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México bate Equador e avança às oitavas de final da Copa


México bate Equador e avança às oitavas de final da Copa

A Copa do Mundo de 2026 segue como um conto de fadas para o México. Na madrugada desta quarta-feira (1º), o público teve que aguardar por uma hora além do esperado antes de a bola rolar para o confronto com o Equador, no Estádio Azteca, devido ao alerta de tempestade e raios. Quando o jogo enfim começou, a seleção da casa brindou a torcida com uma atuação enérgica que acabou em vitória por 2 a 0, com os dois gols marcados nos primeiros 30 minutos de partida.

O resultado manteve duas escritas do México nesta Copa: são quatro vitórias em quatro jogos e nenhum gol sofrido até o momento. Na próxima partida, quando vai se despedir do solo mexicano seja lá qual for o resultado, a seleção buscará igualar suas melhores campanhas em copas, em 1970 e em 1986, quando também foi anfitriã e chegou até as quartas de final.

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A chuva com raios que caiu no começo da noite na Cidade do México atrasou o início do jogo em uma hora, em protocolo estabelecido pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) mesmo não havendo lei no país que determine essa conduta. Quando o jogo começou, a equipe da casa realizou uma verdadeira blitz, finalizando várias vezes nos primeiros minutos.

Assim, os gols não demoraram a sair. Aos 21, com o Equador lançado ao ataque, o México encaixou um contragolpe. Quiñones recebeu ainda no próprio campo de defesa, avançou e chutou forte, no ângulo direito do goleiro Galindez, para abrir o placar.

Nove minutos depois, veio o segundo. Raúl Jiménez aproveitou erro de Ordónez na defesa, roubou a bola e acionou Quiñones na entrada da área. O camisa 9 mexicano recebeu de volta e finalizou com classe, alcançando o ângulo esquerdo do gol equatoriano.

Na reta final da primeira etapa, o Equador teve a sua melhor chance de entrar no jogo novamente. Yeboah fez boa jogada individual pela direita e chutou forte. No entanto, o goleiro Rangel estava atento e afastou o perigo com as duas mãos.

Em um segundo tempo não tão quente, o México teve duas boas chances em cabeçadas consecutivas de Montes após cobranças de escanteio. Já o Equador levou perigo em um chute de Kevin Rodriguez que tocou na saída de Rangel mas a bola foi para fora.

O Equador buscou uma pressão no final, mas não colheu frutos. O zagueiro Piero Hincapié ainda foi expulso por ter se dirigido a Santi Giménez, do México, cobrindo a boca com a mão.

A vitória por 2 a 0 foi muito comemorada pela torcida mexicana, que aguarda o próximo adversário.

O México enfrentará o vencedor do jogo entre Inglaterra e República Democrática do Congo, que ocorre nesta quarta-feira (1º) em Atlanta.

O compromisso das oitavas de final – que será novamente no Azteca, no domingo (5) – marcará o último jogo desta Copa em território mexicano.

Quem vencer tem encontro marcado nas quartas de final com o vencedor do confronto entre Brasil e Noruega. Caso chegue lá, a seleção mexicana igualará o melhor resultado já conquistado em uma Copa. As campanhas de 1970 e 1986 – ambas em casa – terminaram nas quartas, quando o México acabou eliminado por Itália e Alemanha Ocidental, respectivamente. Nas duas ocasiões, a equipe que eliminou a seleção mexicana terminou vice-campeã do mundo.

Com dois gols de Mbappé, França despacha Suécia e avança às oitavas


México bate Equador e avança às oitavas de final da Copa

A França despachou o Noruega com vitória por 3 a 0 e arrematou a vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo. Um dos protagonistas da partida na noite desta terça-feira (30) em Nova Jersey (Estados Unidos) foi o atacante Mbappé que marcou duas vezes hoje. O camisa 10 tornou-se o maior artilheiro em jogos mata-mata de Mundiais, com 10 gols. O terceiro gol dos Les Blues – apelido da seleção francesa – foi do meio-campista Barcola.

Na próxima fase a equipe comandada pelo técnico Didier Deschamps enfrentará o Paraguai. O duelo será no próximo sábado (4), às 18h (horário de Brasília), na Filadélfia (EUA). Já a Suécia deu adeus à competição.

A França começou ditando o ritmo de jogo desde o início. A primeira chance real de gol surgiu aos 15 minutos com chute de fora da área de Digne, que parou nas mãos do goleiro Zetterstrom. A partir daí os Les Blues enfileiraram oportunidades. Aos 19 minutos, Olise fez laçamento perfeito para Mbappé, que arrancou com a bola até ficar cara a cara com o goleiro e chutar certeiro no fundo da rede. No entanto, árbitro assinalou impedimento no início da jogada, e não validou o gol.

