e garantir qualidade na oferta dos cursos de medicina. Queremos que esses cursos continuem, ampliem suas vagas e ofertem cada vez mais qualidade na formação médica brasileira”, declarou o ministro da Educação, Camilo Santana.

Ao todo, se inscreveram 89.024 estudantes e profissionais de medicina. Desses 39.258 eram concluintes dos cursos de graduação ofertados no país, sendo a maior parte dos inscritos, mais de 28 mil dos avaliados são de instituições privadas com e sem fins lucrativos e pouco mais de 9 mil de instituições públicas federal, estadual e municipal.

Os melhores desempenhos foram apresentados pelos 6.502 estudantes de instituições federais, que apresentaram uma pontuação média de 83,1% de proficiência, seguido dos estudantes das estaduais, com média de 86,6%, entre os 2.402 inscritos.

Os piores desempenhos foram dos 944 estudantes da rede municipal, que somaram uma média de 49,7% da pontuação máxima, com resultado médio considerado insuficiente pelo exame. Os 15.409 estudantes da rede privada com fins lucrativos também apresentaram uma média de apenas 57,2% da pontuação máxima.

“Os cursos de instituições públicas federais, estaduais e sem fins lucrativos tiveram um desempenho muito positivo. Então há uma preocupação forte nas municipais e nas privadas com fins lucrativas e esse é o nosso foco para que a gente possa melhorar a qualidade desses cursos”, declarou o ministro da Educação.

Medidas cautelares

Segundo Camilo Santana, a partir da divulgação dos dados do Enamed as instituições que integram o Sistema Federal de Ensino no Brasil que apresentaram desempenho médio dos concluintes do curso de medicina abaixo de 60% serão submetidos a um Processo Administrativo de Supervisão, por meio da adoção de medidas cautelares aplicadas de forma escalonada.

Sanções que vão desde a proibição do aumento de vagas, passando pela redução da oferta de vagas suspensão do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), até a suspensão do ingresso de novos estudantes.

“Ao todo 304 cursos [de medicina] são de competência de regulação do governo federal. São as universidades públicas federais e as privadas. Desses, 99 cursos ficaram nas faixas 1 e 2 [de pontuação] consideradas insatisfatórias”.

Após a publicação dos resultados no Diário Oficial da União, esses 99 cursos terão 30 dias para apresentar a defesa ao Ministério da Educação, antes que as sanções entrem em vigor. Após o prazo, as medidas valerão até a próxima aplicação do Enamed, prevista para outubro de 2026.

Enamed

Criado em abril de 2025, por meio de portaria do MEC, o Enamed é a adaptação do Exame Nacional de Avaliação dos Estudantes (Enade), para estudantes concluintes do curso de medicina, com o objetivo de avaliar a formação médica no Brasil. O exame é obrigatório e o resultado obtido pelo estudante pode ser usado para ingressar nos programa de residência médica unificado pelo Mec e organizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), por meio do Exame Nacional de Residência (Enare).

 

Inscrições no ProUni começam na segunda; confira as vagas disponíveis

Após confusão, Senegal é campeão da Copa Africana de futebol


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A Seleção do Senegal venceu a partida final contra o Marrocos, nesse domingo (18), e se sagrou campeã da Copa Africana de Nações. O placar de 1 a 0 foi suficiente, mas o jogo em Rabat, capital marroquina, teve uma grande confusão, o que gerou um comunicado da Fifa.

A partida entre as seleções estava 0 a 0 quando, perto do final do segundo tempo, o árbitro assinalou, com a ajuda do VAR, um pênalti polêmico para a equipe marroquina. A decisão fez com que os senegaleses, que não concordaram com a marcação, deixassem o campo como forma de protesto.

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Após alguns minutos fora de campo, os atletas do Senegal decidiram voltar. O espanhol de origem marroquina Brahim Díaz bateu mal a penalidade – com cavadinha – e o goleiro fez a defesa facilmente. A partida foi para a prorrogação e Pape Gueye fez o único gol logo no início do tempo extra. Com a vitória, Senegal se tornou bicampeã da Copa Africana.

FIFA

Gianni Infantino, presidente da Fifa, fez postagem em seu perfil no Instagram parabenizando o Senegal pela conquista. Ele também elogiou a seleção do Marrocos, mas não deixou de condenar a atitude dos jogadores senegaleses. O dirigente escreveu:

“Infelizmente, testemunhamos cenas inaceitáveis no campo e condenamos fortemente o comportamento de alguns ‘torcedores’, bem como de alguns jogadores senegaleses e também de sua comissão técnica. É inaceitável deixar o campo de jogo. A violência também não pode ser tolerada em nosso esporte. Isso, simplesmente, não é correto”.

Jogadores e membros da comissão técnica do Senegal devem ser punidos pela Fifa. Além de multa, segundo o jornal esportivo espanhol As, os atletas podem até ficar de fora da Copa do Mundo deste ano.

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Começam nesta segunda inscrições para programa Bolsa Atleta 2026


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As inscrições para o programa Bolsa Atleta, que beneficia com pagamentos mensais, por um ano, atletas de diversas categorias que tenham obtido resultados em competições no ano anterior têm início nesta segunda-feira (19).

O edital prevê cinco categorias: atleta olímpico, paralímpico ou surdolímpico, atleta internacional, atleta nacional, atleta de base e atleta estudantil. O valor das bolsas varia de R$ 410 a R$ 16.629,00. Os valores são pagos com recursos do Ministério dos Esportes.

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Em 2025, o Bolsa Atleta bateu recorde de beneficiários, com 9.207 atletas registrados, mais que os 8.739 contemplados no ano anterior. Podem pleitear a ajuda financeira praticantes de todas as modalidades esportivas consideradas olímpicas, paralímpicas ou surdolímpicas.