Aos 31 minutos, novamente Mabppé, aproveitou cruzamento rasteiro de Koundé, para mandar uma bomba na trave. Quatro minutos depois, foi a vez do meio-campista Olise quase abrir o placar de voleio. A beijou a trave, e voltou nos pés de Dembelé, que bateu para o gol, mas a bola não entrou. De tanto pressionar, os franceses inauguram o placar aos 44 minutos; Dembelé cobrou escanteio curto para Olise, que devolveu para o camisa 7 rolar para Mbappé já dentro da área. O camisa 10 driblou a marcação, puxou para perna direita e chutou certeiro. O atacante e demais jogadores foram comemorar com o técnico Didier Deschamps, que desfalcou o time na partida contra Noruega, para acompanhar o funeral da mãe, que faleceu no último dia 23.

Depois do intervalo, a França não reduziu a intensidade. Logo aos sete minutos, Olise dá ótimo passe para o camisa 7 Barcola, que ampliou a vantagem com um chute desferido de dentro da grande área. O abatimento tomou conta dos suecos, que recuaram ainda mais. Mas a França queria mais. Aos 20 minutos, Olise quase marca o terceiro com um chute forte da entrada da grande área, mas Zetterstrom espalmou evitou espalmando para fora.

Até que aos 28 minutos, Olise deu passe perfeito para Mbappé, que se infiltrou na grande área pela esquerda e bateu firme no fundo da rede. Foi o segundo gol dele na partida e o terceiro da França. Antes do fim, Doué quase marcou o quarto em bela jogada individual pela direita. O meio-campista arriscou o chute de frente para o goleiro, mas Zetterstrom defendeu.

Lei que restringe uso de celulares já é adotada por 92% das escolas


México bate Equador e avança às oitavas de final da Copa

Após um ano de implementação da legislação que restringe o uso de celulares para fins não pedagógicos nas escolas de educação básica, 92% das escolas brasileiras já implementam as novas regras. 

Antes da Lei Nº 15.100/2025, a permissão irrestrita do uso de dispositivos móveis por estudantes alcançava 13% das escolas e, atualmente, essa permissão plena não existe mais.

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Os dados constam na Pesquisa Nacional do primeiro ano de implementação da legislação, divulgada nesta terça-feira (30) pelo Ministério da Educação. 

O levantamento foi realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em parceria com o Instituto Alana e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil.

Durante a apresentação da pesquisa, a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, afirmou que a aceitação da lei mostra que a restrição do uso de celulares sem finalidade pedagógica foi acertada, porque atrapalhava a rotina da escola.

“Diferente de outras leis que são natimortas, essa é uma lei viva, porque já está sendo internalizada. Muita lei no Brasil não pega. Se essa pegou, é porque havia um ambiente na sociedade preocupado com esse uso nocivo [do celular nas escolas]”, avaliou a secretária do MEC.

A rápida adesão à política pública, segundo o CEO da Fundação Lemann, Denis Mizne, deve-se ao amplo apoio de diferentes espectros políticos, da imprensa, de especialistas em educação e dos responsáveis pelos alunos.

“As famílias e os educadores já percebiam que o uso de celular nas escolas estava prejudicando as crianças e os adolescentes e queria mudar o cenário, mas não conseguiam fazer isso de forma isolada.

Mizne considera natural o fato de apenas 8% ainda não estarem de acordo com a regra considerando o universo de mais de 140 mil escolas públicas em todo o país.

Pesquisa

Na pesquisa por amostragem, 8.189 gestores de escolas públicas e privadas de todas as 27 unidades da federação responderam aos questionários aplicados entre março e abril deste ano pelo Inep.

Após esta primeira etapa, os outros atores escolares, como coordenadores pedagógicos e professores, serão abordados nas próximas publicações para relatar suas percepções.

O presidente do Inep, Manuel Palacios, enfatiza que a restrição do uso de celulares quando não tem fim pedagógico não deve ser vista como uma iniciativa isolada. 

“O resultado da pesquisa faz parte de uma constelação de estudos e preocupações sobre as transformações que estão ocorrendo no ambiente educacional. O regramento do uso do celular é parte de um grande contexto em que não se assiste passivamente às mudanças que estão ocorrendo.”

Outros resultados

Entre 92% dos gestores educacionais que informam que a lei já estava sendo implementada em suas instituições, 45% consideram o processo consolidado e 47% relatam que a implementação está em curso.

Como em quase metade das escolas que iniciaram o processo ainda não o finalizaram, a CEO da organização da sociedade civil sem fins lucrativos MegaEdu, Cristieni Castilhos, entende que há desafios importantes sobre como gerir a proibição dos celulares.

“As escolas têm testado protocolos e combinados para entender o que funciona melhor em cada realidade e em cada etapa de ensino, dependendo da idade e das características dos alunos das escolas.” A entidade trabalha para que 100% das escolas públicas do Brasil tenham acesso à internet de qualidade e possam usá-la para fins pedagógicos.

A Pesquisa nacional — 1º ano da Lei no 15.100/2025 mostra também que a restrição do uso em todos os espaços escolares (incluindo pátios e intervalos) mais que dobrou, saltando de 20% para 48%.

As respostas dos gestores indicam que a permissão focada estritamente em atividades mediadas por profissionais da escola ficou em 45% e era 43%, antes de 2025.

Impactos percebidos

No questionário, os gestores relatam melhorias na participação das crianças e adolescentes, na convivência e na concentração durante as aulas após a regulamentação do uso não pedagógi­co dos dispositivos móveis:

  • 97% concordam que a medida ampliou a participação dos alunos nas atividades e 95% notaram maior concentração nas aulas;
  • 86% consideram que as atividades pedagógicas com tecnologias digitais foram mantidas ou ampliadas e
  • 71% discordam que a lei limite o desenvolvimento de habilidades digitais dos estudantes.

A secretária Kátia recordou que era frequente a reclamação dos gestores sobre os prejuízos nos processos de ensino e aprendizagem pelo uso sem critérios de smartphones em salas de aula, mas considera que a lei direciona os recursos digitais para aprendizagem, sem demonizar as tecnologias.

“As tecnologias são uma realidade acelerada, inclusive, pela inteligência artificial. Agora, é imperativo na educação que a gente faça, cada vez mais, um uso com intencionalidade pedagógica”, frisou.

A representante da MegaEdu, concorda que o caminho é usar a tecnologia de maneira intencional. “O Brasil deu um passo importante com a aprovação da lei. O próximo desafio é ter uma estratégia clara sobre como usar a tecnologia para melhorar a aprendizagem. Isso passa por equipar as escolas com a infraestrutura adequada e preparar os professores para que a tecnologia seja, de fato, mais uma ferramenta a serviço da educação.”

Saúde mental, socialização e convivência

Em relação à restrição ao uso não pedagógico dos celulares, a pesquisa mostra que:

  • 95% dos gestores entrevistados concordam que estimulou a socialização presencial;
  • 67% relatam aumento de atividades manuais/artísticas e;
  • 56% viram um aumento em atividades pedagógicas fora da sala de aula.

Outra percepção de 86% dos gestores é de que a restrição ajudou a reduzir a ansiedade dos estudantes.

Sobre os conflitos, 88% concordam que a medida contribuiu para a redu­ção de conflitos, agressões digitais e cyberbullying e redução de agressões físicas na escola (55%).

Kátia Schweickardt fez a relação entre a restrição do uso dos celulares no ambiente educacional e a diminuição das violências entre estudantes. “As coisas são muito imediatas. Antes, quando um grupinho passava rapidamente a mensagem, um cara, com raiva, já ia dar um soco no outro. Agora, já está mais controlado ali [na escola].”


Brasília (DF), 30/06/2026 - Divulgação dos resultados da Pesquisa Nacional do 1º ano da Lei nº 15.100/2025, que avalia a implementação da legislação que restringe o uso de celulares para fins não pedagógicos nas escolas de educação básica. Foto: Allef Renan/Divulgação
Brasília (DF), 30/06/2026 - Divulgação dos resultados da Pesquisa Nacional do 1º ano da Lei nº 15.100/2025, que avalia a implementação da legislação que restringe o uso de celulares para fins não pedagógicos nas escolas de educação básica. Foto: Allef Renan/Divulgação
Divulgação dos resultados da Pesquisa Nacional do 1º ano da Lei nº 15.100/2025, que avalia a implementação da legislação que restringe o uso de celulares para fins não pedagógicos nas escolas de educação básica. Foto: Allef Renan/Divulgação

Desafios de implementação

Entre as maiores dificuldades operacionais apontadas para a implementação da nova lei, 39% dos gestores escolares dizem que é conquistar a adesão dos jovens às novas regras.

Em 39% das respostas, o desafio é garantir infraestrutura para armazenar e guardar os aparelhos, com destaque para escolas públicas (45%) e privadas, 18%.

A especialista em educação Cristieni Castilhos nota que um dos problemas é saber qual protocolo adotar porque não é possível dizer a um aluno para não trazer o celular para a escola quando é esse contato com os pais e que contribui para a segurança dele. 

Outra questão é decidir se o celular fica na mochila ou se este deve ficar guardado em algum espaço escolar. “Nem todas as instituições têm essa estrutura e, além disso, ainda não há consenso de que retirar o aparelho dos estudantes seja, por si só, a melhor solução.”

E 31% dos gestores educacionais também relatam dificuldades na fiscalização contínua durante as aulas e intervalos.

Prioridades para melhorar

Entre as prioridades para consolidar a política, 67% dos gestores indicam a parceria com famílias para estabelecer limites de tempo de tela aos estudantes fora da escola.

O CEO da Fundação Lemann, Denis Mizne, considera que essa parceria é o ponto central, pois a escola, sozinha, não consegue atuar no uso de celulares dentro da casa do estudante.

“Os responsáveis não devem pensar que, com a proibição na escola, as crianças podem usar o celular livremente em casa, mas sim o oposto: questionar se a restrição que funcionou na escola não deveria também orientar o uso doméstico”, disse.

Outra informação do relatório indica que seis em cada dez gestores consideram os espaços de lazer, incluindo reformas em pátios e áreas de convivência, como prioridade para aprimorar a aplicação da nova lei.