Para atletas olímpicos, por exemplo, que se preparam para as Olimpíadas de Los Angeles em 2028, o critério para o recebimento da bolsa é ter integrado a equipe brasileira nos Jogos Olímpicos ou Paralímpicos de verão em Paris 2024, Jogos Olímpicos ou Paralímpicos de Inverno em Beijing 2022, Jogos Surdolímpicos de verão em Tóquio 2025 ou Jogos Surdolímpicos de inverno em Erzurum 2022. 

O edital completo com todos os detalhes pode ser encontrado no Diário Oficial da União

Confira abaixo o cronograma do edital para o Bolsa Atleta 2026. 

 PRAZOS ETAPAS  
19/1 a 6/2/2026 (19 dias corridos) Inscrição online
II  Até 30 dias corridos (da primeira notificação*) Complementação de documentos comprobatórios (se for o caso)
III 23/3 a 27/3/2026 Publicação da primeira lista de contemplados
IV Até 10 dias corridos (nos termos da Cláusula Nona) Recurso
V 20/4 a 24/4/2026 Publicação da lista de atletas que tiverem o recurso deferido

 

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Sisu 2026: inscrições para o ensino superior começam nesta segunda


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As inscrições para a edição de 2026 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começarão nesta segunda-feira (19) e poderão ser feitas até as 23 horas e 59 minutos de sexta-feira (23), no horário de Brasília.

O Sisu é o processo seletivo para ingresso em cursos de graduação gratuitos em instituições públicas de educação superior em todo o país.

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A novidade desta edição é que o Sisu passará a considerar o resultado das três edições mais recentes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) — 2023, 2024 e 2025 ─ para acesso às vagas ofertadas pelas instituições públicas participantes.

As regras e o cronograma oficial do Sisu 2026 foram publicados pelo Ministério da Educação (MEC) no Edital nº 29/2025.

Confira as informações do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Inscrições

Os candidatos devem se inscrever pela internet, exclusivamente por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na aba do Sisu. A pessoa interessada poderá se inscrever em até duas opções de cursos superiores. O Ministério da Educação (MEC) alerta que não há cobrança de taxa de inscrição dos candidatos.

Esta edição do Sisu terá somente uma etapa de inscrição. Dessa forma, os inscritos concorrerão, em um único processo seletivo, às vagas disponibilizadas para todo o ano letivo (primeiro e segundo semestres) pelas universidades públicas.

Ao se inscrever, o candidato deverá, obrigatoriamente, preencher também o cadastro socioeconômico disponível.

Vagas

São mais de 274,8 mil vagas em 7.388 cursos, oferecidos por 136 instituições, em 587 municípios do país.

Com isso, a edição de 2026 é considerada a maior da história do Sisu em quantidade de instituições participantes, tanto para o primeiro quanto para o segundo semestre de 2026.

Entre as 274 mil vagas disponibilizadas, mais de 73 mil são para cursos de licenciaturas presenciais. Os estudantes que optarem por esses cursos poderão se inscrever no Pé-de-Meia Licenciaturas. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) garante um incentivo financeiro mensal no valor de R$ 1.050.

O MEC avisa que é de responsabilidade do candidato verificar previamente essa informação antes de realizar a inscrição no Sisu 2026, não sendo possível a escolha do semestre de ingresso, o qual será definido de acordo com a nota do candidato.

Ações afirmativas

O Sisu considera diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (nº 12.711/2012) e a Lei nº 14.945/2024, e também de acordo com as ações afirmativas definidas em cada instituição.

No momento da inscrição, caso possua o perfil para concorrer a essas vagas, os candidatos pretos, pardos, indígenas e quilombolas e pessoas com deficiência (PCD), bem como daqueles que tenham cursado integralmente o ensino médio ou fundamental em escola pública deverão, obrigatoriamente, indicar as modalidades de reserva de vagas às quais desejam concorrer.

Será permitida a opção por apenas uma ação afirmativa do tipo bônus e uma ação afirmativa do tipo reserva de vagas.

A oferta de vagas reservadas ocorre somente após a etapa de classificação e observa a proporção de estudantes de escolas públicas, de baixa renda, com deficiência, pretos, pardos, indígenas e quilombolas.

Seleção

Todos os candidatos inscritos no Sisu 2026 serão classificados com base no desempenho obtido nas edições do Enem dos anos de 2023, 2024 ou 2025.

Caso o candidato tenha participado de uma ou mais edições do Enem, o sistema de inscrição do Sisu selecionará automaticamente a melhor nota média ponderada das edições do Enem, levando em conta ações afirmativas e a opção de curso.

Porém, é preciso que o participante tenha tirado nota superior a zero na redação e não tenha sido treineiro (estudante que não terminou o ensino médio e faz o exame para fins de autoavaliação).

O MEC explica que, em caso de empate no uso das médias ponderadas, será considerada a edição do Enem em que obteve a maior nota em uma das disciplinas que têm maior peso para o curso escolhido e conforme a ordem de prioridade.

Resultado

O resultado da chamada regular será divulgado no dia 29 de janeiro de 2026.

Todos os estudantes selecionados dentro das vagas disponíveis, tanto na chamada regular quanto por meio da lista de espera, deverão realizar a matrícula na instituição a partir de 2 de fevereiro.

O candidato que não for selecionado na chamada regular poderá manifestar interesse em participar da lista de espera no período de 29 de janeiro a 2 de fevereiro, também pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior na aba do Sisu.

A lista de espera poderá ser usada pelas instituições de educação superior participantes, durante todo o ano, para preenchimento das vagas eventualmente não ocupadas na chamada regular.

Saiba mais sobre o Sisu aqui. A central de atendimento do MEC funciona no telefone: 0800-616161.