E ainda: 49% dos gestores percebem a necessidade de educação digital e midiática no currículo e para 61% deles a forma­ção docente em mediação tecnológica, saúde mental e bem-estar.

Sobre a Lei

A legislação que estabelece regras para o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos pessoais por estudantes nos estabelecimentos públicos e privados da educação básica restringe o uso durante aulas, recreios e intervalos.

O objetivo é proteger o bem-estar de crianças e ado­lescentes e preservar o ambiente escolar como espaço de aprendizagem, con­vivência e desenvolvimento integral.

No entanto, a lei permite o uso de celulares para fins pedagógicos, acessibilidade, condições de saúde e outros casos.

João Fonseca reencontra Jesper de Jong na 2ª rodada de Wimbledon


México bate Equador e avança às oitavas de final da Copa

O carioca João Fonseca conheceu nesta terça-feira (30) o adversário da segunda rodada do Torneio de Wimbledon, um dos quatro principais eventos do tênis mundial, os chamados Grand Slams. O brasileiro mais bem colocado no ranking da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), na 27ª posição, terá pela frente o holandês Jesper de Jong (73º).

A previsão é que o duelo no All England Club, que recebe o evento em Londres (Reino Unido), comece por volta das 10h30 (horário de Brasília) desta quarta-feira (1º). Quem avançar, pega o ganhador do confronto entre o russo Roman Safiullin (132º) e o holandês Botic van de Zandschulp (54º).

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De Jong se classificou nesta terça ao superar o australiano Rinky Hijikata (82º), por 3 sets a 2, com parciais de 7/6 (7-4), 3/6, 5/7, 6/4 e 6/3. A partida teve início na segunda-feira (29), mas teve de ser interrompida por falta de luz natural, prosseguindo no dia seguinte.

Esta é a segunda vez que João e De Jong estarão frente a frente. A vantagem é do holandês, que bateu o brasileiro por 2 sets a 0 (6/2 e 7/5) pelo Aberto de Estoril (Portugal), em abril do ano passado.

Se avançar de fase, o carioca de 19 anos repete 2025, quando chegou à terceira rodada em Wimbledon, em seu melhor desempenho na grama britânica. Na ocasião, ele caiu para o chileno Nicolas Jarry, à época, número 143 do ranking da ATP, enquanto João era o 54º da lista.

 


Tennis - Wimbledon - All England Lawn Tennis and Croquet Club, London, Britain - June 29, 2026 Brazil's Joao Fonseca in action during his first round match against Spain's Roberto Bautista Agut REUTERS/Andrew Couldridge
Tennis - Wimbledon - All England Lawn Tennis and Croquet Club, London, Britain - June 29, 2026 Brazil's Joao Fonseca in action during his first round match against Spain's Roberto Bautista Agut REUTERS/Andrew Couldridge
Joao Fonseca durante partida contra o espanhol Roberto Bautista Agut – REUTERS/Andrew Couldridge/Proibida reprodução

Bia Haddad dá adeus

Atualmente em 134º lugar no ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês), Beatriz Haddad Maia perdeu para a uzbeque Maria Timofeeva (85º), por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/2, despedindo-se de Wimbledon ainda na primeira rodada.

Foi a oitava derrota seguida de Bia na temporada. Ex-número dez do mundo, a tenista saiu recentemente do top-100 do ranking da WTA pela primeira vez após cinco anos. Ela segue, porém, como a brasileira mais bem colocada na lista de simples.

Estreia dos duplistas

O Brasil também está representado nos torneios de duplas masculino e feminino. Entre os homens, o mineiro Marcelo Melo, número 44 do mundo e campeão de Wimbledon em 2017, estreia nesta quarta-feira, às 7h, ao lado do argentino Andrés Molteni (45º). Eles enfrentam o norte-americano Austin Krajicek (55º) e o croata Nikola Mektic (20º).

Ainda nesta terça, por volta das 8h30, o carioca Fernando Romboli (83º) e o australiano John-Patrick Smith (60º) encaram os poloneses Karol Drzewiecki (94º) e Kamil Majchrzak (893º em duplas, 45º em simples). A dupla brasileira, inicialmente, enfrentaria o norte-americano Ethan Quinn (510º em duplas, 47º em simples) e o italiano Mattia Bellucci (371º em duplas, 67º em simples), mas este último se lesionou e precisou deixar o torneio.

A dupla 100% brasileira, formada pelo gaúcho Rafael Matos (35º) e o catarinense Orlando Luz (49º) terá pela frente os franceses Théo Arribagé (23º) e Albano Olivetti (21º). Já a parceria do gaúcho Marcelo Demoliner (65º) com o indiano Sriram Balaji (59º) estreia contra o belga Sander Gillé (77º) e o holandês Sem Verbeek (73º). Os jogos ainda serão marcados.

No feminino, a representante brasileira é Luisa Stefani, sétima do ranking de duplas da WTA. A paulista e a canadense Gabriela Dabrowski (3ª) terão como primeiro desafio em Wimbledon a parceria entre a polonesa Alicja Rosolska (1822ª, foi a 23ª em 2019) e a chilena Alexa Guarachi (844ª, esteve em 11º em 2021). A partida espera agendamento.

Haaland decide, Noruega vence Costa do Marfim e vai pegar o Brasil


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A Noruega será adversária do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo. Nesta terça-feira (30), a seleção escandinava superou a Costa do Marfim por 2 a 1 em Dallas, e terá pela frente a equipe brasileira no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

A estrela de Erling Haaland brilhou. Bem marcado ao longo do jogo, o atacante mostrou que precisa de poucas chances para ser letal. O camisa 9 balançou as redes pela quinta vez na Copa, a um de se igualar o craque argentino Lionel Messi, artilheiro da competição. Pai do astro norueguês, o ex-lateral Alf-Inge Haaland estava no estádio e se emocionou.

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O Brasil terá pela frente a única seleção que nunca derrotou na história. Em quatro jogos, são dois empates e dois triunfos noruegueses. O último foi justamente em uma Copa do Mundo. Em 1998, na França, os escandinavos ganharam por 2 a 1, de virada, pela fase de grupos.

 

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Eficiência escandinava

Apesar de controlar o jogo durante a maior parte do primeiro tempo, a Costa do Marfim pecou na conclusão das jogadas. Foram duas chances claras desperdiçadas.

Aos 20 minutos, o lateral Ghislain Konan invadiu a área na esquerda, driblou o zagueiro Marcus Pedersen e chutou rasteiro, rente à trave direita, pelo lado de fora da rede. Sete minutos depois, Yan Diomandé cruzou pela esquerda, o também atacante Nicolas Pépé escapou do lateral David Wolfe e finalizou na pequena área, mas pegou muito mal.

Quando conseguiu se desvencilhar da pressão marfinense, a Noruega saiu na frente. Aos 38 minutos, o meia Martin Odegaard abriu para Antonio Nusa pela esquerda. O atacante entrou na área, levou para a perna direita e acertou o ângulo do goleiro Yahia Fofana, que nada pôde fazer.

O brilho do artilheiro

A etapa final foi ainda mais movimentada, com os Elefantes se lançando ao ataque. Aos nove minutos, o lateral Guéla Doué dominou a bola na entrada da área pela direita e chutou forte. A bola explodiu no zagueiro Torbjørn Heggem. Na sobra, na cara do gol, Pépé bateu e o goleiro Orjan Nyland fez uma bela defesa.

A Noruega, tentando administrar a vantagem, saía apenas em contra-ataques. Em um deles, aos 20 minutos, Odegaard colocou na área, o atacante Alexander Sorloth desviou de cabeça e Heggem chegou finalizando, livre, mas o ponta Amad Diallo salvou em cima da linha.

O próprio Diallo foi quem deixou tudo igual. Aos 28 minutos, o atacante tabelou com Pépé pela direita, driblou Wolfe, deixou o meia Sander Berge no chão e mandou para as redes, marcando um golaço.

A Costa do Marfim, então, foi quem recuou, dando campo para a Noruega atacar, tentando aproveitar a velocidade dos homens de frente às costas da marcação. A estratégia não funcionou. Aos 40 minutos, Oscar Bobb lançou em profundidade o também meia Patrick Berg, que, na área, tocou na esquerda para Haaland decidir a classificação escandinava.

Bruno Guimarães vira “regista” do Brasil e pode igualar marca de Pelé


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Um atleta responsável por organizar as jogadas, como se regesse uma orquestra, mas com posicionamento mais recuado que o meia-armador convencional. De forma bem resumida, este é o “regista”, termo oriundo do futebol italiano, justamente a escola de Carlo Ancelotti.

Não à toa, os trabalhos de sucesso do treinador em clubes sempre tiveram jogadores fundamentais para a função, como o alemão Toni Kroos no Real Madrid (Espanha) e o compatriota Andrea Pirlo no Milan (Itália). Este último, inclusive, atuava no ataque e foi transformado em “regista” pelo próprio Ancelotti.

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No Brasil, o italiano encontrou em Bruno Guimarães o “regista” ideal. Se ainda não balançou as redes nesta Copa do Mundo, o volante já distribuiu quatro assistências, sendo o atual líder da estatística. Foi dele o passe que achou o atacante Gabriel Martinelli em meio à marcação do Japão para marcar o gol da vitória por 2 a 1 em Houston (Estados Unidos), que classificou a seleção brasileira às oitavas de final.

No século XXI, Bruno Guimarães é apenas o quarto jogador a chegar a quatro assistências na mesma Copa. Ele se igualou ao alemão Michael Ballack (2002), ao italiano Francesco Totti (2006) e ao colombiano Juan Cuadrado (2014). Considerando os Mundiais desde 1930, o volante está a dois passes para gol de igualar o recorde de uma única edição, que é simplesmente de Pelé, em 1970.

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Para se ter ideia da importância do camisa 8 no triunfo de segunda-feira (29), ele foi o jogador do Brasil que mais se apresentou para receber bolas (99) e o que mais correu, percorrendo 12,1 quilômetros na partida, segundo dados da Federação Internacional de Futebol (Fifa). Além disso, o atleta do Newcastle United (Inglaterra) acertou 35 dos 39 passes que deu no campo de ataque.

Nesta Copa, Bruno Guimarães deu o passe para Vinícius Júnior marcar o gol de empate do Brasil no 1 a 1 com Marrocos, em Nova Jersey, na estreia da seleção canarinho. Na terceira rodada da fase de grupos, foram duas assistências: uma novamente para o camisa 7 e outra para o também atacante Matheus Cunha.

“Bruno é um jogador muito importante, muito contínuo no jogo, sempre tem muito boa participação defensiva e ofensivamente. Deu uma assistência fantástica, estou muito feliz porque Bruno tem um coração muito grande”, elogiou Ancelotti, em entrevista coletiva após a partida contra o Japão.

Lucas Paquetá tem lesão na coxa confirmada, sem previsão de retorno


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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou, nesta terça-feira (30), que Lucas Paquetá está com uma lesão muscular no posterior da coxa esquerda. O meia do Flamengo se contundiu no primeiro tempo da vitória por 2 a 1 sobre o Japão, em Houston (Estados Unidos), na última segunda-feira (29), que levou o Brasil às oitavas de final da Copa do Mundo.

Paquetá colocou a mão na coxa lesionada nos acréscimos da primeira etapa. Mancando, precisou do auxílio dos atacantes Neymar e Endrick para sair de campo no intervalo. O último deles, inclusive, foi o escolhido pelo técnico Carlo Ancelotti para o lugar do camisa 20, que foi titular dos quatro jogos já disputados pela seleção brasileira neste Mundial.

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A CBF não deu previsão de retorno. A nota relatou apenas que o meia “seguirá um protocolo de tratamento intensivo, acompanhado pela equipe médica da seleção brasileira, visando sua recuperação e retorno às atividades no menor tempo possível”. Resposta semelhante à dada no último dia 21, após a lesão do atacante Raphinha – que também foi no posterior da coxa, mas a direita.

O Brasil volta a campo no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey (Estados Unidos), para enfrentar o vencedor de Costa do Marfim e Noruega. A expectativa é que Lucas Paquetá desfalque a seleção canarinho nas oitavas de final. O técnico Carlo Ancelotti, após o triunfo sobre o Japão, admitiu que pode utilizar novamente Endrick na vaga do meia. Outra opção é justamente Neymar.

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Ainda sem Raphinha, Brasil inicia preparação para as oitavas de final


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A vitória por 2 a 1 sobre o Japão, em Houston (Estados Unidos), pelos 16 avos de final da Copa do Mundo, ficou para trás. Nesta terça-feira (30), a seleção brasileira se reapresentou no Columbia Park, centro de treinamento do New York Red Bulls, e iniciou a preparação para o duelo pelas oitavas de final, contra Noruega ou Costa do Marfim, que será no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), também em Nova Jersey (Estados Unidos).

A imprensa pôde acompanhar os primeiros 15 minutos da atividade no gramado, que reuniu os jogadores que não atuaram o contra o Japão, além dos volantes Danilo Santos e Fabinho, que participaram do jogo, mas nos minutos finais. A exceção foi o atacante Raphinha, que trata uma lesão no músculo posterior da coxa direita e sequer tinha viajado para Houston.

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O treino transcorreu de maneira descontraída. Até Carlo Ancelotti se aventurou com a bola nos pés, trocando passes com membros da comissão técnica e fazendo embaixadinhas. O treinador, vale lembrar, foi meio-campista e representou a Itália em duas Copas do Mundo (1986 e 1990), além de conquistar dois títulos de Liga dos Campeões da Europa pelo Milan.

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Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Brazil Training - Columbia Park Training Facility, Morristown, New Jersey, U.S. - June 30, 2026 Brazil's Neymar Jr. during training IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto
Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Brazil Training - Columbia Park Training Facility, Morristown, New Jersey, U.S. - June 30, 2026 Brazil's Neymar Jr. during training IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto
Treino da seleção na manhã desta segunda (30) reuniu jogadores que não atuaram o contra o Japão e também os  volantes Danilo Santos e Fabinho, que entraram em campos nos minutos finais do mata-mata – Reuters/Caen Couto/proibida reprodução

Os demais atletas fizeram um trabalho regenerativo. Oito deles – os laterais Danilo e Douglas Santos, o zagueiro Gabriel Magalhães e os atacantes Rayan, Vinícius Júnior, Endrick, Gabriel Martinelli e Matheus Cunha – apareceram no campo já nos instantes finais do período liberado à imprensa, mas calçando tênis.

Entre os jogadores que permaneceram na parte interna do centro de treinamento, estiveram Casemiro e Lucas Paquetá. Ambos foram substituídos com dores musculares, dando lugar a Fabinho e Endrick, respectivamente. O volante, na saída do estádio em Houston, disse que o incômodo era uma câimbra no adutor e que “não era nada demais”.

O caso do meia é o que mais preocupa, já que precisou de ajuda para sair de campo antes do intervalo do jogo contra o Japão. O jogador do Flamengo teve diagnosticada uma lesão no músculo posterior da coxa esquerda.

A delegação saiu de Houston às 21h20 de segunda-feira (29) e chegou em Nova Jersey pouco depois da meia-noite desta terça. Pelo cronograma da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), os jogadores serão liberados após o almoço e terão folga até o fim da tarde de quarta-feira (1º).

Saiba mais sobre a preparação da Seleção no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Marrocos frustra Holanda de Gakpo, o “quase herói” de coração ferido


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A eliminação para o Marrocos, nos 16 avos de final da Copa do Mundo, impediu que a Holanda tivesse como herói um protagonista ferido. Não fisicamente, mas no coração.

Foi de Cody Gakpo o gol que abriu o placar em Monterrey (México). O atacante passa por um dos piores momentos da vida: a recente perda de um filho, que ainda estava em gestação. A emoção tomou conta quando o camisa 11 desabou no gramado ao balançar as redes.


Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Round of 32 - Netherlands v Morocco - Estadio Monterrey, Monterrey, Mexico - June 29, 2026
Netherlands' Cody Gakpo celebrates scoring their first goal REUTERS/Eloisa Sanchez     TPX IMAGES OF THE DAY
Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Round of 32 - Netherlands v Morocco - Estadio Monterrey, Monterrey, Mexico - June 29, 2026
Netherlands' Cody Gakpo celebrates scoring their first goal REUTERS/Eloisa Sanchez     TPX IMAGES OF THE DAY
O atacante holandês Cody Gakpo abriu o placar em Monterrey (México) – Reuters/Eloisa Sanchez/Proibida reprodução

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Acabou não sendo suficiente. Os Leões do Atlas (apelido da seleção marroquina) empataram na reta final da partida, que terminou em 1 a 1, e sacramentaram a classificação nos pênaltis ao vencer por 3 a 2, nas primeiras horas desta terça-feira (30).

Nas oitavas, Marrocos terá pela frente o Canadá, que eliminou a África do Sul no último domingo (28), ao vencer por 1 a 0 em Los Angeles. O duelo por um lugar nas quartas de final será neste sábado (4), em Houston, também nos Estados Unidos, às 14h (horário de Brasília).

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Tragédia, gol e lágrimas

No último sábado (27), Gakpo e a namorada, Noa van der Bij, anunciaram a perda do bebê que o casal esperava. O menino se chamaria Elijah Raphael e seria o segundo filho deles. Em abril de 2024, Noa deu a luz a Samuël Seth.

O técnico da Laranja Mecânica (apelido da seleção holandesa), Ronald Koeman, liberou o jogador da concentração para ele ficar com a mulher. O camisa 11 foi, mas se colocou à disposição para enfrentar Marrocos.

Titular, ele balançou as redes aos 26 minutos da etapa final, aproveitando um contra-ataque puxado pelo também atacante Crysencio Summerville. Emocionado, o jogador do Liverpool (Inglaterra) se ajoelhou, colocou as mãos no rosto e chorou, sendo abraçado por todos os companheiros, inclusive os que estavam no banco. Em seguida, mandou um beijo para os céus, dedicando-o ao filho que morreu.

Empate e brilho de Bono

Aquele teria sido o gol da classificação, não fosse o merecido empate marroquino aos 45 do segundo tempo, em cabeçada de Issa. Diop, às costas do também zagueiro Virgil Van Dijk, após cruzamento pela esquerda de Chemsdine Talbi. O jogo foi para o tempo extra e Gakpo permaneceu em campo até os sete minutos da etapa final da prorrogação. Exausto, ele deu lugar ao também atacante Justin Kluivert.

Nos pênaltis, o meia Neil El Aynaoui acertou o travessão na primeira cobrança de Marrocos, mas justamente Kluivert, no segundo chute holandês, também parou na trave. O zagueiro Jurriën Timber, na quarta tentativa da Laranja Mecânica, bateu para fora. Na sequência, o lateral Achraf Hakimi mandou a bola no poste direito.

Na quinta e última cobrança holandesa, brilhou Yassine Bono. O goleiro dos Leões do Atlas defendeu o chute de Summerville. Coube ao atacante Ismael Saibari converter o pênalti derradeiro e decretar a classificação da seleção africana e a eliminação dos europeus.

Confira os jogos da Copa do Mundo nesta terça (30); França pega Suécia


México bate Equador e avança às oitavas de final da Copa

A Copa do Mundo Fifa de 2026 terá nesta terça-feira (30) mais três confrontos válidos pela segunda fase da competição, mais conhecida como mata-mata. 

O dia terá duelos envolvendo a campeã mundial França, que encara a Suécia, às 18h (horário de Brasília), em Nova Jersey; e o anfitrião México, que joga, às 22h, contra o Equador, na Cidade do México. A primeira partida do dia será às 14h, entre Costa do Marfim e Noruega, em Dallas. 

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Os vencedores avançam às oitavas de final, enquanto os derrotados deixam a competição. Em caso de empate no tempo regulamentar, haverá prorrogação e, se necessário, disputa por pênaltis.

⚽ Fique por dentro das partidas e resultados. Veja a tabela de pontos por grupos

Jogos desta terça-feira, 30 de junho

  • 14h – Costa do Marfim x Noruega (em Dallas)
  • 18h – França x Suécia (em Nova Jersey)
  • 22h – México x Equador (na Cidade do México)

Costa do Marfim x Noruega

A Costa do Marfim é uma das grandes surpresas desta Copa. Fez uma campanha histórica na primeira fase da competição, a ponto de terminá-la com o mesmo número de pontos da líder Alemanha. 

Os 6 pontos da Costa do Marfim foram obtidos nas vitórias contra o Equador e Curaçao, por 1 a 0 e 2 a 0, respectivamente. 

Na partida contra a Alemanha, e equipe africana surpreendeu novamente, abrindo o placar ainda no primeiro tempo. Os alemães ficaram atrás no placar até por volta dos 25 minutos do segundo tempo, e só conseguiram virar o placar já nos descontos. 

A partida terminou com o placar de 2 a 1, favorável aos alemães. 

Os noruegueses venceram, na fase de grupos, o Iraque (4 a 1) e Senegal (3 a 2). Para a partida contra a França, montaram um time misto, deixando alguns de seus principais jogadores no banco de reservas. O resultado foi uma derrota de goleada pelo placar de 4 a 1. 

Com um ataque produtivo na fase de grupos, a Noruega costuma apresentar uma movimentação constante, exercendo pressão na saída de bola de seus adversários. 

A expectativa é de que busque impor o ritmo de jogo desde o início contra a Costa do Martim. A estratégia, no entanto, pode se alterar diante do futebol eficiente que vem sendo apresentado por Costa do Marfim. 

Com isso, espera-se um jogo equilibrado, com as duas equipes fazendo pressão contra a defesa adversária, de forma a forçar erros nas saídas de bola. 

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França x Suécia

Um dos principais jogos do dia envolve a atual vice-campeã do mundo França, que terminou a fase de grupos com 100% de aproveitamento. Foram 9 pontos, obtidos nas três vitórias, contra Senegal (3 a 1), Iraque (3 a 0) e Noruega (4 a 1). 

Dessa forma, a equipe francesa confirmou o futebol consistente que era esperado, marcando dez gols em três partidas.

Seu ataque tem demonstrado grande poder de definição a partir tanto de jogadas individuais como coletivas. Os franceses têm mostrado controle de jogo e eficiência na hora de transformar superioridade em resultado. 

A Suécia, por sua vez, apresentou irregularidade durante a fase de grupos. Começou a todo vapor, com uma vitória por 5 a 1 sobre a Tunísia. Na segunda rodada, sofreu derrota pelo mesmo placar, para a Holanda. Terminou a primeira fase com um empate diante do Japão, em 1 a 1.

Essas oscilações fazem com que a Suécia inicie a fase mata-mata com preocupações relacionadas à instabilidade de seu futebol, que apresentou momentos de grande produção ofensiva e dificuldades na defesa. 

O duelo tende a apresentar uma França com maior iniciativa ofensiva contra um adversário que deve priorizar seu sistema defensivo, buscando surpreender com transições rápidas para o ataque.

México x Equador

No encerramento da rodada, o anfitrião México entra em campo diante do Equador, time que vem embalado após derrotar a forte seleção alemã, por 2 a 1, na terceira rodada da fase de grupos. 

Com uma campanha sólida que resultou em três vitórias, diante da África do Sul (2 a 0), Coréia do Sul (1 a 0) e República Tcheca (3 a 0), o México apresentou, além de eficiência ofensiva, organização defensiva: marcou gols em todas partidas e não sofreu nenhum gol até o momento. 

A equipe tem conseguido controlar os jogos, cedendo poucos espaços aos adversários. Nesta Copa, tem demonstrado maturidade e administrado bem as vantagens conquistadas. 

O Equador conquistou a classificação em um grupo equilibrado, que contou com Alemanha e a surpreendente Costa do Marfim. 

A campanha da equipe sul-americana foi difícil na primeira fase. Começou perdendo por 1 a 0 para a Costa do Marfim e, na sequência, empatou em 0 a 0 com Curaçao. 

Desacreditada, apesar da boa campanha durante as eliminatórias da Copa do Mundo, parece ter encontrado seu futebol durante a terceira rodada, quando venceu os alemães – o que rendeu à equipe classificação para a segunda fase. 

Em termos gerais, o Equador teve, no início, dificuldades para transformar volume de jogo em gols.  No entanto, mostrou capacidade reativa e, principalmente no decisivo jogo diante da Alemanha, conseguiu demonstrar o equilíbrio defensivo que se esperava da equipe.